sábado, 17 de outubro de 2015

FILMES - FRANCES HA E CIDADES DE PAPEL

No feriado que passou, aproveitei o ócio delicioso para rever amigos, ler, colocar as séries em dia e assistir aos dois filmes do título que não são novos, o primeiro é de 2013 e o segundo, apesar de ser desse ano, já virou antigo, de tanto que falam por aí. Sendo assim, cá estou para uma resenha dupla.

- Frances Ha: trata-se de um filme diferente porque é P&B e porque ele praticamente funciona como um monólogo, apesar de contar com a participação de diversos atores. Para ser honesta, acho que não curti muito porque não fui muito com a cara da atriz que interpreta a Frances. Por outro lado, a personagem é assustadoramente familiar, todos já foram Frances em algum momento da vida.

Sophie e Frances

Frances e Sophie são BFF, inseparáveis, moram juntas num apê em NY, saem juntas, dividem confissões, tudo. Até que num belo dia, Sophie decide deixar o apê e ir atrás de outras oportunidades e aventuras. O que Frances não esperava era que fosse tão dependente emocionalmente da amiga. Para completar, sua vida parece desmoronar, os amigos, o emprego, a falta de condições financeiras para se manter... Ao passo que a vida de todo mundo que está ao seu redor, incluindo a da própria Sophie, parece apenas melhorar. Quem nunca passou por uma fase dessas?

- Cidades de Papel: eu sei que é um filme adolescente, mas achei fofo, gostoso de assistir. Aquela coisa bem “domingo à noite”, sabe? Apesar de bobinho e cheio de personagens que poderiam ter sido extraídos de um filme B de Sessão da Tarde, o filme traz uma mensagem muito bonita sobre a amizade. No final das contas, e sem querer, eu acabei assistindo no feriado a 2 filmes conectados pela amizade.
Margo e Quentim

Bem, Quentim e Margo são vizinhos e amigos de infância. Com a adolescência, as diferenças entre ambos afloram – Quentim um nerd certinho e Margo, uma rebelde sem causa – e eles acabam se afastando. E é o sumiço de Margo e as pessoas que ela vai deixando para traz que vai os unindo novamente e todos aqueles que estão aos seus redores. A mensagem do filme poderia ser “até onde você iria em nome da amizade?” 

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