quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

FILME - A GRANDE APOSTA

Sim, faz tempo que eu não falo de filmes por aqui, faz tempo que eu ando muito preguiçosa para ficar 2 horas em frente à TV ou Ipad assistindo a alguma coisa contínua. Eu ando pedindo por algo mais dinâmico ultimamente e assistindo a muitas séries. Essa semana mesmo eu falei sobre uma delas a vocês. Pois bem, há pouco tempo assisti ao filme A Grande Aposta, que conta com um elenco super estrelado e bonitão, a saber: Brad Pitt, Ryan Gosling, Steve Carell, Christian Bale e até uma pontinha da Marisa Tomei. Quero dizer que todos estão muito bem, mas o Christian Bale está absolutamente impagável!!!

Apesar do elenco ter me atraído e de ele ter chamado atenção no ano passado quando estreou, confesso que a sinopse não é das mais atrativas para quem, assim como eu, não entende nada de economia e não consegue acompanhar o tempo todo as transações e o raciocínio do pessoal. No mais, pelo fato de se tratar de um caso real e recente, a leitura dos jornais da época rememoraram a minha cabeça. 

O que acontece, em poucas palavras e na visão de um leigo - eu! - é que a economia americana até meados de 2008, era baseada na hipoteca, no mercado imobiliário - não sei dizer se isso mudou. No entendimento dos economistas, a situação do país poderia estar do jeito que fosse, mas as pessoas nunca parariam de pagar as hipotecas porque, afinal, é a própria residência que está em jogo. E esse raciocínio é, na verdade, muito bom, porque não há precedentes em sentido contrário e o mercado imobiliário é muito sólido.

Só que, em meados de 2006, um fulano chamado Michael Burry (Bale), que é um gênio excêntrico e dono de uma empresa de investimentos, baseado em um rápido estudo, percebe que a coisa não vai se manter dessa forma por muito tempo e o povo vai começar a deixar de pagar suas hipotecas, abrindo um enorme rombo na economia. 

Então, ele decide investir uma grana preta em um fundo que aposta na quebra do sistema imobiliário americano. Ninguém acredita nele, nem as pessoas que estão ao seu lado, mas ele consegue os investimentos. Só que há um outro maluco, Jared Vennet (Gosling) do Deutch Bank que percebe uma oportunidade nesse raciocínio e também resolve apostar, só que como ele não tem cacife, a oferece aos seus clientes.

Um dois clientes é Mark Baum (Carell), dono de uma corretora, cara super pessimista, com zilhões de problemas pessoais, e que compra a aposta. Por fim, e na terceira linha de frente, estão dois jovens investidores, super gênios, que estão iniciando agora no mercado, mas têm o experiente Ben Rickert (Pitt) lhes auxiliando. Todos os 3 "malucos" decidem apostar tudo contra a própria economia americana. 

E o filme vai se desenrolando dessa forma, com muita adrenalina e sempre acompanhando o mercado imobiliário que, a exemplo do quanto premeditado por Burry, vai realmente declinando. E aí, será que eles ficarão ricos, será que não, o governo dará um jeito, os dados são confiáveis...? Muito bem, não vou dar spoillers, assistam ao filme, que é bem legal!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SALDO BLACK FRIDAY


Esse mês que passou foi um pouco diferente por conta do advento da esperada/temida Black Friday. Sim, há muita enrolação das lojas, muita enganação ao consumidor, mas há também muita oferta boa. O que eu acho, amiga, é que “foco” é a palavra de ordem para aventureiros do Black Friday. Existem itens que você almeja ao longo do ano, itens que você simplesmente sabe quanto custa e são esses itens que você vai pesquisar durante o advento da Black Friday. Como eu tenho uma lista de coisas a serem compradas e, portanto, acompanho seus preços, eu realmente me dei bem!
Vamos começar pela revelação de fotos. Todo mundo aqui já está cansado de saber que eu tenho o caríssimo hábito de revelar todas as fotos das minhas viagens e fazer álbuns gordos e recheados de papéis, mapas, banners e todo tipo de tranqueira obtida nas trips - post aqui. Amo esses álbuns, são xodós, dignos de orgulho, sabe? Só que como eu disse no início do parágrafo, trata-se de um hábito meio caro e o que acontece no final das contas é que eu demoro muuuuuito para revelar as fotos das minhas viagens! Para que vocês tenham uma ideia do acúmulo, eu tenho de revelar uma parte das fotos da Alemanha, todas as do Chile, todas as da Argentina e ainda quero alguma coisa do casório do meu irmão.
Daí, depois de enrolar o ano inteiro, consegui um pacote ótimo de 1000 fotos por R$ 190,00. Para quem está por fora dos preços, o original era de R$ 460,00! Me dei bem!!! E a época não poderia ser mais providencial, porque vou ter 20 dias de férias, não vou viajar e pretendo montar os meus álbuns das 3 últimas viagens. Vai me dar um trabalhão, mas é pra isso que servem as férias.
Seguindo, desde o ano passado eu notei que precisava de uma sandália preta para usar com saias/vestidos a noite e aos finais de semana. É o tipo do item que eu uso demais no verão, praticamente todas as semanas porque combinam com tudo. E durante o ano eu não só fiquei empurrando a compra com a barriga, como eu não encontrei nada que realmente me animasse. Foi então que algumas semanas antes do Black Friday eu a vi, em todo o seu esplendor na Louloux! Era perfeita, a minha cara e exatamente do jeito que eu queria! Só que custava R$ 280,00 e eu achei que estava muito acima do que eu pretendia gastar agora. Daí, algumas semanas se passaram, eu me segurei bastante, corri o risco da bichinha ser extinta e... consumi a sandália por R$ 134,00 na Black Friday.
Calma, o consumismo louco ainda não terminou!!! O pior ainda está por vir!!! Esse sim foi um consumismo maluco, porque ninguém “precisa” de livros, as pessoas apenas “querem” e ponto final! E eu fico muito descontrolada quando a Amazon me manda aqueles e-mails com promoções. Quem foi que cadastrou o meu e-mail naquele site de perdições?????? Oh sim, eu mesma! Pois bem, tá aí um site que mergulhou de cabeça na Black Friday. Começou uma semana antes e os preços estavam realmente muito bons!!!!!!
E como eu tenho uma wishlist por lá, sei exatamente o que estou procurando e quanto custa. Vou contar a vocês o que eu comprei. Numa primeira leva, consumi 2 clássicos da Editora amada Cosac Naify: Moby Dick e Os Miseráveis, o primeiro porque preciso ler o texto integral e porque a edição é lindíssima e o segundo, porque é o eleito para as férias. Ambos saíram por R$ 110,00, quando eu teria pago R$ 238,00 pelos dois!!! Depois, comprei outros três livros que estavam na minha wishlist: Laranja Mecânica (R$ 20,99), O Sol é para Todos (R$ 36,00) e Orgulho e Preconceito (R$ 21,70) no total de R$ 78,69, que com mais desconto ainda, em razão de um código promocional, saiu por R$ 58,63. Economizei R$ 72,17 por conta da Black Friday. Bom, heim???
Por fim (não miga, ainda não acabou), eu comprei um demaquilante Marina Smith amado no site da Sephora, que não só estava com frete grátis, como estava oferecendo um descontinho bacanudo de 41%. Paguei R$ 25,00 pelo bonito e fiquei bem feliz. No final das contas, claro que gastei muito din din e fugi do quanto pretendia. Mas foi, sem dúvida, uma questão de oportunidade e o que eu economizei nessa Black Friday com produtos que, de qualquer forma, eu teria comprado porque estava querendo/precisando há tempos, compensarão o que eu poderia ter gasto nos meses seguintes. E vocês, se deram bem na Black Friday?? 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

UMA VISITA À DERMATOLOGISTA

Vamos ao causo! Acho que como todo mundo, eu frequento dermatologistas desde a minha época de adolescente, quando da minha pele sempre mega oleosa brotaram espinhas e mais espinhas. Nunca fui um caso sério, todavia. Nunca tive aquele tipo de acne inflamada, nunca tive quantidade assustadora de espinhas e, por isso, nunca precisei tomar remédios fortes. Ao contrário, sempre fiz aquele tipo de tratamento com pomadas manipuladas, daquelas que manchavam a fronha do travesseiro, sabe?
Pois bem. A adolescência passou e as espinhas sumiram. Ou quase, porque tendo pele oleosa, de vez em quando elas aparecem para me atormentar. Daí, na fase adulta, eu comecei a me cuidar mais, usando protetor solar, cremes hidratantes, água termal, lavando o rosto com sabonete, fazendo esfoliação e toda aquela frescura com uma parafernalha sem fim de produtos. E sabe o que eu ganhei com todo esse cuidado? Melasmas!!! Grosseiramente falando, tratam-se de manchas amarronzadas que surgem na sua pele, numa combinação de sol + hormônios.
E eles começaram a me incomodar muito. Devo dizer que eles são bem clarinhos, mas toda vez que eu me olho no espelho, é como se houvessem setas bem pontudas apontando para eles, sabe?? Daí, eu resolvi procurar novamente um dermato, mas exclusivamente para esse fim. E todos os que eu procurei me mandaram manipular aqueles cremes medonhos, que tinham que ficar na geladeira e eu tinha a sensação de que ia ficar com escamas ao invés de pele... por que diabos a pele tem que ficar tão horrível??? Até que desisti de tudo e encontrei uma dermatologista que é a favor do uso de dermocosméticos de farmácia, daqueles de marcas que são caras, mas todo mundo conhece: Vichy, La Roche Posay, Avène, ROC, Bioderma, dentre outros.

O que concluímos juntas é que eu sou exemplar nos procedimentos realizados no meu dia a dia: lavo o rosto duas vezes ao dia, uso demaquilante, tônico, esfolio duas vezes por semana, uso água termal, hidratantes diurno e noturno, protetor solar duas vezes ao dia, mas... não eram os produtos certos. O que eu preciso fazer é acertar o produto que melhor se adapta ao meu tipo de pele e manter a rotina. Fiquei feliz, poxa, porque esse ritual diário é muito gratificante pra mim, é como um carinho. E ao usar coisas manipuladas, eu tenho que abrir mão de tudo isso, o que me deixa absolutamente infeliz!!
Para completar a minha felicidade extrema, a dermato fez uma lista imensa de produtos que deverei usar e, adivinhem!!!! Eu ganhei uma porção de amostrinhas!!!! Saí de lá com um sorriso de orelha a orelha!!! Claro que os preços desses produtos assustam e muito, mas eu resolvi ir com calma (esqueci de falar que esses produtos todos não são só para o melasma, mas também para a oleosidade da pele, olheira, proteção de sinais, hidratação e tudo o que a minha pele precisa). Eu comprei apenas algumas coisas mais essenciais nesse primeiro momento e pretendo ir usando as amostrinhas e o que eu já tenho comigo. Na medida que tudo isso for acabando, eu vou repondo com os produtos indicados.

Eu sei que o ideal é usar tudo de uma vez, mas eu não sou rycah e não vou jogar no lixo o que eu já tenho que, pode não ser o mais indicado para mim, mas é tudo para pele oleosa, rs!!! Eu já usei alguns dos produtos das amostrinhas e vou fazer post contando minhas impressões, ok? Mesmo que sejam apenas amostrinhas!

SÉRIE - CALL THE MIDWIFE


Que série gostosinha de ver! Eu abandonei tudo o que estava assistindo para devorar essa gracinha inteira! Por enquanto, são apenas 5 temporadas no Netflix, mas já estou sabendo da existência de uma 6º. Vale a pena se você gosta de filmes/séries de época, cenários bonitos, figurinos deslumbrantes, história e curte atores ótimos, sotaque inglês e personagens mega carismáticos. Ufa!!!
elenco inteiro
A série, na verdade, é baseada em fatos reais, precisamente nos relatos de Jennifer Worth na década de 1950. Ela retrata o dia a dia de um grupo de enfermeiras - parte freiras parte não - que vive em um convento e presta auxílio de parto às moradoras de uma parte pobre de Londres - Poplar. Elas fazem um trabalho maravilhoso, não só no parto em si, mas de instruções, de entretenimento, de pré natal, de acompanhamento dos recém nascidos e contam com a ajuda de um médico super querido. A série mostra com nitidez as dificuldades da época, diante da pobreza e falta de condições dos pacientes, que acabam tocando os corações das enfermeiras. 

E eu acho interessante porque a gente vê como a medicina evoluiu de lá pra cá, como eram feitos os partos e como eram as técnicas utilizadas naquela época. Muito interessante!! E claro, intrigas dos personagens e romances é o que não faltam!!!

domingo, 4 de dezembro de 2016

UM CONTO POR SEMANA - H.P. LOVECRAFT - O CHAMADO DE CTHULHU

Antes desse conto eu li Virgínia Woolf - Um Diálogo no Monte Pentélico - mas achei que não valia a pena falar sobre por aqui porque é um conto curtíssimo e sobre reflexão mesmo. Não há uma história propriamente dita. Já o conto do post de hoje, que é até que grandinho e dividido em partes, nos leva aos mistérios deixados pelo Professor Angell a seu sobrinho neto, responsável por seu inventário. O conto começa com o narrador se deparando com uma caixa de argila misteriosa encontrada nas coisas de seu tio, a qual continha desenhos e escrita rudimentares. E junto a tal caixa, havia recortes de jornal, com o título CULTO DE CTHULHU, e relatos de sonhos e surtos de alucinações coletivas. 

Um desses recortes trazia a explicação para a caixa. Certo dia, um jovem chamado Henry Anthony Wilcox visitou o professor, presenteando-o com tal caixa, ainda fresca, dizendo tê-la feito após um sonho e que não fazia ideia do que significava. O jovem teve esse tipo de sonho durante um tempo, que parecia remetê-lo a momentos passados, e a única palavra que se repetia era "cthulhu". E o mais curioso é que, durante esse mesmo espaço de tempo, houve relatos de outras pessoas distintas, de países diferentes, que tiveram o mesmo tipo de sonho. 

Pois bem. No capítulo seguinte, nos deparamos com uma conferencia entre estudiosos realizada em 1908, na qual um policial trouxe à baila um objeto demoníaco encontrado em um ritual vudu. A descrição do objeto é muito semelhante à imagem que Wilcox tem em seu sonho. O Professor Angell estava presente no congresso e ele menciona que um outro estudioso cogitou tratar-se de uma imagem de adoração muito antiga, que remonta aos esquimós, adoradores do demônio, mas que possuía seguidores por todo o mundo. E o policial descreve - é a parte mais aterrorizante do conto - o ritual de adoração a essa figura... terrível!! Os adoradores que foram presos, contaram que a religião é muito antiga, que o tal deus voltará e que o ritual os prepara para recebê-lo.

"A humanidade não estava de forma alguma sozinha entre os seres conscientes da terra, pois formas saíam das trevas para visitar os poucos fiéis. Mas esses não eram os Grandes Antigos. Nenhum homem jamais vira os Antigos. O ídolo esculpido representava o grande Cthulhu, mas ninguém poderia dizer se os outros eram ou não exatamente como ele. Ninguém era capaz hoje em dia de ler a antiga escrita, porém as coisas eram transmitidas por tradição oral. O cântico ritual não era o segredo – este nunca era falado em voz alta, apenas sussurrado. O cântico significava apenas isto: “Na sua casa em R’lyeh, Cthulhu morto espera sonhando”.

E os Grandes Antigos, que são figuras mitológicas que viveram antes dos homens e não são feitas de matéria, esperam em seus túmulos o alinhamento dos astros e a chamada de Cthulhu para retornarem. E invadem e manipulam as mentes dos mais sensíveis durante o sono. 

Pois bem, na última parte do conto, o narrador, que estava interessadíssimo em dar continuidade aos estudos do tio, se depara com um recorte de jornal de Sidnei. Nele, um navio retorna para terra apenas com um dos tripulantes vivo, muito desorientado, e outro morto. Todo o resto desaparecido. Ele conta que foram abordados por um navio pirata, com mestiços e pessoas estranhas, que em determinado momento se deram numa ilha - que não está no mapa - onde parte da tripulação morreu de causas misteriosas. Junto ao sobrevivente, adivinhem.... foi encontrada a mesma tal estátua assustadora!! E piora! Isso tudo aconteceu na mesma época dos sonhos do Wilcox.

Sinistro, heim??? Esse conto é um clássico. Amo muito!

"Vivemos numa plácida ilha de ignorância em meio a negros mares de infinito, e não está escrito pela Providência que devemos viajar longe. As ciências, cada uma progredindo em sua própria direção, têm até agora nos causado pouco dano; mas um dia a junção do conhecimento dissociado abrirá visões tão terríveis da realidade e de nossa apavorante situação nela, que provavelmente ficaremos loucos por causa dessa revelação ou fugiremos dessa luz mortal rumo à paz e à segurança de uma nova Idade das Trevas."

sábado, 3 de dezembro de 2016

LIVRO AMOR E MEMÓRIA

Adivinhem o que chamou minha atenção quando vi esse livro na loja? Claro que foi essa capa linda! E quando li a sinopse, me apaixonei e achei que poderia ser promissor. Só que no final das contas, e após tê-lo lido, eu ainda não tenho uma opinião formada sobre ter ou não curtido a história. Apesar de eu ter achado muita coisa interessante, não foi um livro que me entreteve, que eu me apeguei, que não consegui largar, etc. Bem, deixe falar um pouco sobre ele.

A coisa toda gira em torno de um colar com pingente de pavão e o livro é dividido em três partes que, de alguma forma, direta ou indiretamente, envolvem a tal joia. A primeira parte, que foi a que mais gostei, narra a história de Jack, um judeu americano que chega na Hungria pós Segunda Guerra e tem como objetivo proteger os tesouros confiscados dos judeus durante o período. Ele é um personagem super querido, acaba se envolvendo com uma húngara local e a história é toda muito bonita. 

Claro que o tal colar com o pingente de pavão era um desses tesouros judeus, aparentemente sem dono. A segunda parte traz a neta de Jack, Natalie, e sua busca pela verdadeira dona do acessório. Esse trecho do livro é, na minha opinião, o mais chato, porque ele traz muitas informações sobre o judaísmo, mas que acabam sendo literalmente jogadas ao leitor, sem conexão entre si, sem um contexto para a história. E, por fim  a terceira parte, nos conta sobre a verdadeira dona do colar, uma judia sufragista que viveu durante o começo do século XX.
Na minha opinião, a autora teve uma brilhante ideia com o livro, mas ela acaba misturando muitas informações diferentes em poucas páginas. O livro é muito rico em informações sobre o judaísmo e nos traz uma visão do pós guerra muito interessante, mas as histórias acabam morrendo, não se conectam e a gente acaba ficando na mão sobre o destino de alguns personagens, que ficam para traz e, acabando com as minhas expectativas, não são retomados ao longo do livro. E a questão do feminismo, dos sufragistas e da própria sociedade da época é outro assunto completamente diferente. Acho que se a autora tivesse se concentrado mais no colar e em poucos personagens, o livro poderia ser mais interessante... essa é a minha opinião.