sábado, 9 de dezembro de 2017

BASE MAYBELLINE SUPER STAY 24HS - COR CLASSIC IVORY LIGHT - REVIEW

Como contei a vocês, comprei duas bases novas na Sephora durante a Black Friday. Uma foi da Givenchy e a outra foi esta da Maybelline. Confesso que somente a comprei porque foi baratinha e estava custando R$ 30 e poucos, porque a verdade é que eu não sabia muito sobre ela. Li resenhas rápidas que me diziam que é OK para quem tem pele oleosa e acho que isso foi o suficiente para que eu acabasse mejogando. 

Ah, importante esclarecer que eu também não fazia ideia se estava comprando na cor correta. Tudo aconteceu meio que no escuro. E, adivinhem? Por uma sorte incrível, a base se mostrou perfeita para mim.

De acordo com a marca, a base tem tecnologia Microflex, que a torna resistente ao calor, suor e umidade. Ela não mancha, tem FPS 19 e promete longa duração. A recomendação é que ela seja aplicada com esponja ou pincel. Então, em miúdos, parece uma base ótima para o dia a dia porque ela vai ficar no lugar o dia todo. Claro que no mundo real isso não acontece, porque e, pelo menos, passo maquiagem as 7hs da manhã e as 18hs eu estou só o pó! Mas, se houver um produto que mantenha a nossa dignidade pelo menos por um tempinho um pouco maior, acho que já serve.

Ela tem um efeito super natural, com uma cobertura de pequena a média – dá para construir camadas – , espalha super bem e eu acho que deixa um acabamento lindo na pele. Não é oleosa e eu não senti a minha pele mais melequenta por causa dela. Devo dizer que a cor escolhida foi a Classic Ivory Light e ela é apenas perfeita para o meu tom de pele. Tenho aplicado com esponjinha molhada – minha nova mania – e estou absolutamente apaixonada.

Ela vem com 30ml, numa embalagem de vidro. A validade é abril/2019 e se eu tivesse que mudar alguma coisa, seria simplesmente o bocal, que não conta com pump e é bem complicado de manusear. São 8 cores ao todo e o preço médio dela nas lojas é de R$ 71,00. Ela é recomendada para todos os tipos de pele. 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

LOBÃO

Nossa, esse livro meio que demorou uma eternidade inteira para ser lido. Mas isso aconteceu porque eu decidi que fosse assim. Ele é um livro bastante extenso, com mais de 600 páginas, traz uma série de fatos não só sobre o autor, mas também históricos e ele não é exatamente um romance delicinha de ser lido. Então, eu meio que deixava para lê-lo em momentos que “tivesse tempo”.

Trata-se de uma autobiografia do Lobão, com trechos de entrevistas e acontecimentos históricos e ainda alguns dados/recortes da mídia da época. Vamos combinar que ele é um artista bastante controvertido, muito criticado por tudo e por todos, mas ele é uma riquíssima enciclopédia viva e também um cara inteligentíssimo. Portanto, eu achei que o livro poderia ser bastante interessante e estava certa.
Lobão nasceu no Rio de Janeiro e nunca teve uma vida normal. Seu pai era um cara esquisitíssimo, sua mãe era absurdamente depressiva (ambos de mataram, apenas para dar um toque no relato!), e desde pequeno, ele mostrou inclinações para a música e para confusões. Ele é autodidata em bateria e violão, tem um ouvido excelente para tudo e também é um compositor talentosíssimo. Por isso, com 16 anos ele já era baterista da Banda Vímana, que contava com Ritchie e Lulu Santos.
De lá ele seguiu para a Blitz com Evandro Mesquita, tornou-se amigo e compositor de Marina Lima e Cazuza, passou a ser conhecidíssimo no meio como um cara de muito talento. Ele entrava e saia de bandas o tempo todo e estava se dando muito bem. Mas, com essa rápida ascensão, ele também passou a se embrenhar cada vez mais e mais no mundo das drogas. Ele ficava chapado o tempo todo e chegou a ir ao hospital em coma algumas vezes.
Isso deu o tom da personalidade do Lobão. Ele era um cara muito talentoso, mas também era um cara difícil de lidar. Era uma espécie de Tim Mais, rs. Ele conta uns episódios bastante engraçados e divertidos, como se a vida fosse uma eterna festa. Namorou com todo mundo, frequentava casa de traficantes, provocava a polícia e tudo o mais que quiser. Ele brigou com uma porção de produtoras, arranjou confusão com o governo da ditadura e era mais conhecido por esse lado do que pelo lado de músico em si.
Chegou a ficar um tempo preso – quando compôs Vida Bandida – e tornou-se uma espécie de ícone da marginalidade. Mas ele é aquele cara que ou você ama ou você odeia. Ele ajudou muita gente e também foi muito ajudado. Mas, se ele não gostava de você, ele ia falar na sua cara e fazer o possível para que você se ferrasse. E assim é Lobão.
Achei o livro bem verdadeiro e gostei muito de saber um pouco mais sobre Cazuza, Evandro Mesquita, Herbert Viana, Elaza Soares, Marina Lima, Liminha, Ritchie e tantos outros daquela época que foi tão rica para o rock nacional. Eu recomendo bastante o livro como uma espécie de enciclopédia.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

NATURA AQUARELA SOMBRA TINT COR NUDE - REVIEW

Eu não sei se já contei por aqui, mas eu sou alucinada por sombras em creme. Tenho uma porção delas, de marcas e preços variados e também consistências variadas – bisnaga, pastinha, potinho, etc. Elas são extremamente práticas porque podem ser aplicadas com os dados, não requerem acabamento e ainda grudam super na pálpebra, ali permanecendo o dia todo, com a mesma “radiância”.
em bisnaga
E eu acho que pelas texturas ou pela proposta, não sei, elas têm um acabamento que não se iguala às sombras em pó e dão a impressão de make elaborada, que deu um trabalhão para ficarem daquele jeito. E é por isso que eu estou sempre à procura de uma nova marca ou de uma nova sombra para chamar de minha. E numa dessas, estava há tempos de olho na sombra do post de hoje, mas deixava sempre de lado porque achava que era muito cara e eu, em verdade, não estava precisando.

Até que fiquei sabendo que ela seria descontinuada e que aquela seria minha última chance de adquiri-la e, ainda, por apenas R$ 22,00! Claro que não pensei duas vezes e acabei consumindo a versão “nude”, que na verdade é um tom mais acobreado, mas muito bonito. Ela tem um fundinho metalizado e o legal é que se você passar uma camada super fina, ela fica discretíssima, mas se você caprichar, vira uma sombra mega power aparecida e brilhosa. É aquele tipo de produto que faz uma make inteira sozinha.

A cor é muito bonita e não se parece com nada que eu tenho. Veja que esse Paint da MAC, o Bamboom, foi o mais próximo que encontrei e, mesmo assim, é bem diferente, bem mais escuro. Portanto, foi uma excelente aquisição. Ela gruda bem na pálpebra, não transfere, não sai ao longo do dia, é a prova d´água mesmo. Vem com 8ml, que é bastante, considerando o tamanho das outras sombras desse tipo que eu tenho e, apesar de eu estar usando o tempo todo, acho que vai durar muito.
À esquerda o Bamboom da MAC e à direita a Nude da natura

A validade é jan/2019 e a minha única reclamação é a mesma que eu faço para todas as minhas outras sombras em bisnaga: essa tampa que é um saco de encaixar e faz lambança. No mais, eu acho que essa embalagem de plástico é bem melhor para aproveitar todo o produto do que as da L´Oreal ou mesmo a da MAC, que acabam desperdiçando um pouco. Gostei demais, uma pena mesmo ter sido descontinuada. 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

THE SINNER

Eu assisti a uma porção de séries nos últimos tempos. Acho que o Netflix estava com algum tipo de lapso de coisas boas e, de repente, começou a pipocar algumas séries mais interessantes que me fizeram grudar no Ipad. E uma delas foi The Sinner que é apenas incrível e conta com Jessica Biel no papel principal.

A princípio, ela surge como uma pessoa absolutamente normal, casada, com um filho pequeno, vivendo numa cidade americana e levando uma vida absolutamente ordinária. Ela é um pouco estranha, na minha opinião, meio retraída, mas nada que leve a qualquer tipo de desconfiança. Até que, um belo dia, ela vai a praia com sua família, vê uma cena em que um homem e uma mulher estão se beijando ao som de uma determinada música e ela apenas surta. Ela pega a faca em que estava cortando a pêra para o filho e esfaqueia o homem até a morte.

Claro que ela vai presa! E como a cidade é pequena e geralmente nada acontece, o fato deixa os cidadãos em alvoroço. Todas as atenções se viram para esse fato e a verdade é que a polícia quer que aquilo termine logo e que a responsável seja presa e condenada. Só que O Detetive Ambrose, vivido por Bill Pullman, não está satisfeito com tal situação e quer ir um pouco mais a fundo na história, entender o motivo pelo qual o homicídio aconteceu. Isso porque, aparentemente, Cora não conhecida o rapaz e, portanto, não havia qualquer motivo para o ato.


E os episódios vão se desenrolando nesse mote, com o detetive se aprofundando cada vez mais na vida da protagonista, entrando em sua mente e, aos poucos, entendendo o que a levou a tal ato. A gente vai tomando conhecimento do passado dela, do que ela viveu, da infância duríssima com uma mãe extremamente religiosa, com uma irmã doente e dominadora/chantagista e toda uma situação que concorreu para aquele ato. A série é incrível!

sábado, 2 de dezembro de 2017

LIVRO - A IRMÃ DA PÉROLA

Bem, não vou começar rasgando seda para a Lucinda Riley, porque todo mundo sabe que eu sou completamente apaixonada por tudo o que ela escreve, em especial pela série das irmãs. E eu estava, obviamente, muito ansiosa pelo lançamento do quarto livro, o qual vai nos levar até o passado da irmã Ceci, o qual nos levará às suas origens. Mas, apesar de eu estar muito animada com a leitura e de ter adorado o livro, ele não me despertou a mesma emoção que os três precedentes, talvez porque a quarta irmã houvesse sido pintada ao público como mandona, prepotente e até mesmo opressora, principalmente com Estrela, uma das minhas irmãs favoritas. Daí que, mesmo que a Lucinda tenha atenuado tais características nesse livro, mostrando o porquê de Ceci ser desse jeito e também nos trazendo um outro lado dessa irmã, muito frágil e inseguro, por sinal, eu acabei não simpatizando tanto por ela.

Muito bem. A nossa história começa na Tailândia, onde Ceci vai fazer uma pausa de alguns dias nas praias paradisíacas, descansando e pensando um pouco em sua vida antes de embarcar para a Austrália, país de sua origem. E em Bangkok ela acaba conhecendo Ace, um cara muito reservado e com um passado misterioso, assim como o dela. Como um precisa do afeto do outro, e como um acaba não questionando a vida do outro, eles acabam passando um tempo juntos e sendo muito felizes na ocasião. Mas, uma coisa acaba levando à outra e Ceci acaba descobrindo que Ace é foragido da justiça, por ter provocado uma grande fraude em um banco inglês. E o pior é que sem querer, os atos da Ceci acabam denunciando Ace, o que faz com que a moça, que já não estava emocionalmente segura, sinta-se ainda pior.
Ela vai, então, para a Austrália, rumo ao desconhecido e é lá que a gente começa a ter contato com o passado da moça, que é lindo demais. Não vou trazer spoillers por aqui, mas basta dizer que ela tem origem aborígene, escocesa, japonesa e até alemã!!! É uma miscelânea só. E a família de onde ela veio foi muito incrível, muito forte e houve, como sempre, um amor avassalador que, por alguma razão foi interrompido/impedido, etc. E claro, uma dose de tragédias e personagens maravilhosos que fazem com que todos os livros da Lucinda sejam sempre muito espetaculares!!!