segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

VIAGEM - BANGKOK PARA PHI PHI - DIA 03


No terceiro dia de viagem eu ainda permanecia no jet lag, mas já estava melhorando um pouquinho: ao invés de acordar às 3hs, acordei às 4hs! Aproveitei o horário para acabar de arrumas as malas, porque nesse dia, sairíamos de Bangkok com destino à Phuket, que acabou se revelando minha parte favorita da viagem.

Pegamos um táxi até o aeroporto, que não foi o mesmo que chegamos e era ainda mais legal (chegamos pelo Suvarnabhumi e, dessa vez, partimos pelo Don Mueang). Achei o aeroporto muito bonito e bem estruturado, cheio de lojinhas incríveis e locais bons para comer. Não tivemos problemas com o check in e nem pesaram nossas malas (ufa!). Tomamos café da manhã e ficamos aguardando o horário do voo pela Nok Air. Já contei que eu passei 20 dias na Ásia apenas com uma mala de mão? Muito orgulho!

Em menos de 1 hora já estávamos sobrevoando as ilhas e admirando a paisagem. Do aeroporto de Phuket (que, honestamente, não me lembro, apaguei completamente da memória), pegamos um táxi e fomos em direção ao píer, onde pegaríamos o ferry para Phi Phi, nosso destino final. O trajeto de táxi durou cerca de 1 hora, por paisagens muito bonitas e com um motorista muito simpático; e o de ferry, 2 horas.

Chegando na ilha, já bem cansados, de cara ficamos impressionados com as paisagens: muitas estruturas rochosas lindíssimas e a cor do mar era bem impressionante. Descemos pelo píer e logo encontramos com a pessoa que nos levaria até o hotel. Mais um bom trecho a pé pela frente, margeando a praia e tomando conhecimento da paisagem.

Ficamos hospedados num bangalô, bem de frente para a praia. O quarto era muito bom e tinha um ar condicionado incrível, para aliviar o calor terrível que estava fazendo. A parte boa é que, como estávamos numa ilha, a ideia era permanecer os próximos dias de biquíni e vestidos fresquinhos, sem maquiagem e sem compromisso com nada a não ser o dolce fa niente.

Nos trocamos – biquíni, é claro -, e fomos explorar a ilha. Achamos uma praia delicinha e ficamos um pouco por lá, curtindo aquele mar tão bonito. Depois, seguimos para uma das várias agências à beira da praia e contratamos um passeio de long tail pelas ilhas próximas para o dia seguinte. Preferimos um particular e fechamos por um preço bastante conveniente para um tour de 6 horas pelo mar da região.

De volta ao hotel, nos arrumamos e saímos para jantar num dos restaurantes próximos ao hotel, todos com vista para o mar. E fomos dormir, porque o dia foi bem puxado e o próximo prometia ser cheio de surpresas. 

sábado, 15 de dezembro de 2018

WELEDA - SKIN FOOD - REVIEW


Eu uso uma porção de produtos de skincare para o rosto, mas todos foram indicados pela minha dermato, não comprei nenhum por conta própria. Claro que às vezes uso uma coisa ou outra diferente, mas geralmente amostra grátis, nada comprado aleatoriamente... até o produto desse post.

Num dos vídeos da Julia Petit me deparei com a marca Weleda, que é super antiga, mas eu nunca tinha prestado atenção ou mesmo investigado a qualidade dos produtos. Para mim, tudo estava associado a farmácias antigas e era algo que se assemelhava ao Leite de Colônia dos nossos avós. Mas a Julia usa uma porção de produtos Weleda e em consulta, verifiquei que, inclusive, eles são bem caros!
Mas, o que realmente me interessou foi o Skin Food. Trata-se de uma pomada super densa e oleosa, que pode ser usada no rosto ou no corpo, como uma espécie de resgate a peles ressecadas e ásperas. Claro que, tendo a pele do rosto oleosa, eu não sei se minha dermato aprovaria o uso desse produto, mas comporei achando que seria interessante para aqueles dias pós festa ou mesmo quando eu estivesse muito cansada, como um resgate intensivo.


Ele é todo natureba. Contém em sua composição amor perfeito, camomila, calêndula, ácidos graxos, óleo de semente de girassol e vitamina E e o cheirinho é uma delícia. “é um creme nutritivo essencial para a pele, que ajuda a reparar os danos da barreira cutânea e recuperar sua saúde e suavidade.”

sábado, 8 de dezembro de 2018

VIAGEM - BANGKOK - DIA 02


O destino do dia era Ayutthaya, a primeira capital do país – que na época era o reino de Sião -, fundada em 1350 pelo Rei U-Thong. Naquele período, era a maior cidade do mundo!!! Enquanto a gente estava na escola, estudando os grandes feitos de países como França, Inglaterra e Espanha, Sião estava em toda sua glória se consolidando como um dos maiores reinos do planeta! Ele era o principal ponto de comércio de açúcar, seda, sândalo, couros, marfim e produtos artesanais. E a gente não sabia de nada disso!!!

Em 1767, no entanto, Ayutthaya foi invadida pelo exército birmanês (atual Mianmar) e completamente destruída. Hoje, o que temos são as ruínas desse antigo império, que são Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O local fica a 70km de Bangkok – cerca de 1h30 - mas , ao contrário do que eu imaginava, lendo posts pela internet ou vídeos no Youtube, Ayutthaya não é um lugar grandão, tipo o complexo do Grand Palace, lotado de templos, ruínas e afins. Na verdade, hoje, a cidade se espalha por vários pontos diferentes e para se chegar de um lugar a outro, não é perto, você precisa de um transporte. Basicamente, você tem duas opções: contratar alguém de forma particular para ficar de babá ou contratar uma excursão saindo de Bangkok.

Eu vi muita gente que foi até a região de transporte público e de lá, alugou uma bike ou resolveu fazer os templos a pé. Gente, é humanamente impossível!!! Primeiro porque entre cada um dos locais – falarei deles adiante – é longe e não é um trecho fácil ou bem sinalizado. Há muitos pedaços onde o asfalto é ruim e há muita terra. E segundo, porque como já disse anteriormente, o calor tailandês é algo inimaginável e você acaba passando mal se ficar muito tempo exposto. Enfim, não dá, não faça o maluco da economia porque é uma contenção besta!!!

Pois bem. Dito isso, nós contratamos uma excursão que saía do nosso hotel e nos levaria conhecer os principais templos e locais da antiga Ayutthaya. O almoço e os tickets para entrar nos templos estavam inclusos no preço contratado e também tínhamos um guia falando em inglês (ou quase isso!). Há diversas agências de turismo espalhadas por Bangkok, mas nós fechamos com uma que ficava dentro do próprio hotel. Ah, importante: apesar de o destino serem ruínas de uma cidade, ali ainda há sinais de templos e imagens de budas, portanto, o decoro nas roupas tem de ser respeitado, senão, você será barrado na entrada.

Tudo pronto, seguimos viagem. A título de curiosidade, eu tive um pequeno acesso de pânico dentro da van porque era muito apertada e fechada e eu sou um pouco (ok, talvez mais do que um pouco) claustrofóbica. Mas eu consegui me acalmar e acho que, no final das contas, o fato de ter ar condicionado dentro do carro me deixou com mais vontade de ficar por lá do que de sair correndo. 

Outra curiosidade, na parada que a van fez no meio do caminho, nos deparamos com um banheiro típico tailandês, daqueles que não têm vasos, mas apenas uma estrutura montada no próprio chão! Confesso que, para um banheiro público, achei esse método bem mais fácil, porque você não corre o risco de encostar na privada.

A primeira parada em Ayutthaya foi, para mim, a mais impressionante. O lugar era imenso e cheio de ruínas, mas havia algumas muito grandes e imponentes e nos deparamos até com um buda reclinado. A atração do local, todavia, é o Wat Yai Chai Mongkol, um lugar que me deixou com uma sensação parecida àquela que eu tive quando vi meu primeiro castelo na Europa. Eu fiquei muito impressionada e sem acreditar que estava diante daquilo. A escadaria é enorme e a vista lá de cima é muito impressionante. E o lugar, apesar de tudo e talvez pelo seu tamanho, está muito bem conservado – 600 anos!!!! Acho que foi o local mais antigo em que já estive na vida.

De lá, seguimos para o Wat Mahathat, que é um pouco menos impressionante – veja, começamos pelo mais incrível, nosso nível de exigência estava alto! -, porque não tem nenhuma estrutura que tenha sobrevivido à invasão birmanesa e estava tudo muito destruído. É tudo um emaranhado de ruínas, mas que, ainda assim, é muito incrível e especial. E é lá que está a famosa cabeça de Buda na árvore. Ela é bem menor do que eu imaginava, é meio que a sensação de ver a Monalisa no Louvre e pensar “nossa, mas desse tamanho?”, mas acho que o fato de ela ter sido arrancada e as árvores terem-na abraçado, é muito simbólico!

A terceira parada também foi bem legal, mas não foi para visitarmos um templo ou um complexo de ruínas, mas sim, o Phra Bhuddhasaiyat, que é uma grande imagem de Buda reclinado. Confesso que estava ansiosa por esse momento porque havia planejado uma foto simulando uma luta do Street Fighter, uma vez que o local é cenário do jogo! Voltando ao Buda, ele tem 37m de comprimento e 8m de altura, é um dos maiores do mundo e também me deixou bem impressionada.


A última parada antes do nosso almoço sinistro foi o Wat Phu Khao Thong, que é só um templo onde você pode subir e contemplar a paisagem. Na verdade, ele é lindo demais e muito impressionante. Mas, nós havíamos visitado lugares muito maravilhosos e já estávamos num nível de exigência bastante grande. E além disso, eu não sei quantos graus estava fazendo, mas eu não me lembro de ter sentido tanto calor da vida. Acho que a essas horas, o grupo só queria almoçar e assimilar aquele dia tão incrível.

E o almoço??? Como havia dito no início, estava incluso no pacote da excursão. Fomos levados ao que parecia o quintal de uma casa, BEM rústico e sentamos em mesas coletivas. À nossa frente, já estava disposto um prato de arroz oriental (do tipo grudentinho) e, depois, foram chegando os pratos que a mesa teria de dividir. Havia uma espécie de omelete, legumes feitos de várias formas, frango e frutas. A cara dos gringos estava simplesmente hilária! Todo mundo com o maior nojinho. A minha sorte é que eu havia comido um pouco de manga e o calor estava tão grande que eu não tinha fome.
Viharn Phra Mongkhon Bophit
O passeio terminou na quinta parada, O Viharn Phra Mongkhon Bophit, que pra mim, também foi impressionante. Ele é muito diferente dos lugares que a gente havia visitado antes do almoço, mas eu achei aquilo tudo tão grandioso... aliás, todos os locais na Tailândia que envolvem o governo – seja atual, seja de 1300 -, são muito imponentes! Dentro, fica a maior estátua de Buda de Bronze do país. Originalmente, ela ficava do lado de fora, mas como foi danificada pela invasão, ela foi reformada e transferida para dentro do templo.
Buda de Bronze hoje guardado dentro do templo e fotos de quando ele foi encontrado
Do lado de fora, no entorno, está o Complexo Wat Phra Si Sanphet, que é bem parecido com o primeiro lugar em que estivemos, mas sem as estruturas grandiosas, apenas as ruínas. No Wat Yai Chai Mongkol, há monges morando, mas nesse, os locais são utilizados apenas para cerimônias reais e armazenamento de relíquias. Os chedis - esses lugares pontudinhos - guardam as cinzas dos reis e de pessoas importantes.

De volta à Bangkok, no final do dia – chegamos antes das 16hs -, arrumamos as malas, porque no dia seguinte já partiríamos para o próximo destino – e depois nos arrumamos para ir jantar e dar o nosso famoso rolê pela região. Achamos um restaurante delicioso e tomamos o sorvete de coco. Próximo post, nossa chegada às ilhas!


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

VIAGEM - BANGKOK - DIA 01

Bem, não tem como considerar o dia da chegada como sendo o primeiro dia da viagem, porque a gente estava cansado, tomando conhecimento do lugar, da situação, nos habituando com os ambientes e com uma cultura muito diferente da nossa. Como disse no post anterior, o primeiro dia não teve grandes aventuras, mas apenas uma ida ao Taling Chan Floating Market e um passeio pelos arredores do hotel. Então, esse será oficialmente o primeiro dia! E foi um dia que nos trouxe ótimas surpresas.

Mas antes, quero fazer uma introdução. Quando fui à França, Portugal, Alemanha ou algum outro país, eu tinha conhecimento de sua história. Sendo afundo ou não, eu sabia por quais situações aquele país havia passado, sabia de sua idade, de sua cultura e, portanto, eu não estava às cegas. Na Tailândia, eu estava absolutamente às cegas! Não sabia absolutamente nada da história daquele país, a não ser que, atualmente, é uma monarquia e que o povo não está lá muito satisfeito com o rei da situação – que é um tanto quanto doido!
Grand Palace
Então, quando eu me deparei com o Grand Palace, que era o nosso primeiro destino daquele dia, eu acho que meu queixo caiu. A enormidade daquele lugar, a exuberância, a riqueza... pra mim é muito maior do que qualquer castelo, qualquer palácio visitado na Europa. E o tamanho? Não tinha ideia que o complexo era tão grande e que nos tomaria praticamente a manhã toda! Importante: ir com os ombros e as pernas cobertas. Você não consegue entrar se não estiver usando trajes adequados. E não vale jogar uma echarpe por cima! Tive de comprar uma blusinha do lado de fora!! Ah, e prepare o bolso, porque custa 500BTH, mas vale cada centavo!

Bem, vamos lá. O Grand Palace foi residência oficial da família real tailandesa por 150 anos e não é tão antigo. Ele foi construído no século XVIII a pedido do Rei Rama I (a dinastia Rama foi bem grande por lá) e está localizado dentro de um complexo murado ao lado do rio que cerca Bangkok, chamado Chao Phraya. Como dá para ver, é de fato, um complexo enorme e fica abarrotado de gente, tornando quase impossível obter aquela “boa foto”. Vale chegar cedo e vale levar muita água, porque o calor tailandês castiga demais.
em frente ao Grand Palace com as blusinhas compradas do lado de fora
Os detalhes, tanto do palácio quanto dos tempos, jardins e pátios são muito impressionantes e os telhados das construções são planejados para que o sol reflita, tornando a paisagem ainda mais bonita. Mas, apesar de eu ter achado tudo incrivelmente lindo – sério, minha comparação foi com o Palácio de Versalhes! -, o grande atrativo do lugar é o Wat Phra Kaew, que é o Templo do Buda de Esmeralda – que, na verdade, é de jade! Não era permitido tirar fotos lá dentro, então, ficaremos só na imaginação! 

Bem, devidamente empapados de suor e com a impressão de que havíamos corrido uma maratona inteira, saímos do complexo e seguimos para o Wat Pho (100BTH), que é onde fica o famoso Buda Reclinado. Honestamente??? Achei aquilo bem impressionante! O templo em si não é tão bonito, mas aquela estátua imensa deitada é muito linda e eu achei incrível! E o Wat Pho fica bem pertinho do Grand Palace, dá para ir a pé sem problemas.

Depois de dar uma chegadinha por lá, eu dei uma pesquisada e descobri que o Wat Pho funcionou, inicialmente, como a primeira faculdade da Tailândia, a Faculdade de Medicina e Massagem Thai Tradicional. Também descobri que ali estão localizados túmulos de muitos reis e pessoas importantes – as cinzas deles ficam por lá em locais chamados de “estupas”, que são essas construções cônicas.
Buda reclinado
Bom, a essas alturas, já estávamos com fome e precisando nos refrescar um pouco, então, fomos procurar um lugar para comer. Antes de mais nada, quero fazer umas observações: 1. é absolutamente fácil encontrar banheiros na Tailândia, eles existem em toda parte e são muito limpos; 2. É igualmente fácil encontrar um restaurante gostoso e com comida barata. Nesse dia, eu almocei um dos melhores Pad Thai da viagem e o lugar era a coisa mais fofa desse mundo!
almocinho delícia

Por fim, e devidamente alimentados e descansados, pegamos um barquinho em direção ao Wat Arun (100BTH), que fica do outro lado do rio, numa viagem looonga de... 5 minutos! Do barco, já conseguimos ver a estrutura branca e cônica do lugar, que fica bem na beiradinha do rio. As fotos estão meio escuras porque estava ameaçando cair uma baita chuva – que acabou caindo logo depois e foi bem vinda para aquele calor infernal.

O Wat Arun é também conhecido como o Templo do Amanhecer porque, aparentemente, o nascer do sol de lá é bem incrível – quando fomos, já estávamos no meio da tarde. O templo foi construído em 1768 pelo rei Taksin, no lugar de um outro templo mais antigo ainda. Ele tem uma torre principal, de 80m de altura e é inteirinho revestido. Ao contrário dos outros, não é possível entrar no Wat Arun, mas apenas ver e tirar 1000 fotos do lado de fora. E o legal é que lá de cima, temos uma vista bem bonita da cidade.

De lá, pegamos o barco de volta e seguimos andando em direção ao hotel. Não era longe, como eu já havia dito, mas o calor era tão intenso e nós estávamos tão cansados por causa do jetlag, que resolvemos experimentar um passeio de tuk tuk. E foi incrível! O motorista era muito legal e ainda colocou um Michael Jackson pra gente ir ouvindo.
jantar
Tomamos um banho (tiramos um cochilo) e saímos para a night. Mentira, saímos para jantar num dos restaurantes nos arredores do hotel (ficamos na Rambuttri - recomendo) e depois seguimos para um passeio pela região. Fomos dormir meio cedo porque no dia seguinte, um passeio muito incrível estava nos aguardando!

domingo, 18 de novembro de 2018

SIVANNA COLORS CHOCOLATE PALETTE - REVIEW


A Tailândia é o paraíso das fanáticas por maquiagem e skincare. Eles têm lojas imensas e lotadas de produtos super diferentes, incluindo os famosos japoneses e coreanos. Mas, confesso que acabei não explorando muito esses lugares porque eu não tinha muito espaço na mala e também porque eu não pesquisei antes e não sabia o que comprar – lembrando que poucas coisas vêm com uma tradução em inglês. Mas, mesmo assim eu comprei algumas coisinhas e, na medida do possível, vou mostrando por aqui.

Essa paletta foi comprada em Chiang Mai e eu me apaixonei! Ela estava fechada e não havia tester, então, ela foi adquirida quase nas escuras, apenas com base na foto que estava na embalagem. E posso falar? Acabei me surpreendendo positivamente! Me parece que a marca é tailandesa mesmo – tentei entrar no site e meu computador detectou vírus (ooops!) – paguei super barato, em torno de R$ 15 a R$ 20,00, mas agora não vou me lembrar exatamente do preço. Sei que foi mais barato do que comprar make na 25 de Março.

A embalagem é de ferro, super bonitinha e ela vem com 18 cores bem neutras e super usáveis. 5 delas são matte e o restante é um show de brilho!!! Elas não esfarelam muito, são ótimas para esfumar, mas também são boas para aplicar em cima de uma sombra em creme, só pra dar aquele “tchan”. De acordo com a internet, há duas versões dessa paletta, sendo que a outra se chama The Sweetest Palette e vem com tons mais rosadinhos. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

VIAGEM - BANGKOK - PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Viajar para a Ásia é, sem dúvida alguma, e em muitos sentidos, um choque. Eu estava absolutamente ciente que seria uma experiência muito diferente de tudo o que já havia visto e que teria de estar com a mente aberta para receber todas as informações que me seriam apresentadas. Saí do Brasil com essa questão bem consolidada e disposta a experimentar coisas novas e sair do meu lugar seguro. Acho que se a ideia é visitar um local com cultura e costumes tão distintos dos nossos, temos de deixar as ideias preconcebidas e preconceitos de lado. !
cenas de Bangkok
Então, vou contar um pouco como foi essa experiência. Mas primeiro, acho interessante deixar registradas algumas questões que, provavelmente, não vão se enquadrar nos posts-diários que estão por vir.
Talling Chan Floating Market
1.  Trajeto e jetlag: O primeiro desafio – e eu nem esperava que seria um desafio – foi com relação ao próprio avião, ao trajeto melhor dizendo, entre São Paulo e minha primeira parada: Bangkok. Saí daqui numa sexta-feira, às 20hs, fiz uma primeira escala em Johanesburg, uma segunda escala em Dubai – onde encontrei meu irmão e minha cunhada – e, por fim, cheguei em Bangkok no domingo pela manhã.
Esse trajeto, por certo, além de ser exaustivo, porque envolve muitas horas e momentos de apreensão (escalas sempre me dão receio de atrasos e perdas de voos), envolve também a questão do jetlag, que para mim, era frescura ou lenda. Nunca havia ido a um local onde o fuso horário fosse maior do que 5 horas! E vamos combinar que o dobro disso – sim, porque lá são 10 horas de fuso -, é realmente alguma coisa!
aeroporto de Dubai
O resultado disso, para que se tenha uma ideia, foi que o grupo demorou 1 semana para se acostumar, teve de tirar cochilos de 1 hora lá pelas 17hs, acordou várias vezes de madrugada como se fosse o pico do dia e ainda, experimentou uma sensação esquisitíssima do que a gente chamou de “estou marejando”. É aquela sensação de falta de chão, quando estamos num barco e ele balança horrores. Não sei explicar, mas isso foi bem esquisito.
Bem, essa questão do voo foi bem cansativa e o jetlag também. Apenas para finalizar essa parte e partir para o próximo tópico, quero dizer que a volta não foi muito melhor, porque foram 12 horas até Londres e mais 12 até São Paulo, numa viagem que parecia que não teria fim!
2.  Choque de cultura: se eu disser que minha primeira impressão da Tailândia foi positiva, vou estar mentindo. Não tive a mesma sensação de friozinho no estômago das oportunidades em que estive na Europa ou Nova York. A começar pela saída do aeroporto – Senhor, que calor era aquele???? Juro que depois dessa viagem, meu conceito de “calor” mudou drasticamente. Você sua de um jeito que suas roupas chegam a grudar no corpo e parece que suas forças foram sugadas!
nhami!
Mas, tudo bem. Pegamos um táxi, tivemos de negociar o preço com uma pessoa que mal falava inglês e, depois, nos acostumarmos com a mão inglesa das avenidas. Nosso motorista, em poucos minutos, começou a dirigir com as pernas cruzadas (oi?) e coçando o ouvido com uma pinça (oi?). Nesse momento, já vimos que a coisa seria diferente, mas estávamos de coração aberto para aquela cultura e apenas nos cutucamos e demos muita risada da cena inusitada.
tuk tuk
O trânsito é caótico, mas não chega nem perto do trânsito do Vietnã (posts ainda por vir). Tuk tuks, carros, motos, todo mundo dividindo o mesmo espaço, mas ainda assim, respeitando os sinais de trânsito e os pedestres. As ruas são largas, bem pavimentadas, a cidade é arborizada e as calçadas muito floridas. O que nos chamou a atenção logo de cara foram duas coisas: há fotos da família real espalhadas aos montes pela cidade toda e a quantidade de templos lindos, brilhosos e imponentes disputando espaço com as casas é impressionante! Não sabíamos para onde olhar, era tudo muito diferente!
3.  O povo: muuuuito simpático! Mas, cuidado, nem tudo é o que parece. Talvez pela quantidade de turistas que recebem todos os anos, os tailandeses se esforçam muito para, ao menos, arranhar o inglês. Se eles têm um sotaque muito forte ou se eles não conseguem formular frases completas, não importa... o que importa é que eles te entendem e sabem pronunciar as palavras-chave e negociar! Sim, porque tudo é negociável, todas as compras são feitas com muita pechincha.
de boas!
Mas, ao contrário do que tinha lido e ouvido falar, não achei que o povo tailandês é sempre muito amistoso. Por exemplo, se você entra numa loja, pechincha, pergunta, mas acaba indo embora sem comprar nada – coisa que fazemos aos montes por aqui -, pode contar que você será xingado pelo vendedor. Eles ficam muito bravos, talvez por terem empregado energia em algo que poderia virar um negócio mas acabou não se concretizando.
cervejotas
E as pessoas na rua... todas se mostram muito queridas quando vêm um turista e imediatamente se prestam a ajudar. Mas, na grande maioria das vezes – na verdade, não vimos nenhuma que não fosse -, essas pessoas estão ali por uma razão e não porque querem simplesmente ser simpáticas com você e realmente te ajudar. Eles estão em conluio com alguma empresa ou com outras pessoas e certamente vão te indicar algo que lhes seja benéfico.
4.  A comida: bem, com relação a esse quesito, minha impressão foi bastante positiva. A comida tailandesa é ótima, muito bem temperada e o principal: é muito barata! Salvo poucas exceções, comemos muito bem e saímos satisfeitos com o prato escolhido. Fried Rice e Phad Thai são os pratos mais típicos e comuns por lá e a inclusão de frutos do mar nos custa, mais ou menos, uns R$ 2,00 a mais! São pratos completos, saborosos e, muitas vezes, um pouco spice!
Se tiver que dar duas dicas, certamente serão o suco de laranja local (não sei como são as laranjas, mas são deliciosas!!) e o sorvete de coco servido na própria fruta. Deliciosos!!!
pensa num sorvete bom!
As cervejas são boas também, apesar de que um pouco fracas para o gosto brasileiro e MUITO fracas para o gosto europeu. Mas são baratas e, para o calor da região, vão muito bem!!! As frutas geladas cortadinhas também são uma ótima pedida. No começo, ficamos um pouco desconfiados, porque ouvimos dizer que comida de rua, gelo e água eram todos muito propensos a causar problemas estomacais, para não dizer diarreia. Mas logo vimos que essa lenda não se aplica e nos jogamos no gelo e nas frutas – estava muito quente para abrirmos mão dessas iguarias!
5.  A religião: os tailandeses são, em sua grande maioria, budistas. Na parte sul do país, onde estão localizadas as ilhas, nós encontramos muitas mesquitas e uma porção de moças muçulmanas, mas essa cena é bem difícil de ser vista em Bangkok. Então, na capital, o que você verá serão inúmeros templos, dos mais simples aos mais suntuosos e dos mais antigos aos mais modernos.
Ronald budista
As pessoas entram, fazem suas orações, suas oferendas e está tudo certo. São lugares que trazem uma paz que eu nunca havia sentido em lugar algum. E o interessante é que vemos uma porção de monges andando pela cidade, principalmente pela manhã, quando eles passam para recolher alimentos para o seu próprio sustento. Pessoas que alimentam os monges são abençoadas e têm um dia auspicioso.
E você vê sinais da religião em todo canto. Nos hotéis, praças, restaurantes, sempre há um altar com Buda, divindades, muitas flores e frutas. 
Bem, acho que como impressão, para introduzir a viagem, está bom! No primeiro dia não fizemos muita coisa, estávamos muito cansados e com um sono sem fim. Então, apenas tentamos nos acostumar com o ambiente e com o jetlag e dar uma volta pelas redondezas, tomar um primeiro contato e nos prepararmos para o dia seguinte.   

VOLTEI... PERO NO MUCHO!


Quase 3 meses sem postar. Não sei, de repente eu perdi a vontade, a coisa parou de fazer sentido... e eu apenas parei. Sempre disse que quando o blog se tornasse uma obrigação, é porque estava na hora de parar e assim eu fiz.
Nesse período eu li muitos livros, vi muitas séries, viajei, comprei muitos produtos de maquiagem e cosméticos - inclusive na própria viagem -, mas ainda assim, não me deu vontade de postar.
Mas por outros lado, eu comecei a sentir falta de escrever e achei que poderia recomeçar a usar esse espaço, mas sem qualquer compromisso e apenas quando me desse vontade. Pode ser? Hum, espero que tudo bem.
E acho que vou começar falando da minha viagem, porque foi muito diferente e acho legal ter um registro dela por aqui, a exemplo das anteriores! E convenhamos, o blog fez 5 anos, acho que esse espaço merece as fotos lindas que vêm por aí!