quarta-feira, 30 de abril de 2025
sábado, 1 de março de 2025
terça-feira, 1 de outubro de 2024
domingo, 30 de junho de 2024
terça-feira, 30 de abril de 2024
domingo, 31 de dezembro de 2023
segunda-feira, 3 de julho de 2023
domingo, 30 de abril de 2023
terça-feira, 7 de março de 2023
quarta-feira, 31 de agosto de 2022
quinta-feira, 30 de junho de 2022
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
LEITURAS JANEIRO E FEVEREIRO/2022
Não que ano passado eu não tenha lido bastante.
Claro que li muito mais do que a média, mas foi menos do que li nos dois
últimos anos. E eu atribuo isso a distrações por conta da pandemia e também a
excesso de trabalho, com a loja. Por isso, esse ano eu resolvi tentar ler um
pouco mais e, pela pilha acima, acho que estou indo muito bem!!
Não vou falar individualmente de cada livro, vou dizer apenas meus favoritos: Coluna de Fofo, A Hora da História, Verônica e os Pinguins, Garotas da Pérsia e A Pintora de Henna.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
LEITURAS NOVEMBRO/DEZEMBRO 2021 - FECHAMENTO DO ANO
Mais
um ano chegando ao final. Foram muitas leituras boas e densas em 2021. Menos do
que nos anos anteriores, não sei se isso se deve à falta de tempo, à escolha
por livros mais longos e difíceis ou à falta de concentração (isso pegou
bastante nesse ano que passou).
Mas
o fato é que li muito e foi ótimo. Hoje vamos, então, falar das leituras
completadas nos últimos dois meses. A começar por A Divina Comédia. Vou dizer
que fiquei contente por ter colocado mais um classicão na conta, mas assim como
O Paraíso Perdido e Jerusalém Libertada (to nessa leitura no momento), são
livros muito chatos e difíceis de serem digeridos.
De
“leituras obrigatórias” ou “recomendadas”, li Felicidade Demais de Alice Munro,
que é um livro de contos bem pesado e que devo dizer que não amei. Li também o
polonês da ganhadora do Nobel (não me obriguem a escrever seu nome) Um Amor
Feliz que é de poesia. Não sou muito fã de poesia, mas algumas eu diria que até
curti. Por fim, li Vida Dupla, a história verídica de um grupo de amigas árabes
e suas confidências, incertezas, inseguranças num mundo machista e fechado.
Achei interessante, gostosinho de ler.
Li
também alguns títulos da TAG, mas eu devo dizer que a curadoria das leituras
anda meio difícil. Faz tempo que não leio uma indicação super interessante
deles. Li Clara da Luz do Mar, que até que foi bom porque a autora é haitiana e
eu nunca tinha lido nada desse país. Li também A Última Parada, um livro bem
legal sobre uma garota que ficou presa na linha do tempo dentro do metrô de NY.
Apesar da trama besta, a leitura é bem fluida e gostosinha.
Li
Aprender a falar com as plantas, um dos livros mais chatos dos últimos tempos.
Alías, acho que tirando o Zafón, eu odeio todos os autores catalães. Que mais?
Ah, li Nada para ver aqui, mas um livro com um enredo super estranho: uma
pessoa sem experiência nenhuma, que teve uma vida difícil, se vê na condição de
cuidar de duas crianças, filhas de um famoso congressista, que sofrem de
combustão espontânea... mas posso falar? Amei!! O Menino Mamba Negra é bem
interessante também, retrata a trajetória de uma criança africana no norte do
continente durante a guerra. Terrível!!
Li
duas pseudo biografias muito interessantes também. Uma delas foi Maria Bonita,
que obviamente conta toda a história do grupo de cangaceiros que aterrorizou o
Nordeste na primeira metade do século passado, com foco na esposa de Lampião.
Excelente! E também Imperatriz Leopoldina do Brasil, que trouxe mais
conhecimento sobre essa mulher incrível e os benefícios que ela trouxe para o
Brasil.
Por fim, li Longe das Aldeias, um livro curtíssimo que fala sobre uma família de imigrantes fugitivos da segunda guerra e sua adaptação (ou não) aqui no Brasil. Eu achei bem gostoso de ler. E deixei por último o melhor: Os Mistérios Templários. Cada capítulo desse livro eu abria a boca e não conseguia fechar novamente. Muita curiosidade, muita informação histórica e muita quebra de paradigmas. Excelente!!!
terça-feira, 27 de julho de 2021
LIVRO - TRABALHADORES DO MAR
Mais
um livro do Victor Hugo lido e mais um livro do Victor Hugo amado. É muito
impressionante como a gente acaba se apegando à escrita e ao jeito que um autor
costuma contar suas histórias. Sim, porque entre Os Trabalhadores do Mar, Os
Miseráveis e O Corcunda de Notre Dame não há nada em comum a não ser serem
ambientados na França! Na teoria, porque na prática, e de acordo com o próprio
autor, trata-se de uma trilogia, que aborda igreja, homem e estado...
Muito
bem, nos Trabalhadores do Mar temos Lethierry, um rico homem que possui duas
preciosidades em sua vida: Déruchette, sua sobrinha querida a quem tem como uma
filha e Durande, seu barco querido, de onde tirava todo o seu sustento. Essas
são sua razão de viver.
E
temos de outro lado Gilliatt, um homem extremamente misterioso. Vive sozinho
numa mansão mal assombrada, quase não conversa com ninguém e é tido por muitos
como feiticeiro. As pessoas o evitam e ele evita as pessoas. Vive como um
ermitão e é exímio conhecedor do mar. Gilliatt e Lethiery, no entanto, possuem
duas coisas em comum: ambos habitam a ilha de Guernesey (onde Victor Hugo ficou
em seu exílio) e compartilham seu amor por Déruchette.
O
curioso é que Gilliatt nunca se declarou à Déruchette e Lethiery, por sua vez,
anda a procura de um noivo especial para sua amada sobrinha, sem nunca, claro,
sequer ter cogitado o esquisito habitante daquela ilha. Até que algo acontece e
o cenário desse romance começa a dar uma guinada: Durande, o barco amado de
Mess Lethiery bate nas rochas e é destruído. O motor da embarcação fica
intacto, mas o barco não tem mais a menor serventia.
Com
seu tio completamente desolado e apático, Déruchette, então, anuncia que se
casará com o corajoso marinheiro que se aventurar naquelas águas e resgatar o
motor de Durande. Adivinhem quem se anima e embarca nessa aventura? Claro,
nosso herói: Gilliatt!!
Aí,
nesse momento se inicia um rolê que vai tomar mais da metade do livro e pode
ser descrito como um misto de todos os filmes mais absurdos já vistos: Indiana
Jones, as Minas do Rei Salomão, McGyver, A Múmia e tudo o mais que vocês
quiserem. Gilliatt enfrenta tempestades, fome, frio, monstros marinhos,
tormentas... quando você acha que finalmente vai dar certo a empreitada do homem,
Victor Hugo inventa mais uma!
Daí...
spoiler a partir de agora.
A
parte mais maravilhosa (e tristemente engraçada), é que o coitado, depois de
tanta emoção, finalmente consegue retornar à Guernesey com o motor da Durande e
vai até a casa de Lethiery reivindicar a mão de Déruchette. E claro, Lethiery
contentíssimo, não pensa duas vezes e praticamente joga sua sobrinha nas mãos
do herói. Só que Gilliatt demorou tanto pra concluir sua missão, mas tanto, que
sua bela noiva apaixonou-se por outro e não quer nem saber de se casar com
aquele maltrapilho (imaginem o estado do homem depois dessa aventura).
E aí, meu bem, Gilliatt não só aceita que perdeu sua amada, depois de todo esse rolê, como a ajuda a se casar com o novo pretendente e morre vendo o barco dos noivos no horizonte. Gente.... Victor Hugo poderia ter dado um fim melhor a esse coitado, convenhamos!!!
domingo, 28 de fevereiro de 2021
LEITURAS DO MÊS DE FEVEREIRO/2021
- Agatha Christie - O Assassinato de Roger Ackroyd
- Contos do
Casmurro - Machado de Assis
- Longo e
Claro Rio - Liz Moore
- Mulheres
sem Nome - Martha Hall Kelly
- Mistérios
Perdidos - Arthur Conan Doyle
Fevereiro foi um mês meio parado nas leituras por
3 motivos: a) é um mês mais curto, b) eu também estou lendo E o Vendo Levou,
que ainda não foi concluído e, portanto, não apareceu por aqui, c) eu estou
super ocupada com o trabalho e cum uma tremenda dificuldade de concentração
para os livros. Dito isso, vamos ao que rolou.
Mulheres
sem Nome foi uma surpresa muito agradável, vai ter post sobre por aqui. É mais
uma livro de histórias terríveis sobre as atrocidades cometidas no nazismo. É
um livro forte, com cenas meio chocantes, mas eu apenas amei e devorei em pouco
tempo.
Foi
assim também com Longo e Claro Rio que também terá post por aqui. É um triller
policial, com uma história até que bem batida, sem nada demais, Mas a escrita é
muito cativante e você simplsmente não consegue parar de ler, fica o tempo todo
querendo saber o que vai acontecer a seguir. Recomendo!
Contos
do Casmurro traz um compilado de histórias do mestre Machado de Assis, todas
envolvendo traição. Adorei! Alguns dos contos eu já conhecia, como A
Cartomante, mas a maioria era inédita pra mim e eu confesso que foi uma leitura
bem prazerosa.
Agatha Christie não tem o que dizer, é sempre uma delícia e eu fico contente de ter devorado mais um livro da lista. Eu acho que a única decepção do mês ficou por conta de Sir Arthur Conan Doyle. O livro Mistérios Perdidos é um compilado de 3 contos, todos muito chatos, bastante medíocres e com finais decepcionantes.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
LIVRO - O ASSASSINATO DE ROGER ACKROYD
Em
uma noite de setembro, o milionário Roger Ackroyd é encontrado morto,
esfaqueado com uma adaga tunisiana – objeto raro de sua coleção particular – no
quarto da mansão Fernly Park na pacata vila de King’s Abbott. A morte do
fidalgo industrial é a terceira de uma misteriosa sequência de crimes, iniciada
com a de Ashley Ferrars, que pode ter sido causada ou por uma ingestão
acidental de soníferos ou envenenamento articulado por sua esposa – esta,
aliás, completa a sequência de mortes, num provável suicídio.
Os três crimes em série chamam a atenção da velha Caroline Sheppard, irmã do dr. Sheppard, médico da cidade e narrador da história. Suspeitando de que haja uma relação entre as mortes, dada a proximidade de miss Ferrars com o também viúvo Roger Ackroyd, Caroline pede a ajuda do então aposentado detetive belga Hercule Poirot, que passava suas merecidas férias na vila.
Ameaças, chantagens, vícios, heranças, obsessões amorosas e uma carta reveladora deixada por miss Ferrars compõem o cenário desta surpreendente trama, cujo transcorrer elenca novos suspeitos a todo instante, exigindo a habitual perspicácia do detetive Poirot em seu retorno ao mundo das investigações. O assassinato de Roger Ackroyd é um dos mais famosos romances policiais da rainha do crime.
|
TÍTULO |
PUBLICAÇÃO |
CLASSIFICAÇÃO |
PERSONAGENS |
|
1920 |
* * * * |
Poirot, Hastings & Japp |
|
|
1922 |
* * * |
Tommy & Tuppence
Beresford |
|
|
1923 |
* * * * * |
Hercule Poirot &
Hastings |
|
|
1924 |
* * * |
Coronel Johnny Race |
|
|
1924 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1925 |
* * * * |
Battle |
|
|
1926 |
* * * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1927 |
* * * * |
Poirot, Hastings & Japp |
|
|
1928 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1929 |
* * * * |
Battle |
|
|
1929 |
* * * |
Tommy & Tuppence Beresford |
|
|
1930 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1930 |
* * * * |
Harley Quin & Satterthwaite |
|
|
1931 |
* * * * |
||
|
1932 |
* * * * |
Poirot, Hastings & Japp |
|
|
1932 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1933 |
* * * * |
Poirot, Hastings & Japp |
|
|
1934 |
* * * * * |
Bobby Jones & Frances Derwent |
|
|
1934 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1934 |
* * *
* |
Parker
Pyne |
|
|
1935 |
* * * * |
Hercule Poirot & Satterthwaite |
|
|
1935 |
* * * * |
Hercule Poirot & Japp |
|
|
1936 |
* * * * * |
Poirot, Hastings & Japp |
|
|
1936 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1936 |
* * * * |
Poirot, Battle, Ariadne Oliver & Johnny Race |
|
|
1937 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1937 |
* * * * |
Hercule Poirot & Johnny
Race |
|
|
1937 |
* * *
* |
Hercule
Poirot |
|
|
1938 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1938 |
* * * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1939 |
* * * * |
Battle |
|
|
1939 |
* * *
* * |
||
|
1939 |
* * * * |
Poirot, Miss Marple & Parker Pyne |
|
|
1940 |
* * * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1940 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1941 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1941 |
* * * * |
Tommy & Tuppence Beresford |
|
|
1942 |
* * *
* |
Miss
Marple |
|
|
1942 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1943 |
* * * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1944 |
* * * * |
Battle |
|
|
1945 |
|||
|
1945 |
* * * * |
Johnny Race |
|
|
1946 |
* * * |
Hercule Poirot |
|
|
1947 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1948 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1949 |
* * * * * |
||
|
1949 |
* * * * |
Hercule Poirot, Miss Marple |
|
|
1950 |
* * * * |
Miss Marple & Craddock |
|
|
1951 |
* * |
||
|
1952 |
* * * * |
Hercule Poirot & Ariadne Oliver |
|
|
1952 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1953 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1953 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1954 |
* * * |
||
|
1955 |
* * * * |
Hercule Poirot & Felicity Lemon |
|
|
1956 |
* * * * * |
Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver |
|
|
1957 |
* * *
* |
Miss
Marple & Craddock |
|
|
1958 |
* * * * |
Arthur Calgary |
|
|
1959 |
* * *
* |
Hercule
Poirot |
|
|
1960 |
* * * * |
Hercule Poirot, Miss Marple |
|
|
1961 |
* * * * |
Ariadne Oliver |
|
|
1962 |
* * * * * |
Miss Marple & Craddock |
|
|
1963 |
* * |
Hercule Poirot |
|
|
1964 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1965 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1966 |
* * * * |
Hercule Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver |
|
|
1967 |
* * * |
||
|
1968 |
* * * * |
Tommy & Tuppence Beresford |
|
|
1969 |
* * * * |
Hercule Poirot & Ariadne Oliver |
|
|
1970 |
* * |
||
|
1971 |
* * * * |
Miss Marple |
|
|
1972 |
* * *
* |
Hercule
Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver |
|
|
1973 |
* * * |
Tommy & Tuppence Beresford |
|
|
1974 |
* * * * |
Hercule Poirot |
|
|
1975 |
* * *
* * |
Hercule
Poirot & Hastings |
|
|
1976 |
* * * * |
Miss Marple |
Outros livros de Agatha Christie da
coleção Record/Altaya
|
TÍTULO |
PUBLICAÇÃO |
CLASSIFICAÇÃO |
INFORMAÇÃO |
|
1931 |
Livro escrito com outros autores |
||
|
1954/1944 |
* * * * * |
Livro escrito em forma de peça de teatro |
|
|
1945/1952 |
* * * * |
Livro escrito em forma de peça de teatro |
|
|
1954/1944 |
* * * * * |
Livro escrito em forma de peça de teatro |
|
|
1946 |
Escrito sob o nome de Agatha Christie Mallowan |
||
|
1958/1960 |
* * * * |
Livro escrito em forma de peça de teatro |
|
|
1971 |
* * * |
Coleção de pequenas histórias |
|
|
1975 |
* * * |
Biografia por Jeffrey Feinmann |
|
|
1977 |
|||
|
1983 |
* * * |
Casos escritos com outros autores |



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