sábado, 25 de novembro de 2017

VULT - BATOM LÍQUIDO MATTE COR 07 - REVIEW

foto by Google
A história desse batom é a melhor! Dia desses eu fui trabalhar e passei o Vou de Vermelho da Maybelline, que é um vermelho bem aberto e bonito, mas que eu acabo não usando muito porque ele tem uma consistência muito cremosa e acaba vazando nos vasinhos dos meus lábios, que são sempre um problema para mim. Mas o fato é que eu saí de casa com aquele batom e estava me sentindo super bem. 

Quando cheguei no escritório, notei que havia esquecido a minha nécessaire em casa e dentro estava o que? Claro, o batom! Daí, como poderia uma pessoa que passou batom vermelho passar o resto do dia com a boca borrada? Bem, eu poderia simplesmente tirar o batom, mas ele era um personagem importante do look e eu não estava disposta.

Fui, então, à farmácia perto do trabalho, que é bem pequena e não tem muita variedade, mas estava disposta a achar um batom. Claro que isso implicava em comprar um batom parecido com algum que eu já tinha ou, ao menos, semelhante, mas tudo bem. E foi quando eu me deparei com esse batom da Vult. 

Confesso que não sou fã de batons líquidos mattes porque da minha experiência, eles secam num grau que chega a me incomodar demais. Tenho um da NYX e um da Dailus que são lindos, mas nunca uso exatamente por causa disso. Mas a verdade é que eu gostei tanto da cor que acabei comprando para suprir a minha “emergência”!

Como vocês podem ver, ele tem uma cor linda demais, um vermelhão super aberto, bem próximo do que eu estava usando antes, mas matte, o que me ajudaria, afinal de contas, com a questão do “vazamento” de batom pelos vasinhos. E eu estava certa. Ele tem um pincel aplicador que ajuda a desenhar o lábio e a parte boa é que o produto desliza bem, seca rápido e não mancha o lábio. Esses batons líquidos costumam manchar, vi muita resenha por aí. Um ponto negativo, todavia, que tem que tomar cuidado é que ele mancha a pele! Se você fizer um borrão, tem que tirar rapidinho e passar um corretivo na região, senão vai ficar com a pele vermelha.
da esquerda para a direita: Vult, Vou de Vermelho da Maybelline e Lady Danger da MAC
E o que eu mais gostei, além, claro, da cor, foi que ele seca, fica matte como prometido, mas não é aquele matte Ruby Woo, aquela coisa que fica super seca, que chega a incomodar e dar sede. Esse tipo de batom, realmente, eu não curto. O da Vult é diferente, ele é seco, mas na medida. Se você tomar água com ele, vai manchar o copo com produto, para que vocês tenham uma idéia. Achei a textura perfeita!!! Paguei R$ 17,90 pelo produto que vem com 6g, tem validade em setembro/2018 e a minha cor é a 07. 

LIVRO - A ESCALADA

Bom, digamos que eu aproveitei o feriado de 12/10 para uma espécie de imersão ao Everest: li A Escalada, assisti ao documentário da equipe do IMAX e reassisti ao filme. E vou dizer que foi incrível e muito esclarecedor. Me senti como se estivesse realmente fazendo uma investigação sobre as causas do acidente, buscando saber o que deu errado, rs! E o curioso é que comparando A Escalada com No Ar Rarefeito do Joh Krakauer – post aqui -, apesar de ambos os títulos divergirem sobre o papel de Anatoli na missão, se ele foi o herói ou se foi altruísta, ambos os autores são bastante sensatos e estão de acordo quanto às causas do acidente que acabou culminando com a morte de tanta gente.

Eu acho que causou a derrocada dos alpinistas foi uma série de fatores: ambição – acima de tudo -, mas também o mau tempo e falhas humanas. O fato de os sherpas não terem instalado as cordas lá em cima, situação que fez com que os alpinistas perdessem um bom tempo na espera (gastando O2, energia e passando frio), somado à falha de informação sobre a quantidade de oxigênio deixada lá em cima para uma emergência, foram determinantes para o fracasso da empreitada. Rob Hall não deveria ter insistido com Doug Hansen lá em cima, Scott Fisher não deveria ter subido, ele estava esgotado e doente – ele queria desesperadamente chegar ao cume, em razão da propaganda - e claro, temos os clientes, inexperientes, que dependem sempre de um  guia ao seu lado.
Deu tudo errado!
Mas o interessante também é que esse livro, além de uma perspectiva diferente dos fatos, traz também uma série de situações que não são encontradas em No Ar Rarefeito porque simplesmente não foram vividas por Jon Krakauer. Anatoli vai nos contar, por exemplo, como foram os preparativos da Montain Madness para a expedição. E não sei se é sempre assim ou se foi uma espécie de presságio, mas muita coisa já estava dando errado mesmo antes de começar. O suprimento de barracas e oxigênio, por exemplo, ficou preso pela fiscalização russa e quase não chega a tempo! E ele também irá nos contar como saiu sozinho de madrugada pela neve, sem qualquer visibilidade, para resgatar três clientes. 
E ele vai frisar que muitos clientes eram inexperientes e muito dependentes dos guias e que essas situação é muito perigosa, porque em circunstâncias extremas, como o mau tempo e a falta de oxigênio, os guias têm de cuidar de si mesmos e nem sempre conseguem ajudar os outros. Os guias, muitas vezes, tinham que subir e descer a montanha várias vezes para ajudar os clientes, o que era péssimo. E o interessante é que Anatoli vai nos dizer que, na sua opinião, a equipe de Rob Hall estava mais bem preparada.
Houve muita falta de comunicação, situação que fica bem clara com as gravações colacionadas no final do livro, quando todos os sobreviventes da Montain Madness se reuniram para contar suas impressões sobre os fatos. A questão da língua era um problema, pois os sherpas e Anatoli não tinham domínio absoluto sobre o idioma inglês, é uma situação que pode ter gerado falta de comunicação com relação à questão das cordas e do oxigênio, principalmente, que foram fundamentais à derrocada da equipe. O fato de Fisher, que era o líder da expedição, estar muito doente e incomunicável também foi um grande problema. 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

LUISANCE PALETA SENSATIONAL - REVIEW

comprinhas
Dia desses fui a 25 de Março para comprar algumas coisas específicas. Eu fui com uma lista na mão, porque a verdade é que se você vai até lá só para dar uma “olhadinha”, acaba voltando com uma porção de sacolas cheias e com o salário do mês bastante reduzido. E dentre as minhas “metas” de compras – todas na foto acima – estava essa paleta da Luisance. 

Sabe, foi-se o tempo que a gente tinha medo de comprar produtos chineses porque poderiam provocar uma alergia horrível ou algo do tipo. Hoje em dia, a única coisa que me impede de comprar alguns desses produtos é a qualidade. Mas aí, se a gente assiste a algum tutorial ou checa por meio de um blog que a coisa de fato funciona, acho que não tem erro.
liiiinda
E foi o caso dessa paleta. Vi uma menina experimentando no Youtube, fazendo altas makes com ela, mostrando que todas as sombras eram mega pigmentadas e eu apenas desejei naquele momento! Eu me apaixonei muito pelas cores, que são super bonitas e vão da paleta mais quente a mais fria. Veja que há tons avermelhados, tons roxos, azuis, marrons, neutros, enfim, dá para fazer uma infinidade de looks com ela. E acho que foi justamente isso que chamou a minha atenção, porque no geral, as paletas escolhem uma espécie de tom para seguir e a gente tem que optar se quer algo mais frio, mais quente, etc.

Outra coisa que eu achei muito legal são os acabamentos das sombras. A paleta conta com sombras mattes, sombras peroladas e sombras shimmer, com um brilho inacreditável! E isso, obviamente, também cria uma porção de possibilidades! Eu posso dizer, com toda segurança, que é a minha paleta mais completa e, não fosse pelo tamanho, seria aquela que eu escolheria para levar numa viagem, pela quantidade de possibilidades e looks diferentes que eu poderia montar com ela.

São 32 sombras por R$ 39,99. A validade é dezembro/2021, o que é maravilhoso e a caixa conta com uma série de informações, como vocês podem ver. As sombras não têm cheiro – ainda bem, porque eu odeeeeeio!!! – e a embalagem é super firme, muito boa de verdade. Ela vem também com um pincel de esponja, que pra mim só atrapalha, porque realmente não uso. Mas, sempre conta pontos, não é mesmo? Eles não informam quantos gramas tem cada uma das sombras, mas no total, são 24g. Vou falar que a quantidade de cada uma delas é bem boa e o estojo vai durar bastante!

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A BIBLIOTECÁRIA DE AUCHWITZ

Um dos livros mais terríveis que já li na vida! Claro que com esse título eu não estava esperando um conto de fadas, mas eu não achei que ele fosse tão detalhista e tão real, tão tangível. Sabemos muito sobre a Segunda Guerra, seus horrores, já estive em Berlin, já assisti a um monte de filmes de guerra, mas eu acho que, de alguma forma, essa livro fez tudo parecer mais próximo. Eu tive essa mesma sensação quando visitei um museu em Berlin, uma exposição temporária cujo nome não vou me lembrar, mas que trazia objetos da guerra e histórias de pessoas que estiveram nela... aquilo me tocou demais, como esse livro.

Ele vai nos levar para dentro de Auchwitz, o campo de concentração mais temível por todos e nele vamos conhecer uma série de personagens, e a nossa protagonista, Dita Adlerova. Trata-se de um campo de extermínio, sabemos, mas as pessoas que estão ali não têm essa noção muito clara. Elas sabem que existem câmaras de gás, que existe o temível Dr. Mengele, que faz experimentos com humanos vivos e claro, a fome, que infelizmente é a amiga mais íntima. Estar doente naquele lugar ou ser alguém fraco (de corpo e/ou de espírito), é uma sentença de morte.
Mas, no meio desse caos, alguns judeus mais letrados acabaram fundando uma escola, o que conferia uma certa normalidade, ao menos aos pequenos. Ela era, de certa forma, permitida pelos nazistas, mas desde que lá nada fosse ensinado. E é aí que entra nossa protagonista. Alguns livros foram contrabandeados àquele local e ela, como bibliotecária – de apenas 14 anos – era a responsável pelo trânsito de tais preciosidades, sem que os oficiais tivessem conhecimento. Claro que tal tarefa era um risco não só para Dita, mas para todos os responsáveis pela escola. E através desse sistema, os professores podiam continuar ensinando, pensando no futuro.
Esse é o contexto. Mas dentro dele, nós temos contato com a resistência, com o tal Dr. Mengele e seus experimentos horríveis, com o medo de todos, com as condições em que eram tratados, como dormiam, o que comiam e com qual frequência..., oficiais da SS que estão ali como prisioneiros tais quais os judeus, porque não tiveram escolha, mas simplesmente não concordam, com aquilo... também vamos conhecer personagens reais, que de fato existiram, como Fredy Hirsch, o inspetor diretor da escola, a quem todos respeitavam, Rudy Rosemberg, o registrador que conseguiu fugir, dentre muitos outros e a própria Dita.
E o que mais me emocionou/chocou nesse livro foi o campo de concentração final em que ela e a mãe ficaram confinadas, apenas aguardando pela morte, encarregando-se de jogar os corpos numa vala coletiva, e também o posfácio, onde eu tomei conhecimento de que muitos dos personagens eram verídicos e a própria história era baseada em fatos reais por eles contados. Livro realmente doloroso, mas muito incrível.
No fim das contas, HG Wells tinha razão, a máquina do tempo existe de verdade: são os livros.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

LIVRO - HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

Quarto livro da saga e o meu favorito – amo o filme também. Apesar de o livro ser um pouco mais gorducho que os três primeiros – e menos gorducho que os três últimos -, ele foi devorado em apenas uma semana, na qual eu fiquei parecendo uma retirante dentro de casa. Como eu amo essa saga e o jeito que a J. K. Rowling escreve!

Muito bem. Com 14 anos, Harry recomeça o ano letivo, já com a sombra da volta de Voldermort ao seu encalço. Há especulações dentre o mundo da bruxaria de que o lord das trevas estaria se fortalecendo e planejando uma retomada e no meio disso, acontecimentos estranhos começarão a pipocar. Paralelamente a isso, está rolando em Hogwarts o Torneio Tribruxo, que é um campeonato entre casas (competem Grã Bretanha, França e Bulgária), no qual os campeões de cada uma delas participa de tarefas onde terão que mostrar força, astúcia e conhecimento de magia... além de muita coragem!
E o nome de Harry vai parar no Cálice de Fogo, que é quem escolhe o campeão de cada escola, sem que o próprio bruxo o tenha colocado ali. Daí em diante, Harry passará por uma série de provações, conhecerá a verdadeira amizade e o verdadeiro carinho, descobrirá criaturas e segredos novos e, principalmente, um pouco mais sobre a história do próprio Voldemort, que em alguns pontos, coincide com a sua. O final é bem incrível e, ao contrário dos primeiros volumes, terminará com um gancho para o Quinto Livro.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

BOURJOIS CITY RADIANCE - VANILLA - REVIEW

Viajei para a França com um único objetivo de maquiagem: trazer uma base Bourjois. Já havia usado uma base deles antes e gostado muito, por ser levinha e, ao mesmo tempo, apresentar uma cobertura boa e natural. Mas, aconteceu que ainda no Duty Free aqui do Brasil, eu me deparei com um produto da marca que me lembrava um BB Cream e que acabou me interessando muito pela proposta. Daí, que meio que acabei tirando da cabeça a compra da base e me vi procurando pelo City Radiance durante a trip.

Como vocês podem ver, a embalagem é bem fofa, em bisnaga, tem a tampa prateada e o corpo rosinha. Nas informações, ele diz tratar-se de uma base com proteção solar e efeito radiante. Gente, isso é tudo o que eu sempre quis na vida em um produto! Ele tem partículas ante poluição, FPS 30 e pigmentos de radiância. Conta com 30ml e 12 meses de validade após aberto. Como vocês podem ver, o bocal tem um tamanho bem bom e é tranquilo controlar a quantidade de produto liberada.

Escolhi a cor 02 – Vanilla – que é mais clara que o meu tom de pele justamente porque eu queria misturar com o meu Capital Soleil da Vichy, que é bem laranja e forte para o meu tom. E vou falar que super funcionou durante a viagem. No começo, era assim que eu usava, depois, eu acabei aprendendo com as francesas a aplicar a base de uma forma diferente: misturo o Capital Soleil com um hidratante ou com um protetor branquinho e espalho pelo rosto todo. Depois eu pego a base – no caso o City Radiance –, aplico no dorso da minha mão, espalho com um pincel e vou aplicando bem de leve no rosto, só em, lugares que eu sentir mais necessidade. Estou apenas amando esse produto para esse tipo de trabalho.

Não sei dizer como é a cobertura como um todo porque esse é o jeito como tenho me utilizado do produto. Mas, como eu detesto bases muito pesadas, devo dizer que esse tipo de aplicação combinado com o City Radiance tem me deixado extremamente feliz! 

A marca informa em seu site que a cobertura é de média a leve e que o produto promete 24 horas de duração. Me lembro que paguei algo em torno de 16,00 Euros, mas vale a pena pesquisar porque a variação de preços é bem grande. São 6 cores disponíveis e a minha é a mais clara. Como na maioria das vezes, as meninas de pele morena e negra não têm boas chances com esse produto.