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terça-feira, 10 de março de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
VIAGEM AO LESTE EUROPEU - DIA 13 - BRASOV
Acordei super
cedo para conseguir arrumar tudo com bastante calma. Tomei café, dei uma
ajeitada no apê e saí de casa às 7:30hs com minhas malas pela escada, porque já
contei o perrengue da chegada e não pretendia me arriscar no elevador
novamente. Chamei um Uber , que chegou super rápido, e em cerca de 15 min
estava na estação de trem, que estava absolutamente abarrotada e muito
muvucada.
Havia um painel central, daqueles que a gente tem que ficar olhando pra ver qual plataforma vai sair o trem, mas faltando 15 minutos para o horário, ainda não tinha visto qualquer menção sobre minha viagem, informação... nada. E aparentemente estavam todos na mesma situação, porque tinha muita gente, mas muita gente mesmo por lá! Quando apareceu o número 09, rolou uma mega aglomeração, porque era exatamente atrás do painel e quem estava por lá não saiu da frente. E, para ajudar, ainda tinha uma excursão de adolescentes no meu trem e os pais que foram levar os filhos até a porta também não saiam da frente... olha... que caos.
Fui sentada no
meio da excursão e numa mesa com 3 (três) meninas. Foi tranquilo e a sorte é
que elas desceram umas 2 estações antes da minha, porque todos estavam com
muitas malas grandes e demoraram muito para sair do trem e porque eu havia
deixado minha mala lá na frente (torcendo para que ela estivesse lá quando eu
saísse!). Esqueci de dizer, no meio da viagem, a mala que estava em cima de nós
caiu na cabeça da menina do meu lado. Fiquei meio desesperada porque poderia
ter sido grave, mas não deu nada.
De cara, me
apaixonei pela paisagem de dentro do trem, com muitas montanhas e florestas.
Dava para notar que o clima estava mais frio (não sabia o quanto!). Já em
Brasov, como a estação de trem ficava a apenas 15 minutos do apê, resolvi ir
andando. O problema é que minha mala estava com a rodinha quebrada, então o que
parecia fácil, foi meio caótico e eu cheguei no destino exausta. Como ainda não
estava na hora do check in e o apê ainda estava desarrumado, deixei minhas
malas por lá e fui rolezar. O que eu não sabia (ou sabia e não tinha me
atentado), é que o lugar ficava a 40 minutos do centro histórico...
Ah, tive que
fazer uma chamada de vídeo com a anfitriã porque havia uma mágica para fechar a
porta do lugar... anotem essa anfitriã porque mais pra frente voltaremos a
falar dela.
Muito bem, segui
para a cidade e me apaixonei. Apesar do dia nublado, frio e chuvoso e do fato
de eu não ter levado nenhuma roupa adequada para esse clima, Brasov se mostrou
uma cidade belíssima e muito pitoresca. Várias ruas super gostosas, cheias de
lojinhas, restaurantes e muita coisa para ver. Almocei num restaurante na rua
principal e comi polenta com frango ao molho de cogumelos – estava uma delícia.
De estômago
cheio, saí desbravando a cidade. Primeiro, fui à Dormition of the Mother of God
Church, “construída entre 1896 e 1899, o que significa que tem mais de 125 anos
de história. Ela foi erguida para atender à comunidade ortodoxa romena da
cidade, que crescia significativamente no final do século XIX, durante um
período de afirmação cultural e religiosa dos romenos na região da
Transilvânia, então parte do Império Austro-Húngaro.
O projeto seguiu
o estilo neobizantino, inspirado nas tradições arquitetônicas ortodoxas, com
cúpulas, elementos ornamentais e um interior ricamente decorado com ícones e
pinturas religiosas. Ao longo do século XX, a igreja tornou-se um importante
centro espiritual e cultural para os fiéis ortodoxos de Brașov, mantendo até
hoje sua função religiosa ativa e sendo considerada um marco histórico e
arquitetônico da cidade. “
Essa era grátis.
Depois, comprei o ticket para visitar o cartão postal da cidade: a Igreja Negra
(Biserica Neagră), “o maior edifício gótico do país e um dos mais importantes
monumentos históricos da região da Transilvânia. Sua construção começou por volta
de 1383 e foi concluída no século XV, originalmente como uma igreja católica
dedicada à Virgem Maria. Após a Reforma Protestante no século XVI, tornou-se
uma igreja luterana, refletindo a influência da comunidade saxônica alemã na
cidade.
O nome “Igreja
Negra” surgiu após um grande incêndio em 1689, que escureceu suas paredes
externas com fuligem. Ao longo dos séculos, a igreja tornou-se um símbolo de
Brașov, destacando-se por sua impressionante arquitetura gótica, seu grande
órgão e sua importante coleção de tapetes orientais, permanecendo até hoje como
um centro religioso e um dos principais pontos turísticos da cidade.”
Segui andando
por todos os cantos, peguei chuva, passei frio, tirei muitas fotos e foi uma
delícia. No final do dia, fiz minha peregrinação de volta para o apê e
aproveitei para passar no supermercado e comprar alguns mantimentos. Aproveitei
esse dia mais tranquilo para já deixar separado os looks dos próximos dias, já
que todos eles estariam ocupados com tours.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
VIAGEM AO LESTE EUROPEU - DIA 12 - BULGÁRIA
Nesse dia eu
calculei meio mal o horário de acordar e acabei fazendo as coisas meio na
correria. Mas, no final sempre dá tudo certo. Me arrumei, tomei café da manhã
no próprio apê e saí para encontrar o meu grupo do tour do dia no mesmo lugar
onde havia encontrado no dia anterior, que ficava há uns 15 minutos andando. O
destino: Bulgária!
O grupo era bem
interessante, composto quase totalmente por orientais de diversas partes da
Ásia, incluindo um casal de senhores indianos, gente de Singapura, e outros
lugares. Mas havia também americanos e canadenses, a maioria, jovens. Acabamos atrasando
a saída porque havia um pessoal que tinha esquecido o passaporte em casa – o
povo não lê as instruções é nisso que dá. E a
guia não escondeu a insatisfação e o mau humor.
Andamos uns 40
minutos na minivan e fomos para a fila da fronteira. Nesse momento, a guia nos
explicou que o trâmite poderia durar alguns minutos ou algumas horas e que
poderíamos ser parados para controle do passaporte ou não. No final, não fomos
escolhidos (ainda bem) e depois de 1
hora, cruzamos o Rio Danúbio e logo estávamos na Bulgária, numa região que
parecia bem pobre e portuária.
A cidade
fronteiriça, como a maioria, é bem simples e já dava pra notar um setor rural
bem grande. Paramos para trocar dinheiro, porque teríamos de pagar pela
primeira atração – e claro que havia uma galera na van que também não tinha
lido sobre o assunto e não tinha grana para trocar. Aproveitamos e usamos o
banheiro do lugar – tipo um posto de gasolina. Uns 40 minutos depois, chegamos
na primeira parada: Mosteiro de
São Dimitrii de Basarbovo, que confesso que era o lugar que estava
mais animada para conhecer.
“Trata-se de um
mosteiro rupestre localizado na Bulgária, escavado diretamente nas rochas de um
penhasco às margens do rio Rusenski Lom. É considerado o único mosteiro desse
tipo ainda ativo no país e está ligado à tradição cristã ortodoxa.
O local é
dedicado a São Dimitrii (Dimitar) de Basarbovo, eremita do século XVII venerado
como santo pela Igreja Ortodoxa. Segundo a tradição, ele viveu em oração e
isolamento nas cavernas da região, e sua vida simples e devota transformou o
lugar em ponto de peregrinação religiosa.
O conjunto
monástico inclui capelas, celas e pequenos espaços de culto talhados na pedra,
conectados por escadas e passagens estreitas. Além da importância espiritual, o
mosteiro também se destaca pela paisagem natural ao redor, sendo visitado tanto
por fiéis quanto por turistas interessados em história, arqueologia religiosa e
arquitetura rupestre.“
Confesso que
pelas fotos do Get Your Guide, o lugar me parecia mais incrível do que
realmente é, mas é adorável e bem impressionante. Muita escadaria (e causação
com o casal de indianos), muita pintura nas cavernas, uma capela e muita coisa
linda para ver. Na parte de baixo, há uma igreja ortodoxa mesmo, do tipo
moderna e lá estava rolando um batizado. Aproveitamos a disposição do padre e
tomamos um “passe”.
Depois de um
xixi em pé (buraco no chão) em um dos banheiros mais nojentos em que eu já
estive (detalhe que eu estava de calça), seguimos viagem – 2 horas em direção a
Veliko Tarnovo, o verdadeiro destino do tour, onde ficaríamos por mais tempo.
“A Veliko
Tarnovo é uma das cidades históricas mais importantes da Bulgária e foi
capital do Segundo Império Búlgaro na Idade Média. Situada sobre colinas
íngremes e cortada pelo rio Yantra, a cidade é conhecida por sua paisagem
dramática, com casas antigas erguidas sobre encostas rochosas e ruas sinuosas
que preservam o caráter medieval.
O principal
marco de Veliko Tarnovo é a Fortaleza de Tsarevets, antigo centro político e
religioso do império, onde ficavam o palácio real e a catedral patriarcal. As
ruínas, muralhas e torres ainda dominam o horizonte e ajudam a contar a
história do período em que a cidade foi um dos mais fortes centros culturais e
administrativos da região balcânica.
Hoje, Veliko
Tarnovo combina patrimônio histórico com vida cultural ativa. Possui
universidades, museus, galerias e festivais, além de atrair visitantes pelo
artesanato tradicional e pela arquitetura preservada. É um destino que une
história, natureza e identidade nacional búlgara em um mesmo cenário.“
Primeiro, fomos na
a Fortaleza de Tsarevets. O lugar é bem interessante, bem rústico e está em ruínas,
mas a vista de lá de cima é muito impressionante. No topo, há uma igreja mais
moderna, com murais muito interessantes que me lembraram as pinturas de El
Greco. Chegar lá em cima foi uma verdadeira peregrinação. Super alto, muitas
escadas... eu cheguei esbaforida e com as panturrilhas gritando.
O rolê durou
cerca de 1 hora e 10 minutos depois, com uma pequena caminhada, estávamos na
cidadezinha, onde tivemos 2 horas livres (14/16). Como a cidade era lotada de
lojinhas, eu fui logo explorar todas elas e saí de lá com um carregamento de
artigos típicos e comidas diferentes. O dinheiro búlgaro é bem desvalorizado e
tudo por lá é mais barato do que nos outros lugares em que havia estado nos
outros dias.
Comi uma bureka
de queijo e achei que seria o suficiente, mas já faltando meia hora para ir embora,
inventei de comer uma salada num restaurante. Na verdade, a idéia também era
usar o banheiro, já que de lá, voltaríamos para a Romênia e sei lá quanto tempo
demoraria na estrada. Estava muito bom, mas acho que acabei comendo mais rápido
do que precisava com medo que não desse tempo.
Acabamos chegando na fila da fronteira às 18:30hs e, novamente, ficamos em torno de 1 hora por lá, sem checagem nenhuma de passaporte. Cheguei no apê umas 20:30hs! Eu curti demais esse dia e é sempre bacana dar “check” num país novo. Mas a real é que a pessoa tem que estar disposta a ficar mais tempo dentro da van do que nas atrações em si. Mas foi um dos dias mais legais da viagem, sem dúvida.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
RUBY ROSE - LINHA BLOW - CORRETIVO C-BW40 - REVIEW
Há anos uso o corretivo Prolongwear da Mac porque pra mim é o melhor que tem. Mas, apesar de ele durar uma eternidade, a verdade é que não é nada barato e cada vez que acaba, é um soco no estômago. Daí que, vendo resenhas por aí, me deparei primeiro com a base da linha Blow da Ruby Rose e, depois, com o corretivo.
“O corretivo da
linha Blow da Ruby Rose na cor C-BW40 é um produto facial desenvolvido para
uniformizar o tom da pele e disfarçar imperfeições como olheiras, manchas e
vermelhidões. Ele faz parte de uma linha voltada para acabamento natural, com
foco em praticidade e bom desempenho no uso diário.
Possui textura
líquida cremosa, de fácil aplicação e espalhabilidade, permitindo construir
camadas conforme a necessidade — desde uma cobertura mais leve até média/alta.
A proposta é entregar correção eficiente sem deixar a pele pesada, ajudando a
manter um aspecto mais suave e confortável ao longo do dia.
O acabamento
tende a ser natural, com efeito de pele corrigida, sendo adequado tanto para
maquiagens simples quanto para produções mais elaboradas. Pode ser aplicado com
pincel, esponja ou com os dedos e, se desejado, finalizado com pó para aumentar
a fixação e a durabilidade.”
E eu vou dizer
que amei. Primeiro pelo preço. Custa R$ 20,00 e poucos na internet. Eu comprei
pela Shopee, entregou super rápido. Achei a aplicação bem fácil, a cobertura
boa e o acabamento natural, do jeito que eu gosto. É um produto bem bom para o
dia a dia. Mas, como é uma linha em edição limitada, eu estou pensando em fazer
um estoque, comprando pelo menos mais um.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
VIAGEM AO LESTE EUROPEU - DIA 11 - BUCARESTE
Dormi muito mal
novamente porque meus vizinhos de cima seguiam empenhados em ceifar meu sono.
Eles ficaram na festa até umas 4hs da manhã... enfim, levantei, me arrumei, fiz
o café da manhã com os ingredientes que havia comprado no dia anterior no
supermercado e umas 09:30hs saí para dar uma volta. Eu tinha um tour agendado,
mas era só às 10:30hs e eu não ia perder tempo dentro do apê.
Já no ônibus,
cheio de turistas italianos, a primeira parada seria o Museu Nacional da Aldeia Dimitrie Gusti - um museu a céu
aberto, em Bucareste, dedicado à cultura rural romena. Reúne casas, igrejas,
moinhos e outros edifícios tradicionais, trazidos de diferentes regiões do
país, mostrando o modo de vida, a arquitetura e as tradições do campo romeno ao
longo dos séculos. É um lugar fofíssimo e que, se não fosse pelo tour, eu não
teria ido, porque fica super fora de mão.
A parte chata é
que, estando com um tour, a gente tinha horário limitado para ver cada uma das
casas e não deu pra ver tudo. Mas, para ser bem honesta, acho que o tempo que
ficamos por lá foi suficiente e fiquei bem satisfeita.
De lá, partimos
para a Casa do Ciaucescu, um rolê bem controverso!! Apenas para situar na
história, Nicolae Ceaușescu foi o líder comunista da Romênia de 1965 a 1989.
Governou o país como ditador, com forte repressão política, censura e um culto
à personalidade. Nos anos 1980, impôs políticas econômicas extremamente duras
para pagar a dívida externa, o que levou a escassez de alimentos, energia e
bens básicos. Seu regime caiu durante a Revolução Romena de 1989; ele e sua
esposa, Elena, foram presos, julgados sumariamente e executados.
![]() |
| MAIOR CATEDRAL ORTODOXA DO MUNDO - AINDA ESTAVA PARA SER INAUGURADA QUANDO ESTIVE POR LÁ |
Nesse dia, ouvi
tantas histórias bizarras sobre esse casal e suas peripécias, que fiquei
completamente chocada. O Ciaucescu tinha mania de grandeza e isso vimos bem com
a casa dele e com o Parlamento, onde fomos depois.
Para entrar na
casa, ficamos um tempo (mais de uma hora), esperando do lado de fora. A verdade
é que poderíamos ter usado essa hora lá nas vilas e visto mais coisas, mas tudo
bem. A entrada é guiada, tem que colocar protetor nos pés, não pode tirar
fotos... várias regras. A Casa Ceaușescu, também chamada Palatul Primăverii
(Palácio da Primavera), foi a residência oficial de Nicolae Ceaușescu e sua
família entre 1965 e 1989. Hoje funciona como museu e mostra o luxo do regime:
salões amplos, decoração sofisticada, piscina interna, cinema privado e jardins
— em forte contraste com a escassez vivida pela população romena na época.
É o lugar mais absurdamente
imponente que já vi. A decoração é um misto de exageros do final do século XIX
com estamparias da década de 1970 e muito ouro, muito glamour. Não é
especialmente bonito, mas é muito luxuoso e extravagante. Eles tinham um
piscina olímpica interna... um jardim com plantas raras... e o que dizer do
closet deles??? E tudo isso, considerando que os romenos viviam com rações para
sobreviver... é absolutamente revoltante.
Por fim, fomos
ao último destino do dia, que era onde eu realmente estava querendo ir: o
Parlamento. É um dos prédios mais impressionantes (e controversos) do mundo. Também
conhecido como Casa do Povo, foi mandado construir por Nicolae Ceaușescu nos
anos 1980 como símbolo do poder do regime comunista. Hoje abriga o Parlamento,
museus e espaços institucionais.
É
um dos maiores edifícios do mundo: é considerado o maior prédio administrativo
da Europa e um dos mais pesados do planeta – ele, inclusive, está afundando. Tudo
o que está lá dentro foi construído com mão de obra e materiais romenos. Tem mais de 1.000 salas, muitos salões
monumentais e vários níveis subterrâneos (inclusive abrigos). Bairros
históricos inteiros de Bucareste foram demolidos para dar lugar ao edifício
(essa história me deixou chocada)
É
visto até hoje como símbolo do desperdício e da megalomania do regime,
especialmente em um período de grande pobreza no país. A verdade é que o Parlamento
hoje configura um gasto imenso aos cofres públicos, não tem função nenhuma. Pouquíssimos
salões e setores são utilizados. Eles alugam espaços para convenções e até para
casamentos. Em resumo: o Parlamento de Bucareste é ao mesmo tempo marco
arquitetônico, atração turística e lembrança pesada do passado comunista da
Romênia.
Com
o fim do passeio, que foi bem rico e interessante, fui dar um passeio pelo
centro da cidade – lembrando que o meu apê era bem central e próximo ao
Parlamento e ao ponto de encontro do tour. Acabei passando sem querer por uma
feira artesanal, onde me encantei pelo trabalho de uma artesã grega e adquiri
dois brincos.
E o dia terminou com uma grata surpresa. A rua do meu apê, que é uma das mais famosas da cidade, estava fechada – tipo aV. Paulista aos finais de semana. E as pessoas andavam livremente, a pé, com bike, etc. e bem, próximo de onde eu estava, estava rolando uma festa com música ao vivo, danças típicas, e estava absolutamente lotado. Eu fiquei encantada. Arranjei um canto e fiquei por lá absorvendo tudo. Depois acabei voltando pra casa porque no dia seguinte teria de acordar bem cedo, mas mesmo de casa, dava para ver a festa e ouvir a música. Foi bem especial.





























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