quarta-feira, 27 de setembro de 2017
terça-feira, 26 de setembro de 2017
VIAGEM FRANÇA - DIA 02 - ST GERMAIN DES PRÈS + QUARTIER LATIN
| Look: blusa F21 de brechó, calça comprada na José Paulino - parece pijama, é uma delícia!!! - e sapatilha de Óbidos |
No meu segundo dia de viagem, que na
verdade acabou sendo o primeiro dia completo, acordei super cedo – 6:00hs,
porque ainda estava sentindo a diferença de fuso horário, a ansiedade da viagem
e também a estranheza de dormir em um lugar diferente. Me arrumei e saí cedo
para explorar as ruas de Paris. Nesse ponto, quero dizer uma coisa: Paris
acorda depois das 9hs. Antes disso, é dificílimo encontrar pessoas na rua e
absolutamente impossível encontrar comércio e museus abertos. Aliás, o comércio
na França abre em torno das 11hs.
| café da manhã e almoço em Luxemburg |
Mas mesmo assim, como não tinha o que
fazer dentro do hotel, resolvi sair cedo. Desci na estação Odeon e segui para
tomar meu café da manhã em um Starbucks. Devo dizer que não é exatamente uma
boa opção para quem está na França, porque é uma rede relativamente cara e as
Pastisseries francesas são simplesmente maravilhosas. Mas, vamos dar um
desconto ao primeiro dia. O destino final seria o Museu Cluny, cuja abertura é
apenas às 9:15hs, de modo que teria bastante tempo para dar uma enrolada.
| Rue Galand, Place St Michel e Place des Vitories |
Acabei andando bastante pelo Quartier
Latin e até vendo de longe a grande Notre Dame, o que é absolutamente
emocionante para um primeiro dia. Fui ao Place St. Michel, que é considerada a
entrada para o bairro e onde se observam edifícios mais modernos, já que o
bairro foi praticamente demolido por Napoleão III, numa restauração que se deu
durante seu governo. Depois, e ainda numa exploração do bairro e, ao mesmo
tempo, para fazer hora, fui a algumas igrejas super antigas e cheias de história
da região.
| St Severin |
A primeira delas, St. Severin, que me
impressionou demais logo de cara. Infelizmente não foi possível entrar, estava
fechada, mas gastei uma porção de tempo só admirando sua fachada. Ela é uma das
igrejas mais antigas da cidade, chegou a ser destruída pelos vikings e depois
reconstruída no século XI.
| St Julien-le-Pauve |
Depois, e logo do outro lado da rua, me
deparei com a St Julien-le-Pauve (São Julião, o pobre), que é bem mais modesta,
não tem a imponência da primeira e também estava fechada. Mas, ela era utilizada
por muitos peregrinos no passado, chegou a ser lugar se sepulturas da dinastia
merovíngea – muuuuuuuuuuuito antiga. A construção que temos hoje data de 1100 e
pouco sendo, portanto, uma das igrejas mais antigas da cidade – a fachada é do
século XVI. Eu gostaria de ter entrado em ambas as igrejas, mas como eu disse,
era muito cedo e eu fico sempre meio eufórica no primeiro dia de viagem,
achando que não vai dar tempo de ver tudo se eu ficar enrolando muito.
| Cluny |
Passei pela Rue Galande, que é apenas
uma gracinha e pelas demais ruelas da região. Às 9:15hs, como determinado,
estava dentro do Museu Cluny. E devo dizer, antes de falar sobre esse lugar,
que logo de cara achei que seria um pouco confuso lidar com os franceses –
ainda bem que isso não se mostrou verdade nos dias seguintes. Fui atendida por
descendentes de indianos, que sequer falavam inglês, que nunca haviam visto um
ticket impresso e não sabiam me orientar. Acabei demorando um tempão a entrar
no museu por conta da confusão de se entender. Só eu acho
fundamental que atendentes falem inglês em museus de qualquer lugar do mundo?
O Cluny estava em reformas e,
infelizmente, não pude ter acesso a todos os departamentos, incluindo as termas
romanas que eram, para ser honesta, a principal razão de eu ter comprado o
ticket do museu. Ele está instalado nos vestígios dos banhos
públicos romanos e
abriga uma coleção bastante grande de artes da idade média, principalmente
sacra.
Claro que a principal atração são as termas, mas lá você também encontra vitrais da Sainte Chapelle e de Saint Deni, a série de 6 tapeçarias intitulada “La Dame à la Licorne”, que são bem legais e as cabeças originais pertencentes à fachada da Notre Dame. Elas foram arrancadas na Revolução Francesa porque alguns ignorantes acreditavam que eram estátuas dos reis franceses, quando, em verdade, são os reis da Judéia. Apesar de tudo, o local em si é muito lindo e muito antigo e vale a visita.
Claro que a principal atração são as termas, mas lá você também encontra vitrais da Sainte Chapelle e de Saint Deni, a série de 6 tapeçarias intitulada “La Dame à la Licorne”, que são bem legais e as cabeças originais pertencentes à fachada da Notre Dame. Elas foram arrancadas na Revolução Francesa porque alguns ignorantes acreditavam que eram estátuas dos reis franceses, quando, em verdade, são os reis da Judéia. Apesar de tudo, o local em si é muito lindo e muito antigo e vale a visita.
| Sourbonne |
Segui caminhando
pelas ruas e me impressionando o quanto Paris é bonitinha – essa foi, sem
dúvida, a minha primeira impressão da cidade. Passei pela incrível Universidade
Sorbonne, que valeu algumas fotos, e cheguei ao Panteão, que fica também ali
próximo, na região. Ele é muito lindo, imponente e bem parecido com o de
Lisboa. Lá estão enterradas algumas figuras ilustres, como Voltaire, Victor
Hugo, Rousseau, Braile, Alexandre Dumas, Emile Zola e algumas pessoas que foram
muito importantes às guerras francesas. Valeu muito a pena, principalmente
porque de lá, do lado de fora, tive a minha primeira visão da Torre, que é
sempre um momento marcante.
Próximo ao Panteão, ainda passei pela Igreja Saint Etienne du Mont, que abriga os restos mortais de Santa Genoveva, a padroeira de Paris. Essa igreja é bem gracinha tanto por dentro como por fora e teve sua construção iniciada no século VI.
| Saint Etienne du Mont |
Almocei um sanduíche
de baguete de maionese com atum, que foi devorado em um banco dentro do Jardin du
Luxemburg. Ele é muito maravilhoso e acho que o tempo bonito ajudou muito.
Passei um período lá dentro, e como era domingo, estava bem cheio e tomado de
parisienses fazendo exercícios e aproveitando os últimos dias de verão em volta
das fontes e lagos. Uma delícia. Fora que foi incrível imaginar que Victor Hugo o utilizou como cenário de Os Miseráveis!
Segui para St
Germain-des-Près, a segunda região a ser visitada no dia. No caminho, passei
pela Catedral de St. Sulpice, que é absolutamente maravilhosa. Ela é a segunda
igreja mais alta da cidade, começou a ser construída no século XIII e terminou
em 1600 e pouco.
Ajuda da Wikipedia: “Uma das particularidades desta igreja é o seu gnômon, uma coluna que marca a hora do dia projetando a sua sombra no solo. Languet de Gercy (o sacerdote de São Sulpício) precisava de um sistema para controlar os equinócios e poder predizer qual era a data da Páscoa, e encarregou dessa tarefa o astrônomo e relojoeiro inglês Henry Sully. Este, por sua vez, construiu uma linha de latão no chão, paralela aos meridianos da Terra, que se estende até um obelisco de mármore na parede (com data de 1743) e se ergue onze metros acima do chão junto à parede. Ao mesmo tempo, foi instalado junto a uma janela, um sistema de lentes; assim, ao meio-dia do solstício de Inverno (21 de dezembro), a luz do sol passa pela janela incidindo sobre a linha de latão até ao obelisco, e nos equinócios (21 de março e 21 de setembro), ao meio-dia, a luz bate em um prato oval de cobre diante do altar. Devido a essas características, por servirem para realizar medições científicas, a igreja foi salva de ter sido destruída à época da Revolução Francesa.”
Ajuda da Wikipedia: “Uma das particularidades desta igreja é o seu gnômon, uma coluna que marca a hora do dia projetando a sua sombra no solo. Languet de Gercy (o sacerdote de São Sulpício) precisava de um sistema para controlar os equinócios e poder predizer qual era a data da Páscoa, e encarregou dessa tarefa o astrônomo e relojoeiro inglês Henry Sully. Este, por sua vez, construiu uma linha de latão no chão, paralela aos meridianos da Terra, que se estende até um obelisco de mármore na parede (com data de 1743) e se ergue onze metros acima do chão junto à parede. Ao mesmo tempo, foi instalado junto a uma janela, um sistema de lentes; assim, ao meio-dia do solstício de Inverno (21 de dezembro), a luz do sol passa pela janela incidindo sobre a linha de latão até ao obelisco, e nos equinócios (21 de março e 21 de setembro), ao meio-dia, a luz bate em um prato oval de cobre diante do altar. Devido a essas características, por servirem para realizar medições científicas, a igreja foi salva de ter sido destruída à época da Revolução Francesa.”
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Ainda passei pela Abadia de Saint Germain des Près, fundada no século VI e a igreja mais antiga de Paris. Durante muitos anos o local foi utilizado para sepultamento de reis e rainhas.
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Bem, andei como
louca pela região, para variar. Andei tanto e debaixo de um calor tão intenso,
que a essas horas os meus pés já estavam me matando! Passei pela região das
margens do Senna e me deparei com as barraquinhas que vendem pôsteres e quadros
ótimos e a preços muito bons. Atravessei a Pont des Arts, famosa pelos cadeados
e as declarações de amor e cheguei a outra margem do rio. Como ainda estava
cedo e eu queria conhecer a cidade, fui a pé para o hotel, que não era
exatamente perto.
vista linda de qualquer lugar da cidade
|
No caminho, acabei
passando por um local conhecido como des Halles, que é mais modernoso e conta
com um shopping imenso. Como sempre digo por aqui: mesmo que você não tenha
interesse em comprar nada, shoppings sempre são aqueles lugares onde podemos
contar com banheiro, bancos, ar condicionado e Wi-Fi. Portanto, nunca dispense um
em suas viagens. Fiquei um tempo por lá, e ainda aproveitei para dar uma olhada
nas lojas.
| Saint Eustache |
Depois, e ainda em
direção ao hotel, passei pela Igreja de St Eustache – quantas igrejas!!! – que é
imensa e fica bem no centro de Paris, meio que ofuscada por plantas e
edifícios. Paris tem muito disso, as coisas foram sendo construídas e
acontecendo ao redor dos monumentos antigos, por isso vale muito a pena dar uma
explorada e ter um olho mais apurado.
Segundo pesquisei, na região antigamente funcionava um mercado central e como não havia nenhuma igreja por lá, em 1200 e poucos resolveram construir uma capela. Com a demanda, a capela acabou sendo substituída por uma igreja de verdade, com início no reinado de Francisco I – vou falar muito desse cara por aqui ainda. Louis XIV fez sua primeira comunhão ali. Saint-Eustache foi também o lugar onde Richelieu, Molière e Madame de Pompadour (favorita de Louis XV) foram batizados. A missa de obséquios da mãe de Mozart também aconteceu nessa igreja. E Colbert está enterrado em uma de suas capelas.
Segundo pesquisei, na região antigamente funcionava um mercado central e como não havia nenhuma igreja por lá, em 1200 e poucos resolveram construir uma capela. Com a demanda, a capela acabou sendo substituída por uma igreja de verdade, com início no reinado de Francisco I – vou falar muito desse cara por aqui ainda. Louis XIV fez sua primeira comunhão ali. Saint-Eustache foi também o lugar onde Richelieu, Molière e Madame de Pompadour (favorita de Louis XV) foram batizados. A missa de obséquios da mãe de Mozart também aconteceu nessa igreja. E Colbert está enterrado em uma de suas capelas.
|
Já estão cansados?
Vão pegar uma pipoca, porque ainda tem mais. Cheguei à Igreja Basilique
Notre-Dame des Victories, que é cheia de túmulos por toda parte e nas paredes,
ou mesmo inscrições e mensagens de agradecimento. Lá fiquei um pouco porque
estava realmente acabada. Lá perto ainda estão a Place des Victories – onde
passei muitas vezes dias depois -, que é linda e cheia de lojas de grife, como
a Kenzo. Ela foi construída em dedicação a Luís XIV e tem a sua estátua bem no
centro.
| Galerie Viviene |
Lá perto também,
encontrei sem querer a Galerie Viviene. Paris está repleto de galerias, perto
do hotel tinha várias. Mas eu li em todos os lugares que, se eu pretendesse
visitar apenas uma, que fosse essa. Ela é maravilhosa, realmente, e data da
metade do século XIX. No entanto, devo dizer que suas lojinhas são meio
decadentes, acho que hoje em dia poucos passam por dentro dessas galerias, que
não são muito frequentadas.
E esse foi o meu
primeiro dia! Cheguei no hotel relativamente cedo, às 17:30hs, mas o dia
realmente havia sido muito intenso e eu desejava descansar um pouco e me
preparar para o dia seguinte que foi absolutamente maravilhoso: Giverny e
Vernon.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
SÉRIE VERSALHES
Me deparei com essa
série na volta da viagem, quando pretendia começar a próxima temporada de
Narcos. Claro que, como havia acabado de conhecer Versalhes, estava
absolutamente interessada em qualquer coisa que contasse um pouco mais da
história do local e comecei a ver essa série que conta com apenas 1 temporada
no Netflix – mas já tem outra disponível nos meios ilícitos!
![]() |
Amei, amei, amei!!!
Primeiro, me apaixonei muito pelos atores, acho que todos são incrivelmente
bons e eles me transportaram para aquele período. Depois, do que eu sei da
história da França daquele período, a série é bastante fiel, trazendo a
indumentária, os cenários – para quem acabou de voltar de lá, é muito incrível
ver as salas em que a corte viveu naquele período -, e mesmo a personalidade de
cada um. Na série estão Luís XIV e sua esposa espanhola, seu irmão Filipe de
Orleáns, Colbert, as favoritas, Henriqueta da Inglaterra e tantos outros
personagens que conhecemos apenas através de livros.
![]() |
A série irá nos
transportar para um período em que Luís XIV está enfraquecido e resolve
transportar a corte a Versalhes. As finanças não andam exatamente bem, mas ele
se mostra muito hábil nesse setor, com a conquista de muitos territórios e
alianças e a ideia de que “o importante é manter as aparências”. Ele realmente
era o centro das atenções, era temido, era adorado... foi revolucionário e
importantíssimo para a França. A série mostra, inclusive, a ampliação do
palácio e a construção do Invalides, que foi muito bacana.
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| meu casal favorito! |
Também vai nos
trazer, claro, as intrigas da corte, os planos, as fofocas, as tentativas –
muitas delas de sucesso -, de assassinar os oponentes, a utilização de venenos,
dentre outros. Vai também nos trazer um panorama geral do mundo, do rei Carlos
da Inglaterra, de Guilherme de Orange na Holanda, dentre outros. Gostei demais
e assisti aos 10 episódios em apenas 3 dias!
sábado, 23 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
LIVRO - HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN
Ah, como eu amo os livros da Saga Harry Potter. São
todos tão bem escritos e tão divertidos que eu quase consigo tocar nos
personagens e me sentir nas salas de aula de Hogwarts. É tudo muito bem construído
e delicioso de ler. Quando pego um volume, fico sempre naquela vontade de ler
rápido e, ao mesmo tempo, com desejo de que aquilo não acabe nunca.
Nesse terceiro volume, Harry, Rony e Hermione estão
no terceiro ano e ainda nas férias, eles têm a notícia de que um perigoso assassino
fugiu da Prisão de Azkaban. Todos ficam alertas, a segurança na escola e nos
arredores é reforçada, inclusive com a presença dos sinistros Dementadores,
criaturas que sugam a felicidade das pessoas.
Só que, como não poderia ser diferente, o tal
assassino, Sirius Black está interessado em Harry Potter que, junto com seus
amigos, passará por grandes aventuras. E isso inclui um professor lobisomem,
bruxos que se transfiguram em animais e até a descoberta da existência de um
padrinho de Harry e um pouco mais da história da família do bruxo.
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
BALM BIODERMA - REVIEW
As farmácias francesas são um
verdadeiro sonho de consumo para qualquer amante de dermocosméticos. Eu sempre
amei esse tipo de produto, mas depois que comecei a usá-los corretamente
seguindo a orientação da minha dermato, fiquei ainda mais e mais interessada.
Lá na França, você encontra uma gama muito grande de dermocosméticos tanto nas
farmácias, dos mais variados tipos e empresas, como em supermercados da rede
Monoprix. E se você está interessada num produto em específico, minha dica é:
pesquise. O Redermic C da La Roche Posay, por exemplo, estava disponível de
28,00 até 35,00 Euros. Isso é uma grande diferença, principalmente quando
convertida a moeda. (eu fiz um post falando sobre os preços que paguei em cada
um dos dermocosméticos consumidos).
Nessas farmácias,
você irá encontrar marcas como La Roche Posay, Vichy, Avène, Uriage, Bioderma,
algumas outras marcas que eu não conhecia e algumas marcas mais chiquetosas,
como Clarins, Clinique, dentre outras. E o mais legal de tudo é que em algumas
dessas farmácias, você encontrará pacs com dois ou mais produtos por um preço
mais convidativo e é aí que entra a emoção! Eu, por exemplo, comprei pac da
Água Micelar Bioderma, da Água Thermal La Roche Posay e do Normaderm da Vichy.
A economia foi imensa e eu saí de lá com um sorriso no rosto!
Dentre esses pacs
promocionais, eu encontrei numa farmácia um que continha 3 balms da Bioderma
por 4,99 Euros. Eu não estava a procura de balms, para ser honesta. Eles não
estavam na minha lista de compras. Mas, eu tenho lábios extremamente secos e me
dei conta de que eu ando me utilizando apenas daqueles balms em potinho, que
são nada práticos quando estamos no ônibus, no metrô e na rua em geral. Então,
viria a calha a compra desse produtinho. Cada um sairia por pouco mais de R$
6,00, de acordo com a promoção. Comprei!
E devo dizer que
não me arrependi. Sei que fazer um post sobre balms não é exatamente super
divertido, mas eu acho que é de utilidade pública, primeiro porque o preço é
muito bom e segundo porque nós não temos balms Bioderma por aqui. Lá tinha
balms de todas as marcas, só para que vocês saibam! A validade do meu é
só jan/2020, ele é em stick, não abre na bolsa e promete hidratar os lábios e
ajudar na cicatrização de qualquer dano causado pela secura. Estou gostando
bastante, achando o produto bastante promissor. Ele é hipoalergênico, fabricado
na França e, claro, indicado para quem tem lábios ressecados.
Esse foi o
primeiro post de produtos da viagem, com calma vou fotografando as novidades
trazidas, porque acho que não há qualquer finalidade em ficar falando sobre os
dermocosméticos que já usava por aqui e que, provavelmente, já tem post no
blog.
domingo, 17 de setembro de 2017
VIAGEM FRANÇA - DIA 01 - AVIÃO E CHEGADA
![]() |
| look de avião e do primeiro dia. Legging comprada em barraquinha, alpargata Perky, bata Old Navy e Bolsa Parfois |
Estou escrevendo esse post no
dia 05/09, já de volta à vida real e já de volta de uma viagem tão incrível.
Mas o fato é que ela foi tão bem aproveitada que eu nem estou sentindo
saudades. Juro! Vou falar que planejamento é tudo nessa vida e não fossem os
meses que se antecederam às minhas férias, creio que não só não
teria dado tudo super certo como eu não teria me organizado tão bem
economicamente falando – lembrando que voltei com dívidas sem fim da Alemanha!
![]() |
| jantar delicinha de supermercado |
Muito bem.
Embarquei às 22:30hs aqui de São Paulo para Paris, num voo super tranquilo,
regado a um Dramin maravilhoso, rs! Confesso que estava um pouco nervosa,
porque não sabia exatamente o que esperar e nem como seria a coisa. Mas cheguei
lá em Paris em torno de 15hs, num dia quente, minhas malas chegaram super bem e
a imigração foi apenas ridícula!!! Ao contrário de Portugal e Alemanha, que só
faltaram perguntar meu tipo sanguíneo, o oficial da imigração nem olhou na
minha cara! Foi, sem dúvida, a entrada mais fácil que já tive num país!
Pedi informações
no próprio aeroporto e segui para o shuttle, que me levaria para o
Terminal 3 do aeroporto que é imenso – esse serviço é gratuito. De lá, peguei
um metrô à estação Gare du Nord e, depois, à Réamur-Sebastopól. Problema 1: as
estações de metrô em Paris são cheias de escadarias, o que dificulta
imensamente quem está com uma mala. A minha estava com 17kg, mas ainda assim
não estava fácil! Felizmente algumas pessoas me ajudaram e acabou sendo tranquilo.
Problema 2: a estação em que eu desci não era exatamente perto do meu hotel! O
Google foi sacana comigo e me fez descer uma estação antes e me perder durante
um tempo com, mais uma vez, uma mala de 17kg.
![]() |
| vista do quarto |
A região em que
eu fiquei no hotel era, a princípio, um pouco assustadora, porque bastante
central, com um comércio bastante vasto e uma quantidade bastante grande moradores de rua. Movimentada, cheia de restaurantes e barzinhos,
além de duas estações de metrô próximas. Mas, com o tempo eu percebi que a
região não poderia ser melhor e mais fácil para a minha estadia. Fiquei numa
rua paralela ao Boulevard Bonne Nouvelle, ao lado da estação de mesmo nome e
também da Saint-Denis. Bastante próxima à Hard Rock Café, a um Monoprix,
Sephora, Carrefour e outros tantos outros lugares bem legais.
![]() |
O Hotel era
ótimo!!! Um prediozinho de 5 andares construído no início do século XX e
inteiramente reformado. Meu quarto ficava no último andar, era amplo,
bonitinho, aconchegante e arejado. Tinha banheiro privativo e ar condicionado e
os funcionários foram sempre muito zelosos e prestativos. Amei!!! Ah, o nome do
hotel era Provinces Opera – recomendo!!
Como eu cheguei
no hotel lá pelas 17hs e estava bem cansada, simplesmente saí para dar uma
volta nas redondezas, fazer um reconhecimento de área e depois voltar para desfazer as malas e descansar um pouco, para aguentar o dia
seguinte. Percorri algumas quadras ao redor e comprei algumas coisinhas na Hard
Rock e outras em lojinhas fofas nas galerias próximas. O que eu notei logo de
cara foi que tanto as lojinhas quanto os restaurantes/bistrôs são uma graça e
parecem competir pela decoração mais incrível. Dá vontade de ficar por ali,
entrando de um em um, só conhecendo o local.
E o primeiro dia foi assim, sem emoções, só a chegada mesmo. Fui dormir cedo não só pelo cansaço, como também porque pretendia ficar descansada para aproveitar o dia seguinte, que já começaria comum passeio pelas regiões de Quartier Latin e Saint Germain-des-Près.
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E o primeiro dia foi assim, sem emoções, só a chegada mesmo. Fui dormir cedo não só pelo cansaço, como também porque pretendia ficar descansada para aproveitar o dia seguinte, que já começaria comum passeio pelas regiões de Quartier Latin e Saint Germain-des-Près.
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