quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

NATURA AQUARELA CORRETIVO FACIAL - COR 02 - REVIEW

Mais um produtinho comprado na Black Friday e esse, em particular, virou uma espécie de queridinho da vida! Eu tenho olheiras bem fundas e escuras e confesso que não sou do tipo que tem agonia e quer cobrir tudo. Não, eu sou do tipo que gosta de disfarçá-las, mas aprendeu a conviver com elas de uma forma mais harmônica. Prefiro que fiquem um tiquinho aparentes, mas que o aspecto fique um pouco mais natural do que ficar com aquela coisa mais pesada ou craquelenta na cara.  

Durante muitos anos eu usei corretivos da MAC – de diversos tipos - e confesso que quando acabaram, fiquei me perguntando como conseguiria viver sem eles. Daí eu comecei a usar um bem ruinzinho da L´Oreal e depois outro pior ainda da Ruby Rose e, por fim, um da Quem Disse Berenice – esse aqui – que, de toda essa segunda leva, era o melhorzinho, mas ainda assim não chegava a me deixar feliz.

Com a chegada da Black Friday, fiz algumas compras no site da Natura, dentre elas, esse corretivo que estava bem baratinho, coisa de R$ 15,00 e que prometia atender aos meus anseios. A embalagem tem 8ml, o aplicador é tipo de gloss, a validade é 10/2019 e a cor escolhida foi o bege médio 02. A marca disponibilizou 6 cores ao todo e a minha é a segunda mais clara. Segundo a marca, “O Corretivo Facial Aquarela possui uma cobertura suave e eficaz. Corrige as imperfeições da pele de forma natural, oferecendo acabamento e uniformização da pele. Sua textura suave tem secagem rápida e ótima durabilidade.

E vou dizer que o negócio é babado!!! Eu ouso dizer que ele é até mesmo melhor do que os da MAC, porque a cor ficou mais perfeita no meu tom de pele e a cobertura além de fabulosa, é super natural! E o melhor e mais incrível: a durabilidade é muito boa, o produto fica o dia todo grudado nas olheiras – eu também passo nos pontos de maior necessidade no rosto – sem escorrer, craquelar ou mudar a oleosidade no local. Claro que eu selo o produto com um pó translúcio da Mary Kay, mas eu faço isso com todos e sei que não é isso que muda o aspecto da make. Apaixonada!

domingo, 7 de janeiro de 2018

LIVRO - OS MENINOS QUE ENGANAVAM NAZISTAS

Os irmãos Joseph e Maurice são dois garotos judeus em idade escolar. Seu pai e demais irmãos mais velhos são cabeleireiros e todos vivem na França onde, até o momento, o regime nazista ainda não fez qualquer estrago. Em outras palavras, ser judeu para essas crianças ainda não era um problema. Mas, como bem sabemos, esse cenário muda com a invasão de Hitler em território francês e os garotos, que sequer sabiam o significado da palavra “judeu”, passam a ser hostilizados por colegas de salas e até mesmo por seus professores.

Até que um dia a coisa aperta e seu pai lhes dá instruções de como deverão siar de casa e seguir uma jornada até a fronteira para a França Livre, onde encontrarão liberdade e conforto. O problema é somente um: chegar até lá. Não será uma jornada nada fácil, principalmente se você sempre viveu sob a proteção de sua família e não faz muita ideia do que está realmente acontecendo mundo afora e o que é ser judeu nesse contexto. Mas, a verdade é que o caminho é bastante interessante e eles se deparam com pessoas surreais, que parecem até que foram colocadas diante dos garotos.
A partir daqui, spoillers.
Os garotos chegam com segurança no destino final e, bizarramente, sem passar por qualquer tipo de perrengue grave. Eles se encontram com seus irmãos mais velhos e parecem que o local oferece segurança. E, a partir daí, o livro vai partir para outro tipo de narrativa. A gente vai acompanhar o dia a dia da família – que acaba se reunindo em Nice – e tomar conhecimento de fatos históricos importantes e não tão divulgados, como a resistência francesa, a rendição dos italianos, a chegada dos aliados, os acontecimentos no norte da África e também na Rússia e todos os demais fatos que culminaram com a derrocada dos nazistas.
E a família fica bem até a rendição da Itália aos aliados. Com esse fato, a Alemanha acaba invadindo a parte livre da França e a família Joffo se vê novamente na situação de ter de se separar. Os garotos são enviados a uma espécie de fazenda, aparentemente tranquila e livre de problemas. Aparentemente porque eles acabam sendo pegos e passam 1 mês inteiro na sede da Gestappo sendo interrogados, situação da qual conseguem se livrar por um milagre, uma boa lábia e com a ajuda de pessoas queridas. Aliás, é muito legal ver através do livro que a guerra foi um horror, mas com ela, aflorou a solidariedade de pessoas queridas, que arriscaram as próprias vidas em favor de salvar alguns judeus de um destino fatal.
Com a prisão de seu pai e a iminência de serem descobertos, os irmãos saem novamente em fuga, desta vez, rumo ao norte, para a casa de uma de suas irmãs e, depois, para tantos outros lugares. A verdade é que durante o período de guerra, eles jamais descansaram. Estavam sempre em fuga, sempre descobrindo um novo ofício, um novo esconderijo e diante de uma nova expectativa do que estaria por vir. O livro, claro, termina com o fim da guerra e a libertação da França. A família Joffo retorna sã e salva à Paris, menos o patriarca que, infelizmente, e sem o fornecimento de qualquer detalhe, não teve a mesma sorte.

Trecho terror, mas que define a guerra para uma criança: “Não tiraram  minha  vida,  mas fizeram pior: roubaram minha infância, mataram em mim o menino que eu podia ser... Talvez tenha me tornado duro demais, cruel demais; quando prenderam meu pai, nem sequer chorei. Um ano atrás, teria  aberto um berreiro.”

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SÉRIE - GODLESS

Assisti em meados de dezembro a uma série realmente boa no Netflix: Godless. São poucos capítulos, uma única temporada e um grande elenco, que conta com Michelle Dockery (a Lady Mary de Dowtown Abbey), Jeff Daniels, Thomas Sangster (de Game of Thrones), Kim Coates (o Tiggy de Sons of Anarchy), Sam Waterson (de Frank and Jane), dentre outros. A história é clássica de bang bang e a produção é apenas incrível!

No velho oeste do final do século XIX há uma imensidão desértica e uma porção de pessoas lutando pela própria sobrevivência, o que por si só já é algo bem complicado. As cidades vivem da exploração de minas, dos bordéis... e a verdade é que não há muito o que se fazer a não ser torcer para que não haja algum tipo de ataque indígena de uma tribo mais hostil ou um ataque de um bando sanguinário. Essas situações, infelizmente, são frequentes e devem ser evitadas.

Puxando o coro dos bandidos há Frank Griffin (Jeff Daniels), um poderoso e destemido fora da lei que utiliza-se de seu bando sanguinário para aterrorizar essas cidadelas e se apoderar de todas as riquezas disponíveis Claro que tudo isso acontece com uma certa dose de crueldade para com aqueles que cruzam o seu caminho. Mas Griffin não anda muito contente porque Roy Goode, um de seus protegidos, que foi criado como filho, resolve abandonar o grupo. Só que Goode não partiu em carreira solo. Na verdade, Goode e Griffin passam a cassar-se e esse torna-se o mote da série.

Nesse contexto, há uma cidade, La Belle, basicamente habitada por viúvas e crianças. Isso porque os homens morreram todos numa explosão da mina local. Mas, não pense que por conta disso a cidade é frágil ou fácil de se invadir, porque as mulheres são realmente duronas. Num belo dia, aparece por lá Roy Goode, o suposto perigoso e conhecido assassino/bandido, mas as mulheres desconhecem sua história e, como ele se mostra um cara legal e extremamente útil, ele é acolhido.
E aí, quem vai ganhar esse embate?????

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

ILUMINADO

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VIAGEM FRANÇA - DIA 07 - TORRE EIFFEL, INVALIDES E ARCO DO TRIUNFO PASSANDO PELA CHAMPS ELYSÈES

um dos looks favoritos da viagem. A blusa é F21, a jaqueta é Ralph Lauren de brechó e a calça era da minha mãe e é de 1985!

Um dia bem molhado, para se dizer assim, e o primeiro da viagem com uma temperatura mais fresca. Por volta das 8hs da manhã já estava no Trocadero, região que não fica próxima ao hotel, mas que tem metrô na porta e com linha direta de onde estava, o que facilita bastante. De lá, é possível ter a visão mais bonita e inteira, digamos assim, da Torre Eiffel, porque fica muito próximo, porque é alto e porque não tem nada na frente atrapalhando. Todas as fotos lindas que a gente vê por aí foram tiradas de lá.
E queria dizer que, apesar de ter visto a torre em diferentes ângulos e locais na primeira semana de viagem, vê-la tão pertinho nesse dia me emocionou bastante. Tirei um milhão de fotos, fiquei um tempão por lá admirando e depois segui para o café da manhã delicioso numa bolangerie nas proximidades. Aliás, devo dizer que a pastisserie francesa é maravilhosa, mas eu acho que nesse dia comi o melhor croissant de amêndoas da viagem toda. E com uma xícara de café naquele dia super fresquinho... nada poderia ter caído melhor!
Segui para a torre, com ingresso comprado e agendado previamente do Brasil – aconselho com amor. Passei pela segurança mais acirrada até o momento, com detector de metais power, exatamente no momento em que a chuva começava a cair com emoção! Tudo certo, segui para o funicular de subida. Meu irmão havia me alertado que esse elevador é super lotado de gente porque, para dar vasão à fila, eles lotam o lugar até não caber mais nenhum alfinete. Estava um pouco nervosa com isso, porque sou claustrofóbica. Mas, a verdade é que, não sei se por causa do horário ou da chuva, mas estava bem tranquilo e dava até para passear dentro do elevador.

Fui ao primeiro e ao segundo andares, tirei zilhões de fotos, fui à lojinha, enrolei um pouco e quando desci, começou uma chuva de respeito! Não era uma garoa ou uma pancada de verão que terminaria logo, era uma daquelas chuvas que prometiam acabar com o meu dia. Fiquei um tempo debaixo de um toldo com mais uma galera, estava somente com uma capa de chuva, uma alpargata que já estava ensopada e... uma calça branca! Fiquei uma meia hora desse jeito, com frio, até que pensei: ou eu encaro a chuva ou eu simplesmente esqueço o dia. E claro que optei pela primeira alternativa.

Fui andando até o Invalides, que era o meu destino, debaixo de uma chuva daquelas que nem dava para enxergar direito. Não consegui abrir o mapa, nem saber se estava na direção certa. Consegui chegar por lá depois de uma meia hora de caminhada e com a região abaixo do joelho completamente ensopada. A sorte é que eu passaria a próxima etapa da viagem dentro de um museu, protegida de chuva.

Bem, o local foi construído por Luís XIV para veteranos de guerra que retornavam precisando de cuidados ou, simplesmente, de apoio. Muito moderno para a época e muito incrível, na minha opinião. Eu li em alguns lugares que foi bem bacana e funcionou muito bem para o propósito. 

Tempos depois, foi transformado no museu da guerra. Devo dizer que foi um dos meus locais preferidos da viagem. Por fora, ele é maravilhoso, com essa cúpula dourada que é vista a quilômetros de distância. Por dentro, ele é separado em setores: Primeira Guerra, Segunda Guerra, Napoleão, setor medieval, dentre outros. Eu fiquei realmente muito impressionada com o setor da Segunda Guerra, de tão completo e tão maravilhoso. É realmente uma aula de história, e eu recomendo calma e tranquilidade, porque não é um lugar para se ter pressa.

Por lá, você encontra lojinhas incríveis – das mais legais, juro -, um restaureco meia boca, onde comi um sanduba horroroso, restaurantes chiques e uma igreja das mais bonitas que vi na França, a Igreja Saint Louis des Invalides. Na frente, há um panteão, onde estão sepultados Napoleão – suas cinzas, na verdade -, além do general Foch e outros militares importantes para a história da França.

Quando saí do museu, em torno de 16hs, a chuva havia dado uma trégua. Não havia parado, mas estava mais calma e eu consegui andar com mais tranquilidade. Segui em direção à Place de la Concorde, onde já havia estado dias antes, com o objetivo de seguir à Champs Elisees, começando do início e terminando no finalzinho dela, rs. 

Aproveitei na praça para ver a placa que dizia que Luiz XVI e Maria Antonieta haviam sido decapitados por lá, uma vez que não havia prestado atenção no primeiro dia. Segui andando pela avenida mais famosa de Paris. O começo dela é bem bonito, muito arborizado, com um jardim bem aconchegante. Depois, confesso que ela se torna uma espécie de Times Square de luxo. Achei bem meia boca, cheio de turistas, lojas decadentes, bugigangas turísticas, muitos mendigos... foi o ponto baixo do meu dia!
E fui andando bem despretensiosamente até o finalzinho dela, que é exatamente o Arco do Triunfo, que é bem maravilhoso! A Champs Elisees acontece numa subida, ainda que não muito inclinada, e o arco fica lá no topo, de onde se tem uma visão linda da avenida e de onde se pode tirar fotos maravilhosas. Lá tem o túmulo do soldado desconhecido e no dia em que fui estava tendo uma cerimônia de aniversário da desocupação nazista na França. Por lá, vários senhorzinhos condecorados segurando bandeiras, uma fofura. Eles entraram ao som de uma banda e depositaram flores no monumento.

Voltei pela Champs Elisees do outro lado em direção a Place de La Concorde, de onde pegaria o metrô de volta para o hotel. Jantei crepe na parte arborizada da avenida!

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

GIVENCHY TEINT COUTURE BALM - COR NUDE BEIGE - REVIEW

Eu dei uma pirada na Black Friday, como muita gente por aí, e acabei mejogando em diversos produtos. Alguns deles eu estava querendo há tempos e aguardando o momento e outros, como é o caso do de hoje, simplesmente aconteceu, rs! Veja, normalmente, ele custa R$ 249,00, isto é, um preço que nunca, jamais imaginei pagar por uma maquiagem, mesmo que seja uma base. E na promoção da Black Friday, ele estava saindo por R$ 109,00! 

A questão é que, para ser bem honesta, eu me empolguei tanto com o produto, com o fato de estar adquirindo algo de uma marca que eu não conseguiria comprar numa situação normal, que nem pesquisei muito sobre o assunto e acabei comprando no escuro.

Trata-se de um teint balm, que é aquela espécie de base mais levinha, algo sem muita cobertura, como se fosse um BB Cream, mas sem toda aquela coisa dos benefícios. De acordo com a marca, e o próprio site da Sephora, esse produto ajuda a uniformizar o tom da pele e deixá-la com uma espécie de radiância natural. Em outras palavras, trata-se de uma base levinha que deixa o aspecto da pele mais bonito. Ou seja, ótimo, é exatamente isso que eu procuro num produto para o rosto.

Promete textura macia, correção de imperfeições e linhas finas. Não traz na composição elementos gordurosos, ao contrário, é formado por uma infinidade de elementos voláteis que evaporam em contato com a pele. Tem na composição flor de jasmim, vitamina E, antioxidantes, proteção contra os raios UV e poluição e SPF 15. A promessa é de cobertura por até 12 horas. A embalagem de bisnaga – que eu achei ótima, por sinal – traz 30ml de produto e validade para outubro/2019. A cor escolhida foi a Nude Beige – 4.

Muito bem. Devo dizer que gostei bastante da embalagem, que é bonitinha, clean, prática e o bocal é excelente para o controle do produto. A consistência é mais de base do que de BB Cream, mas ele realmente tem um toque bem gostoso e suave, é super fácil de espalhar e a cobertura é bem leve. Eu costumo misturar minhas bases com o protetor solar e tudo isso junto deixa a minha pele do jeito que eu gosto para o dia a dia. Vou dizer que para uma festa ou mesmo uma saída a noite, eu tenho preferido produtos com uma cobertura um pouquinho melhor, mas para trabalhar, está OK.
Não achei que a durabilidade dele é melhor ou pior do que os outros produtos que eu tenho – sempre acho que minhas coisas não duram nada na minha pele. E, para ser bem honesta, por R$ 109,00 ele é um ótimo produto, mas teria ficado bem brava se tivesse pago R$ 249,00 porque eu não acho que ele é algo de outro mundo ou superior ao BB Cream da L´Oreal que tenho no meu organizador.