sábado, 1 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
LEITURAS DO MÊS - JANEIRO/2020
Eu
inicio todo ano com a leitura de um clássico. E não é um clássico qualquer, é
sempre um bastante denso ou grande. E para 2020, escolhi David Copperfield, que
nessa edição, tem quase 900 páginas. Além dele, li o delicioso Sala das
Borboletas da Lucinda Riley, dois livros de escritores africanos enviados pela
TAG - ambos ótimos - e um livro russo esquisitíssimo!!!
* Pnin - Vladimir Nabokov
* David Copperfield - Charles Dickens
* A Sala das Borboletas - Lucinda Riley
* Adeus, Gana - Taiye Selasi
* Nascido do Crime - Trevor Noah
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
SOBREVIVENDO AO VERÃO
Introduzindo: Esse é um post
absolutamente randômico sobre produtos/rotina de férias de verão. Vou falar um
pouquinho sobre o que tenho usado, cuidados e o que mudou com o meu bronzeado.
Certo?
| parece que estou com cara de brava, mas estava curtindo horrores!!! Foto sem filtro com direito a foco nos melasmas |
Nas férias de final/começo de ano, não
tive o prazer de ir para uma praia, curtir o mar, uma paisagem incrível e tal.
Mas, com o calorão que fez, deu para aproveitar a piscina aqui do prédio, ainda
que de chapéu e quilos de protetor solar. Eu tenho melasma e essa época do ano
– apesar de eu amar demais -, é sempre um pouco tensa pra mim. Por isso, o que
eu faço é me proteger o máximo que dá.
Como vocês podem ver, eu me atulhei de
amostrinhas de protetores solares na minha última visita à dermato. Gosto desses
sachês porque, ainda que o protetor não seja próprio para o meu tipo de pele, porque deixa a cútis mais melequenta ou porque não é do mesmo tom – quando tem cor
-, pra ficar em casa e aproveitar a piscina está ótimo! É sempre uma economia
a mais, lembrando que esse tipo de produto é sempre bastante caro (#capricornianafeelings).
Dos comprados, tenho amado esse da
Heliocare, que além de ter FPS 90, não deixa a pele melequenta e não tem cheiro
de protetor solar. Aliás, recomendo muito o Heliocare com cor (o meu é o nude
light), que dá um bronze lindo na pele e tem uma cobertura excelente e
sequinha. Tenho usado também o protetor da Biorè, que pra mim é sempre o mais
levinho e mais sequinho de todos. Esse azul da foto, o Sarafit, é um protetor
em spray, que deve ser ótimo para a reaplicação durante o dia, quando estamos
maquiadas. Não testei ainda, então não posso tecer minha opinião.
Mas, não é só de proteção que vive a
pessoa no verão! Ainda que o tenha usado produtos para esse fim no corpo, eu não sou tão
cuidadosa como no rosto. Então, a verdade é que estou bastante bronzeada abaixo do pescoço e com
a cor diferente com relação à parte de cima. Essa situação fez com que eu
mudasse minha rotina tanto de cuidados quanto de make.
Com relação aos cuidados, devo dizer
que incorporei, definitivamente, a hidratação na minha vida. Tenho usado muito
mais os meus hidratantes, sem dó nenhuma, porque não tenho a menor intenção de
ficar com a pele acinzentada ou craquelando. Mas, em especial, esse Bronze
Splendor da Eudora, que ajuda a nutrir a pele e prolongar o bronzeado. Eu adoro esse tipo de produto no verão. Ele veio na Beauty Box desse mês, mas dá para ser comprado nas lojas por R$ 33,00.
E a make, como eu disse, também acabou
mudando um pouco, porque eu preciso usar produtos mais “escuros” para igualar o
tom de pele do rosto com o corpo. Eu tenho bases/BB Creams que são mais escuros
que a minha pele, mas a verdade é que eu estou usando e abusando de
iluminadores-bronzeadores misturados com a base. Acho que eles dão uma corzinha
e, ao mesmo tempo, um viço bonito ao rosto. Os meus favoritos do momento são a
Base Bronzeadora Godess da Luisance e o Glow Iluminador Gold Fix da Eudora.
Ambos têm uma textura bem fluida que não modifica a cobertura da base.
E é isso. Um post absolutamente
randômico de verão!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
sábado, 25 de janeiro de 2020
GASTOS/PROVIDÊNCIAS VIAGEM - 1
Como já dito, meu próximo destino de
viagem será agora em maio, para os EUA e México. Acho que será o período mais
curto entre viagens que já tive, o que por um lado é bom, porque eu fico menos
tempo ansiosa (rs), mas por outro, é menos tempo para juntar dinheiro e
providenciar todo necessário. Está sendo uma verdadeira correria, confesso, mas
muito divertido.
O primeiro trecho da trip acontecerá em
Orlando e seremos, ao todo, 8 pessoas. Após, eu, meu irmão e minha cunhada
seguiremos para o México, onde faremos a Riviera Azteca e, em seguida, a
Riviera Maia. Por fim, 1 dia e meio em Miami, só para reunir toda galera de
novo e seguir de volta para o Brasil. Sairei daqui no dia 07/05/2020 e
retornarei em 30/05/2020, portanto, também será a viagem mais longa dos últimos
anos.
Muito bem. Vamos ver o que já foi
providenciado até o momento.
Passagem aérea. Essa foi a primeira providência tomada e, creio eu,
a mais importante. Como estamos em muitas pessoas e queremos ir nos mesmos
voos, achamos melhor fazer a compra da passagem aérea juntos. E, por isso,
acabamos indo a uma Companhia de Turismo e fechando o voo diretamente com a
Latam.
Confesso que achei tudo bem curioso,
porque estou acostumada a comprar a passagem online, depois de pesquisas em
sites e tal, mas não vou dizer que foi uma experiência ruim. Ao contrário, o
preço foi bacana - R$ 2.760,00 – e conseguimos ambos os trechos (São Paulo a
Miami e Miami a São Paulo) em voos noturnos com malas despachadas. Ainda, pudemos definir os assentos
no ato da compra!
Hospedagem Orlando. Pois bem, ainda que o voo seja
São Paulo – Miami, nossa trip acontecerá em Orlando. E como estamos em 8
pessoas, achamos que sairia mais em conta e seria mais confortável alugarmos
uma casa. Essa é outra novidade pra mim, porque sempre fiquei hospedada em
hotéis e hostels nas minhas viagens e sequer sabia como navegar em sites como
Airbnb.
![]() |
No mais, dois dias depois da compra da
passagem, já tínhamos fechado a casa. O local dispõe de 4 quartos, 3 banheiros,
cozinha, várias salas, piscina privativa, máquinas de lavar e secar, ferro e
toda estrutura necessária. E o valor foi mara! R$ 1.276,20 por pessoa durante todo o período em
que ficaremos em Orlando – em torno de R$ 106,00 a diária! Quando voltar da viagem, pretendo fazer
um post completo sobre a casa, sobre a experiência, etc.
Ingressos dos parques. Muita gente quando vai para Orlando fica deslumbrado com os preços, que são realmente convidativos, mas é importante chamar a atenção dos desavisados para os valores praticados pelos parques, que são BEM salgados. É sempre a quantia mais pesada da viagem. Nós faremos 6 dias nos parques da Disney (Hollywood Studios, Animal Kingdon, Magic Kingdon e Epcot Center + 2 repetições), 2 dias nos parques da Universal (Universal Studios e Islands of Adventures) e 1 dia no Busch Gardens. O melhor preço que conseguimos foi R$ 3.547,26 por pessoa à vista.
Sim, é caro! Nós fechamos com o site https://www.voupra.com/ , que ofereceu as maiores vantagens e os melhores preços. De início, ficamos um pouco apreensivos, pois nunca havíamos ouvido falar dele, mas fizemos pesquisas de ações judiciais, Reclame Aqui, ouvimos a opinião de quem já comprou e apuramos que o site era seguro. Eles encaminham os tickets por e-mail (depois é só trocar nas bilheterias dos parques) e a assistência tem sido bastante boa.
Ingressos dos parques. Muita gente quando vai para Orlando fica deslumbrado com os preços, que são realmente convidativos, mas é importante chamar a atenção dos desavisados para os valores praticados pelos parques, que são BEM salgados. É sempre a quantia mais pesada da viagem. Nós faremos 6 dias nos parques da Disney (Hollywood Studios, Animal Kingdon, Magic Kingdon e Epcot Center + 2 repetições), 2 dias nos parques da Universal (Universal Studios e Islands of Adventures) e 1 dia no Busch Gardens. O melhor preço que conseguimos foi R$ 3.547,26 por pessoa à vista.
E por enquanto é isso. Falta um montão
de coisa ainda, principalmente no México. Mas, eu acho que só de ter resolvido
três pendências grandes e de saber que os valores estão cabendo no bolso, já dá um
alívio enorme.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
BATOM QUEM DISSE, BERENICE? VOLUMÃO ROSEIRE - REVIEW
Há muitos anos atrás, eu era louca por aquelas
caixas de assinatura, que chegavam mensalmente e traziam uns 4 ou 5 produtos
surpresa dentro. Eram maquiagens, cosméticos e perfumes de toda sorte e marca.
Devo dizer que, ao menos no começo, recebi muita coisa boa e realmente achei
que o dinheiro empregado valia a pena. Mas depois, senti que a qualidade e
curadoria dos produtos decaiu e acabei cancelando minha assinatura.
A marca promete
acabamento semi mate, o produto tem FPS 15 e está disponível em 15 cores
diferentes, a minha é a Roseire, um rosa antigo. De acordo com a QDB, “o batom
volumão aumenta o volume dos lábios instantaneamente porque tem ácido
hialurônico na sua fórmula. Com o uso contínuo, o batom aumenta a
produção de colágeno e elastina, reduzindo visivelmente os vinquinhos,
redefinindo o contorno labial e aumentando o volume da boca”.
Hum, eu não curto muito essa de volume nos lábios e acho terrível
essa moda em que todo mundo resolveu colocar preenchimento labial. Desculpe,
mas acho esquisito. Por isso, devo dizer que quando o batom chegou aqui em
casa, não foi essa questão que chamou a minha atenção. Mas, já que estamos
falando dela, não vou dizer que notei de imediato alguma coisa acontecendo –
lembrando que a marca promete que essa é uma ação de uso contínuo -, mas ele
deixa os lábios geladinhos.
Aliás, essa coisa de ter que usar por 45 dias para experimentar os
efeitos do volume nos lábios é muito estranha para um batom, porque
ninguém fica 45 dias usando o mesmo batom e ninguém vai sair correndo e comprar
todas as cores da loja. Acho que seria algo mais interessante se, de repente,
esse efeito fosse alcançado com o uso de um balm.
domingo, 19 de janeiro de 2020
VIAGEM - DIA 13 - 1º DIA EM DUBROVNIK
Nesse meu 13º dia de viagem, acordei às
6hs, tomei um banho, arrumei tudo e antes das 7hs saí do hotel em direção à
rodoviária. Para a minha sorte, ao contrário do aeroporto que ficava do outro
lado do mundo, a rodoviária de Split estava a poucos metros do hotel, coisa de
10 minutos andando em direção à marina. Nesse momento, vou dar um spoiler de
uma situação que me trouxe um certo perrengue no fim da viagem: notei que minha
mala estava rachada na região próxima a uma das rodinhas. Guardem essa
informação!
Como estava cedo, consegui comer um
croissant, usar o banheiro e comprar um sanduiche para mais tarde, afinal, a
previsão era de 4hs até Dubrovnik, meu destino mais ao sul ainda na Costa da
Dalmátia. Apenas a título de curiosidade, são apenas 230km entre essas cidades,
mas vocês sabem que o trânsito, as estradas e tudo o mais não ajudam muito no
trajeto.
Bem, cheguei em Dubrovnik em torno de
14hs e estava fazendo um calor do cão! Vou falar uma coisa: quase todas as
cidades em que eu estive nos Balcãs eram muito quentes, mas como Dubrovnik e
Mostar (próximos posts), eu acho que nunca vi nada parecido. É aquele tipo de
calor que no meio do dia você simplesmente senta numa escada com sombra pra
descansar porque o corpo não nos obedece mais.
O hotel se mostrou bastante
aconchegante, num local silencioso, com uma cozinha comunitária, mas... como
nem tudo são flores, ele ficava bem longe da cidade antiga. No site estava
escrito que dava para fazer o percurso a pé, mas você vai andar algo em torno
de 40 minutos, pegar uma porção de ladeiras e ainda enfrentar altas
temperaturas. Portanto, logo no primeiro dia aprendi que seria a melhor amiga
do Uber naquela cidade. E foi o que eu fiz logo que larguei as coisas no
quarto...
... e quando avistei as primeiras
muralhas ainda de dentro do carro, meu queixo caiu! A vista da old city e do
mar é algo absolutamente impressionante. A título de curiosidade, Dubrovnik
serviu de cenário para King´s Landing em Game of Thrones. Hoje, ela é um dos
destinos turísticos mais concorridos do Adriático, conhecido como Atenas
Eslava. E claro, como não poderia deixar de ser, é Patrimônio Mundial da Unesco
desde 1979.
Como teria 1 dia e meio para explorar a
cidade e lá tem uma porção de coisas a serem vistas, já tratei de ir me
mexendo. A primeira providência foi trocar o Dubrovnik Card, que eu já havia
comprado no Brasil, e que dá direito à maioria das atrações na cidade,
incluindo as próprias muralhas. Devo dizer que vale muito a pena porque o combo
sai muito mais em conta do que se você for pagar a parte por cada museu. E a
verdade é que eu acabei vendo coisas muito interessantes que, provavelmente,
não teria visto se não estivesse com o card.
E de posse do Dubrovnik Card, segui em
direção à primeira atração, que fica do lado de fora do portão que dá acesso à
old city: Fort Lovrijenac. Como o próprio nome já diz, trata-se de uma
fortaleza que fica a 37m do nível do mar (sim, prepare os pulmões para uma
grande escadaria), e serviu como escudo contra o domínio veneziano na região lá
pelo século XI. O forte em si é bastante interessante, mas acho que nada se
compara à vista de lá de cima: absolutamente impressionante!!!
Na biblioteca, há diversos ornamentos
religiosos, relíquias, muitos livros raros e algumas pinturas de antigos
mestres. É tudo bem interessante, mas o que mais me chamou a atenção foram
buracos de bala e outros armamentos esculpidos nas paredes do local, fruto da
Guerra dos Balcãs, iniciada em 1991. Acho que esse foi meu primeiro contato
real com essa guerra que, com certeza, acabou aparecendo mais quando cheguei na
Bósnia.
Saindo do mosteiro, como já havia visto
duas das principais atrações da cidade, parti para desbravar Dubrovnik, com um
pouco mais de calma. E vou falar uma coisa: que cidade linda!!!!! E cheia de
igrejas também. Há uma espécie de avenida principal na old city, apinhada de
lojinhas e, em cada um dos seus lados, uma porção de vielinhas com restaurantes
e montes de coisas para serem vistas e exploradas. Me deparei com a Saint
Blaise Church (Igreja São Brás) que é uma das mais lindas que já vi. Ela é
barroca e foi construída em 1715 por um arquiteto e escultor veneziano sobre
os restos da igreja medieval originalmente erigida, que foi
gravemente danificada por terremotos e incêndios.
De lá, fui passando para outras igrejas,
mas eu simplesmente não consigo me recordar do nome de todas elas nem
identificar qual é qual nas fotos tiradas. Quase em frente à St Blaise, há o
Sponza Palace, onde estava rolando uma exposição sobre a Guerra dos Balcãs. A
exposição em si não tem nada de mais e o local é pequeno e sem muito o que ser
visto. Mas estava incluso no Dubrovnik Card, então...
Mas de lá, segui para o Cultural
History Museum e, esse sim valeu muito a pena e recomendo muitíssimo. Trata-se
de um prédio lindíssimo, com um páteo imenso no meio, cheio de exposições
interessantes, distribuídas entre o térreo, o mezanino e o primeiro andar. Lá,
é possível encontrar uma prisão, uma sala de tribunal, um escritório de
escribas, estátuas, quadros, mobiliário, coleção de moedas, selos, de relógios
e até de armas. Por lá, funcionava o palácio do reitor e é possível ter uma
idéia do dia a dia dos trabalhos na época.
Bem, como vocês podem ver, ainda que eu
tenha chegado na cidade por volta das 14hs e o hotel não ficasse exatamente
perto da old city, o dia rendeu horrores! No restante do meu tempo, segui
flanando pela cidade, explorando cada cantinho e procurando um pouco de sombra,
porque o calor estava terrível. Jantei um cheese burger com batatas, porque, a
essas alturas, estava com saudades de junkie food, e tomei um sorvete bem gordo
e delicioso de sobremesa. No próximo post, vou contar a minha experiência nas
muralhas e o que mais consegui visitar nessa cidade tão incrível.
Assinar:
Postagens (Atom)

