domingo, 25 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
LIVRO - O TESTAMENTO
Mais uma leitura finalizada e outra começada - aguardem. Esse livro é bem levinho, bem tranquilo e fácil de ser lido, não obstante as quase 400 páginas, que dificultam um pouco seu manejo no metrô e no ônibus. Vocês conhecem o John Grishan? Ele é tipo a Agatha Christie, só que do direito, só escreve livros de direito, de advogados, júri, juízes, etc. Muitos deles viraram filme, como A Firma, O Homem que Fazia Chover, o Júri, etc. São livros bacanas, mas despretensiosos, o que é ótimo quando não estamos com muita vontade de pensar.
| O testamento |
A história é a seguinte: Troy Phelan, um homem já de idade, super mulherengo, péssimo pai e péssima pessoa, morre deixando bilhões de herança e um testamento no mínimo, esquisito. Ao invés de ele deixar a fortuna aos 6 filhos - um pior do que o outro -, resolve deixá-la a uma herdeira cujo conhecimento e paradeiro são absolutamente ignorados por todos. E com vistas a fazer a vontade do falecido, seu advogado, a quem foi confiada a execução do testamento, sai numa longa jornada pelo Pantanal em busca da tal herdeira, que é missionária nas aldeias indígenas brasileiras, quase fronteira com a Bolívia.
E aí, será que encontram a ta herdeira? Será que ela vai aceitar tanto dinheiro, afinal, ela é apenas uma missionária? O que os seus irmãos gananciosos vão achar disso? Essa e outras perguntas vocês só saberão a resposta se lerem o livro!
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
FILME - A COLINA ESCARLATE
Estava louca para ver esse filme porque sou simplesmente apaixonada pelo Diretor Guillermo del Toro - a.k.a. Labirinto do Fauno, um dos filmes favoritos da vida. Na pior das hipóteses, caso não curtisse o filme, admiraria belos figurinos, fotografia, uma história bem contada e a atuação da Jessica Chastain e do Tom Hiddleston, que adoro.
E claro que não me decepcionei, ainda mais porque adoro um filme de terror. Bem, ele conta a história de uma moça abastada da América, Edith, que desde pequena vê fantasmas que, por sua vez, podem se comunicar com ela. Já crescida, ela conhece o misterioso Thomas Sharpe, um inglês com um título, uma terra, mas completamente falido. Apaixonada e indo contra todos que a cercam, Edith se casa com Thomas e eles se mudam para a mansão da família do marido, na Colina Escarlate, onde também vive a irmã misteriosa, Lucille. Lá, Edith irá se deparar com muitas surpresas e terá de desvendar o mistério que cerca a família Sharpe no intuito de sobreviver.
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O filme lembra bastante o próprio Labirinto do Fauno, pelos cenários e cuidado com o figurino e fotografia, mas também com os livros do Zafón, em sua história, que eu gosto bastante.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
LÁPIS DE BOCA
Eu já mencionei
isso, mas ainda não fiz um post contando a vocês sobre a minha nova fase. A
verdade é que eu ando numa preguiça monstra de me maquiar e estou realmente
optando por produtos mais simples, fáceis de aplicar e estou na vibe do menos é
mais. Minhas sombras em pó andam meio esquecidas, delineadores nem se fala e
os batons coloridos acabam entrando nessa.
Gosto muito de um bocão laranja, vermelho, magenta, mas a verdade é que eu tenho um lábio problemático, rs!!! Digo isso porque comigo, não basta pegar um batom colorido, um espelhinho e simplesmente passar, eu preciso, toda vez que reaplico o produto, meio que refazer o formato dos meus lábios, porque tenho o chamado “coração” meio pontudinho e a aplicação fica muito esquisita se eu não obedecer o desenho natural do beiço. Fora isso, eu acho que meus lábios são um pouco claros demais, o que dificulta um pouco a visualização do contorno, dos limites.
Gosto muito de um bocão laranja, vermelho, magenta, mas a verdade é que eu tenho um lábio problemático, rs!!! Digo isso porque comigo, não basta pegar um batom colorido, um espelhinho e simplesmente passar, eu preciso, toda vez que reaplico o produto, meio que refazer o formato dos meus lábios, porque tenho o chamado “coração” meio pontudinho e a aplicação fica muito esquisita se eu não obedecer o desenho natural do beiço. Fora isso, eu acho que meus lábios são um pouco claros demais, o que dificulta um pouco a visualização do contorno, dos limites.
| modelitos adquiridos |
Deu pra sentir o
drama, né? Claro que isso me deixa com uma preguiça absurda de focar nos lábios
na hora de sair, porque, principalmente pela manhã, eu não tenho tempo pra essa
dedicação toda. E ainda há um outro fator que eu esqueci de mencionar: não
importa se eu uso batom hidratante, matte, se uso balm antes ou não, ao longo
do dia, o batom meio que “vaza” do lugar onde tem que ficar, e eu fico com um
visual parecido com varizes na região do bigode. Bonito, né? O resultado disso
tudo é uma profusão de batons clarinhos para o dia a dia e a pseudo
aposentadoria de batons “complicados”.
| no close |
Daí que, vendo
alguns vídeos da amada Julia Petit, observei que ela sempre usa lápis de boca
antes de aplicar o batom. Eu sempre achei isso meio brega, porque eu morro de
medo de o batom sair e ficar só o contorno do lábio com o lápis... não existe
coisa mais horrenda do que isso. Só que, por outro lado, o lápis ajuda a
segurar melhor o desenho do lábio, evitando que o batom escape do lugar onde
tem que estar e, com o contorno do beiço desenhado, eu apenas reaplico o
produto no centro, não tendo que me preocupar o tempo todo com o desenho.
Dito isso, e também pelo fato de haver uma variedade imensa de marcas baratinhas oferecendo lápis de boca a preços ótimos e a diversas opções de cores, eu acabei trazendo três modelitos comigo lá da Alemanha, cada um de uma marca ou qualidade diferente. Não me lembro exatamente quanto paguei em cada um e, me perdoem, mas não vou ficar caçando nota fiscal, mas eles saíram entre 1,75-2,75 cada. Bom, né? As cores compradas foram um pink, um vermelho e um nude e acho que podem ser combinados a diversos batons que tenho no meu organizador. Vou falar resumidamente de cada um deles:
- P2 Cor 141 - Volcano: Vou começar logo pelo vermelho. Essa cor é tão linda e intensa, que dá tranquilamente para usá-la sozinha se eu quiser, sem nem aplicar batom por cima. E ele não é do tipo matte, é mais hidratante, de modo que é fácil de aplicar e não incomoda. Outra vantagem é que ele é retrátil, então não precisa ficar sendo apontado toda hora, o que é uma vantagem numa viagem, por exemplo. A validade é de 36 meses (super boa, né?) e eu estou extremamente feliz com essa aquisição.
- Essence cor 06 Satin Mauve: esse é cor de boca mesmo e eu achei legal porque ele é um coringa. Não acho que seja necessário passar um lápis de contorno quando estou usando batom clarinho, mas ele ajuda no caso de eu precisar de uma base para outro tipo de batom e não tiver a cor certa. É como se fosse um primer, sabe? Ajuda a segurar o que vem por cima. Esse é mais simplinho, não é retrátil, mas é igualmente hidratante e a validade também é de 36 meses.
- Essence cor 03 Yummy Berry: como o próprio nome já diz, ele tem esse tom de pink-framboesa, super bonito! Como tenho alguns batons com a tonalidade parecida, porque acho que combinam com a cor da minha pele, eu achei que valia a pena. Poderia ter trazido também um laranja e um magenta, mas acho que esses que vieram comigo super deram certo. Esse lápis é retrátil, super ótimo e hidratante, com a ponta bem fininha, mas a validade é menor: 12 meses.
Dito isso, e também pelo fato de haver uma variedade imensa de marcas baratinhas oferecendo lápis de boca a preços ótimos e a diversas opções de cores, eu acabei trazendo três modelitos comigo lá da Alemanha, cada um de uma marca ou qualidade diferente. Não me lembro exatamente quanto paguei em cada um e, me perdoem, mas não vou ficar caçando nota fiscal, mas eles saíram entre 1,75-2,75 cada. Bom, né? As cores compradas foram um pink, um vermelho e um nude e acho que podem ser combinados a diversos batons que tenho no meu organizador. Vou falar resumidamente de cada um deles:
- P2 Cor 141 - Volcano: Vou começar logo pelo vermelho. Essa cor é tão linda e intensa, que dá tranquilamente para usá-la sozinha se eu quiser, sem nem aplicar batom por cima. E ele não é do tipo matte, é mais hidratante, de modo que é fácil de aplicar e não incomoda. Outra vantagem é que ele é retrátil, então não precisa ficar sendo apontado toda hora, o que é uma vantagem numa viagem, por exemplo. A validade é de 36 meses (super boa, né?) e eu estou extremamente feliz com essa aquisição.
vermelho
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cor de boca
|
framboesa
|
Dito isso, quero
dizer que, para quem sofre dos problemas mencionados desse post, assim como eu,
o lápis de boca é uma mão na roda e eu garanto que você não vai ficar com
aquele aspecto anos 80, de boca com contorno. Claro que você tem que ficar se
monitorando, porque um batom escuro mal aplicado ou apagado fica mais aparente
do que um batom nude, mas é a consequência normal e o lábio de ninguém é diferente
nesse sentido.
Mas, eu garanto que me ajudou muito porque eu tenho um trabalho só durante o dia e não o tempo todo. E eu devo dizer, também, que achei que a boca fica até mais bonita com os lábios contornados.
Mas, eu garanto que me ajudou muito porque eu tenho um trabalho só durante o dia e não o tempo todo. E eu devo dizer, também, que achei que a boca fica até mais bonita com os lábios contornados.
| swatches |
sábado, 17 de outubro de 2015
FILMES - FRANCES HA E CIDADES DE PAPEL
No
feriado que passou, aproveitei o ócio delicioso para rever amigos, ler, colocar
as séries em dia e assistir aos dois filmes do título que não são novos, o
primeiro é de 2013 e o segundo, apesar de ser desse ano, já virou antigo, de
tanto que falam por aí. Sendo assim, cá estou para uma resenha dupla.
- Frances
Ha: trata-se de um filme diferente porque é P&B e porque ele praticamente
funciona como um monólogo, apesar de contar com a participação de diversos
atores. Para ser honesta, acho que não curti muito porque não fui muito
com a cara da atriz que interpreta a Frances. Por outro lado, a personagem é
assustadoramente familiar, todos já foram Frances em algum momento da vida.
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| Sophie e Frances |
Frances
e Sophie são BFF, inseparáveis, moram juntas num apê em NY, saem juntas,
dividem confissões, tudo. Até que num belo dia, Sophie decide deixar o apê e ir
atrás de outras oportunidades e aventuras. O que Frances não esperava era que
fosse tão dependente emocionalmente da amiga. Para completar, sua vida parece
desmoronar, os amigos, o emprego, a falta de condições financeiras para se
manter... Ao passo que a vida de todo mundo que está ao seu redor, incluindo a
da própria Sophie, parece apenas melhorar. Quem nunca passou por uma fase
dessas?
-
Cidades de Papel: eu sei que é um filme adolescente, mas achei fofo, gostoso de
assistir. Aquela coisa bem “domingo à noite”, sabe? Apesar de bobinho e cheio
de personagens que poderiam ter sido extraídos de um filme B de Sessão da Tarde,
o filme traz uma mensagem muito bonita sobre a amizade. No final das contas, e
sem querer, eu acabei assistindo no feriado a 2 filmes conectados pela amizade.
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| Margo e Quentim |
Bem,
Quentim e Margo são vizinhos e amigos de infância. Com a adolescência, as
diferenças entre ambos afloram – Quentim um nerd certinho e Margo, uma rebelde
sem causa – e eles acabam se afastando. E é o sumiço de Margo e as pessoas que
ela vai deixando para traz que vai os unindo novamente e todos aqueles que
estão aos seus redores. A mensagem do filme poderia ser “até onde você iria em
nome da amizade?”
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
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