quarta-feira, 8 de março de 2017

SÉRIE - SONS OF ANARCHY

Sim, estou viciada em mais uma série!!! E a parte boa é que essa tem 7 temporadas completas e eu não vou precisar ficar esperando, ansiosa e impaciente, a próxima temporada. Está disponível no Netflix e eu recomendo com amor se você curte boas histórias, personagens durões, muito sangue, amizade e motos!

A série nos leva a Califórnia, numa cidade pequena chamada Charming. Lá, há uma gangue de motoqueiros, os Sons of Anarchy, que, além de uma grande família, onde há união, muito amor e companheirismo, como não poderia deixar de ser, sobrevive de atividades ilícitas. E claro, se você é um morador pacato da cidade ou se você está de acordo com esse pessoal, sua vida seguirá tranquila. Do contrário, prepare-se para morrer, porque eles matam mesmo e não estão de brincadeira. 

E para dar aquele gostinho, claro que há gangues rivais e é aí que a sanguinolência começa!! Tem bastante bang bang e testosterona, minha gente!! Mas a gente se apega aos personagens - muitos deles bonitinhos -, a gente torce pelo bandido, vibra com mortes de mocinhos... e a vida segue, rs!! recomendo porque é bem legal! Ah, esqueci de falar que a série foi baseada na história verídica dos Hell Angels. 

terça-feira, 7 de março de 2017

LIVRO - ORGULHO E PRECONCEITO

Eu aaaamo os livros da Jane Austen que, não fossem a temática apresentada e a riqueza de detalhes para com a construção dos cenários e costumes da época, eu custaria a acreditar que viveu no início do séc. XIX. Eu falo isso porque ela é muito a frente de seu tempo, questionando as atitudes dos mais velhos, dos homens, custando a aceitar a submissão das mulheres e das classes. Acho isso realmente muito empolgante em seus livros.

Orgulho e Preconceito é, talvez, o seu livro mais famoso e conhecido - eu mesma já havia assistido ao filme 1 milhão de vezes – e estava na minha lista de leitura para 2017. Ele, tal qual os demais, é ambientado no interior da Inglaterra e tem como núcleo uma família numerosa, só de mulheres. As duas filhas mais velhas, Elizabeth e Jane são educadas, inteligentes e possuem modos delicados; já as mais novas e a própria mãe, têm cabeça de vento e só querem saber se futilidades e namoricos.
A família Bennet é simples, sem posses, mas muito assediada pelos vizinhos e pelos forasteiros. E tudo irá mudar quando os amigos e cavalheiros riquíssimos Bingley e Darcy – sim, o famoso Mr. Darcy -, compram uma residência nos arredores e passam a conviver com as meninas Bennet. Aguardem muitos dramas, intrigas, romances melosos e cenários minuciosamente descritivos. É um livro que não só nos traz um relato impressionante sobre os costumes da época, como também aborda uma trama delicinha. 

sexta-feira, 3 de março de 2017

VIAGEM - PRÓXIMO DESTINO MÊS A MÊS

Mais um mês se passou e eu devo dizer que esse sim foi bastante produtivo para a minha viagem. Faltam 5 meses para a trip e agora eu já estou comprando efetivamente os ingressos para museus, passeios, etc. E o que eu estou achando muito bom, pelo menos por enquanto, é que muitos dos ingressos não têm uma entrada com dia e horário marcados, mas sim, algo mais livre como “3 meses de validade”, “válido para dia XX a qualquer horário” e isso torna a minha vida muito mais fácil e a viagem mais maleável.

Bom, primeiro, devo dizer que já paguei a paulada de R$ 257,25 para renovação do meu passaporte que venceu agora em fevereiro e já estou com essa providência devidamente resolvida, ou ao menos engatilhada. É um gasto chato, mas bastante necessário e essencial à viagem... eu acho que é como o gasto com o seguro saúde, que custa uma grana e eu, pelo menos, nunca tive de usar. No mais, fico feliz em ter tirado esse peso dos meus ombros e já posso partir para outras áreas.
Nesse mês que passou eu consegui dar uma boa ajeitada no meu roteiro, fechei mais alguns dias da viagem, sendo dentro mesmo de Paris ou fora e, com esses dias já devidamente projetados, consegui também comprar entradas/ingressos para alguns eventos. O primeiro deles foi para a casa e jardins do Monet, em Giverny, que é a coisa mais linda desse mundo. Não fica em Paris, mas sim nos arreadores – vou ter que me virar com trem e ônibus -, mas é absolutamente imperdível (E 9,50). Depois, comprei a entrada para o Museu da Moda, que fica em Paris, próximo a Tuileries e eu me apaixonei só de ver as fotos no site!! Acho que vou surtar demais com esse lugar (E 11,00). Por fim, e o mais caro de todos, comprei um tour para a região do Vale do Loire (US$ 173,00).
Eu já tive esse tipo de experiência quando fui para Füssen na Alemanha – quem quiser dar uma olhadinha, tem post aqui. Não sou nem um pouco a favor de excursões, ônibus turísticos e guias. Mas, há algumas situações em que não temos muita escolha e eu acho realmente que a viagem fica mais proveitosa com um tour guiado. Lá em Füssen, por exemplo, eu visitei 1 cidadezinha (Oberammergau) e mais 2 castelos ( Neuchwainstein e Linderhof) e ainda, durante o caminho, fui ouvindo a história sobre a região, construção, reis, etc. Não teria conseguido fazer metade disso se tivesse optado por ir de trem, ônibus, etc. E nos locais, você fica solto, só tendo de se atentar para o local e horário de encontros. Não acho tão ruim, no final das contas.
E voltando para a França, contratei esse tour que vai me levar para o Vale do Loire, me possibilitando visitar 3 castelos num único dia, com as entradas já inclusas no pacote. Não é um tour barato, claro que não, mas não terei de me preocupar com transporte, que é feito por ônibus com ar condicionado, guias que falam português e todas as demais comodidades do passeio. Acho que, para esse caso em específico, vale muito a pena. Pretendo contratar um pacote semelhante também para ir ao Mont Saint Michel, mas ficará mais para frente.
Bom,  essas foram as providências tomadas no mês que passou. Sigo traçando meu roteiro e quanto às atrações, vou comprando aos pouquinhos, porque meu bolso não consegue dar cabo de tudo de uma vez!

DOCUMENTÁRIO - WHAT HAPPENED MISS SIMONE?

Eu nem estava com muita vontade de assistir a esse documentário, mas ele estava disponível para dowload no Netflix e eu preciso de vídeos que possam ser assistidos off-line quando estou na academia. No final das contas, gostei de conhecer a história dessa pessoa tão incrível, mas achei o documentário um pouco chato, cansativo... não sei, acho que o jeito como ele foi feito não empolga muito.

Pois bem, Nina Simone nasceu no sul dos EUA e cresceu naquele período ótimo (sqn) de segregação racial. Sua mãe trabalhava na igreja e desde pequena ela foi colocada para tocar piano. Notando que a criança tinha talento, ela foi enviada para aprender música clássica com uma senhora branca e, já adulta, Nina era um sucesso no instrumento. Só que seu sonho de ser a primeira negra a tocar música clássica mostrou-se um pouco longínquo na vida real e ela percebeu que para se sustentar, teria de tocar em clubes e casas de show. E foi nesse momento que ela também tomou conhecimento de que sua função era empolgar o público com músicas modernas, além do fato de que teria também de cantar.

E foi assim que Nina se mostrou uma excelente cantora de jazz e fez muito sucesso com seu piano. Casou-se com o homem que era seu produtor, tinha uma banda incrível, muitos fãs, ganhava din din a rodo e o público a adorava. E isso durou até que ela começou a se engajar muito fortemente nos movimentos a favor da liberdade dos negros. Passou a compor apenas músicas de protestos, a incomodar muita gente e, de certo modo, a incitar as pessoas a favor da violência. Ela acreditava que a violência deveria ser combatida com a própria violência e isso acabou afastando-a dos palcos, porque ninguém queria se comprometer com uma pessoa desse tipo.

Paralelamente, Nina passou a ter problemas em casa, com o marido violento e num momento de loucura e desgaste, ela deixou tudo para trás e foi morar na África. Só que apesar de a vida no local ser ótima, confortável e muito mais aprazível do que aquela que ela tinha nos EUA, lá ela não fazia sucesso e, consequentemente, não ganhava dinheiro. Daí, ela foi à Europa tentar novos shows, só que seu tempo havia passado, suas músicas de protesto já não tinham mais contexto e as pessoas estavam em outra “vibe”. E foi aí que Nina experimentou sua queda. 

quinta-feira, 2 de março de 2017

LIVRO - NÃO COMPREI NA ZARA. GASTEI NA VIAGEM

Para quem não conhece, Amanda Noventa é blogueira de viagem e colunista do Estado de São Paulo. Gosto bastante dos seus textos e das dicas, principalmente porque, assim como eu, ela costuma viajar sozinha. Ano passado eu li seu primeiro livro, Histórias para Viajar – não tem resenha no blog – e agora, eu consumi o Não Comprei na Zara. Gastei na Viagem que, de forma muito bem humorada, pretende concluir que viajar sempre é possível, desde que você esteja disposto a fazer concessões – e não são poucas!

E essa é a basicamente a minha vida neste momento. Eu vou para a França em agosto, estou comprando ingressos, passagem, hotel... e no meio disso tudo, estou me vendo abrir mão de MUITA coisa, principalmente saídas nos finais de semana e compras. Se você, assim como eu, não é milionário, tem que cuidar dos gastos em prol de um objetivo maior.

E o livro vai ter dar dicas de como economizar tanto para a viagem quanto na viagem. E o trocadilho do título remete a um post do no qual ela se deu conta de que uma simples ida ao shopping e uma entrada despretensiosa na Zara pode acarretar num gasto desnecessário que, somado mensalmente, pode se transformar numa passagem, numa estadia, num jantarzinho na viagem. Portanto, são nas pequenas coisas do dia a dia que a gente vai conseguir atingir o objetivo maior que, no caso do livro e no meu, é a viagem, mas pode ser a compra de um carro, de um apartamento, dentre outros. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

BLUSH RUBY ROSE B1 - REVIEW

blush Ruby Rose super aparecido! O batom é o Obsession da Payot
Taí a marca que está na boca do povo! Quem diria que uma marca chinesa (me parece que ela é russa, mas fabricada na China) seria tão bem falada pelas blogueiras, youtubers e resenhas em geral aqui no Brasil. Também, pudera, em época de crise e de tanta novidade no mercado, o povo quer alguma coisa que realmente funcione e que não custe um rim, não é mesmo? Daí que, empolgada com a marca - já falei dela em outros posts -, eu consumi o blush desse post, que custou apenas R$ 6,80!

A questão é que gostei demais dele, ele virou uma espécie de favorito no meu dia a dia e hoje vou falar um pouquinho sobre esse produto. A começar com as informações técnicas. O blush é da marca Ruby Rose, fabricado na China, mas importado para o Brasil pela empresa Nelida. Não estou aqui julgando as condições em que ele foi produzido - já fiz post sobre isso -, mas a embalagem diz que ele é cruelty free. Tem validade até o dia 24/07/2021, o que é maravilhoso e conta com 9,4g de produto. 

A embalagem é um caso à parte, porque estou completamente apaixonada. Eu sei que é errado, mas a embalagem conta muitos pontos na hora em que eu escolho um produto e eu achei essa incrível. Ela é super clean, branquinha, sem frufru, sem muita informação, ela fecha muito bem e o que mais me deixou impressionada: é super fininha! Abaixo, eu fiz uma foto comparativa com um blush da MAC para vocês verem a diferença. Ele é super levinho e eu estou querendo comprar uma segunda unidade para deixar no meu necessaire do trabalho - tamanho o amor!!!

Você encontra o bonito em 6 cores diferentes, todas mattes, e essa é a mais clara delas, a B1. Você pode ver tanto pelo swatch abaixo quanto pela foto no início do post que ele é super pigmentado e eu vou dizer que a fixação é excelente! Acho que nunca na vida eu comprei um blush tão barato e tão bom, de verdade! Mas, a real é que, não sei vocês, mas eu sempre fico com um pé atrás com essas makes chinesas...