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domingo, 15 de julho de 2018
sábado, 14 de julho de 2018
LIVRO - CAMINHO DA LIBERDADE
Devo dizer que comprei esse livro num quiosque por
R$ 10,00 e ele se tornou um dos meus favoritos do ano. Eu já notei que amo
histórias verídicas – autobiográficas ou não – em que uma pessoa ou um grupo
delas passa por uma situação de risco extremo e absolutamente impensável e
sobrevive para contar a história. posso trazer alguns outros título desse
estilo que amei: No Ar Rarefeito, A Escalada, No Coração do Mar... dentre
outros.
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Pois bem, Slavomitr Rawicz é um polonês que apenas
lutava com seu exército para expulsar os nazistas de seu país. O que ele não
sabia era que a “libertação” russa lhe traria mais problemas do que os
nazistas. Seu crime: ser polonês. A sentença: ser torturado por anos e depois,
ser encaminhado a um gulag na fria Sibéria. Devo dizer que, apesar de 25 anos
de condenação, o problema principal não era o gulag, mas sim, o caminho que o
levou até lá, em situações absolutamente degradantes.
Bem, em determinado momento, ele resolve que a
única saída para a sobrevivência é fugir do local e, para tanto, ele elege 6
companheiros. A preparação é feita e, sem um mapa ou mesmo provisões
suficientes – seja para o frio ou para a fome -, os 7 seguirão neve adentro na
imensidão siberiana. O objetivo é rumar para o sul e chegar até a Índia. Claro que
no caminho muita coisa vai acontecer.
Ainda dentro da neve, já próximo à Transiberiana,
Kristina, uma fugitiva de outro campo se encontrará com o grupo e, de 7, eles
passam a ser 8. Tudo vai aparentemente bem até a Mongólia, onde são muito bem
recebidos pelos locais que, mesmo com as dificuldades encontradas com as línguas,
irão salvar os fugitivos da fome, do frio e da sede. Claro que eles estão em
condições sub-humanas, mas o importante é que eles sabem o destino e estão
focados.
O problema acontece quando chegam no deserto de
Gobi. Sem provisões, principalmente água, e naquela imensidão de calor e areia,
os corpos castigados começarão a cobrar seu preço. Nesse momento, e ao
contrário de todo trajeto até então, eles não encontram nenhum acalento e nada
no que se apegarem. O resultado: 2 mortes e muita exaustão. Bem, 6 chegam ao
Tibete, onde, mais uma vez, encontram muita hospitalidade.
Ainda assim, as condições de seus corpos faz uma 3ª
vítima. O deserto de Gobi, certamente, foi a pior parte, mas as montanhas que
dividem o Tibete da Índia, somado ao frio e, mais uma vez, à falta de
provisões, não tornará a vida dos fugitivos melhor. Eles passarão muito
perrengue no caminho e perderão mais um companheiro. Ao final, apenas 4 chegam
ao destino. Eu apenas amei esse livro!!!
quarta-feira, 11 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
LIVRO - O CORCUNDA DE NOTRE DAME
Victor Hugo é o meu
muso máster! Li Os Miseráveis que, para mim, é um dos melhores livros já
escritos, fui à sua casa em Paris, que é uma gracinha e agora, li O Corcunda de
Notre Dame nessa edição linda da Zahar. E eu conclui que o que mais me encanta
nesse autor é que não só ele nos envolve com seus personagens brilhantes e
histórias heroicas, como seu livro tem muita pesquisa histórica e cultural. Eles
nos enriquecem!
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Em O Corcunda de
Notre Dame, especificamente, Victor Hugo irá nos mostrar que antigamente,
quando não havia livros ou quando nem todos tinham acesso a eles, eram as
construções, a arquitetura dos locais quem contavam as histórias dos povos que
ali viviam. E ele critica o homem quando destrói tais monumentos, porque
fazendo isso, ele está destruindo a própria história! Veja o trecho abaixo:
Desse modo, durante os seis mil anos iniciais do mundo, desde o mais imemorial pagode do Hindustão até
a catedral de Colônia, a
arquitetura foi a grande forma de
escrita do gênero humano. E
isso é tão verdadeiro que
não somente todo símbolo religioso, mas também todo o pensamento humano tem sua página nesse
livro imenso e em seu monumento correspondente.
Pois bem. O livro se
passa na Paris do século XIX e, tal qual Charles Dickens, Victor Hugo irá fazer
uma crítica ferrenha às classes e cargos daquela época. Basicamente, comia quem
tinha poder e quem não tinha, tinha que se virar roubando, fazendo conchavos
com todo tipo de gente. E essas pessoas ainda tinham uma outra missão na vida:
evitar a forca. Sim, porque se algo acontecesse próximo a você, seu
envolvimento seria considerado certo, não haveria um julgamento justo e a Place
de Grève seria seu destino.
No livro, temos o
arquidiácono Claude Frollo, que curte o poder, é um cara muito influente, mas
não é de todo ruim. Ele criou seu irmão mais novo quando seus pais morreram e
também criou Quasímodo, o Corcunda de Notre Dame. Quando todos o repugnavam,
Frollo o acolheu para dentro da catedral, lhe deu de comer, abrigo e ele se
tornou o sineiro do local. Quasímodo lhe é absolutamente fiel.
A única criatura
capaz de tirar esse equilíbrio dos dois personagens acima é a cigana Esmeralda,
moça linda, jovem, que dança divinamente e faz truques com sua cabra Djali na
praça para sobreviver. Esmeralda é uma boa alma, mas seu pecado é ser pobre e
egípcia, situação que não ajuda muito na sua condição. Há muitos outros
personagens interessantes no livro, mas vou me resumir a esses três para contar
a história. O que acontece é que Esmeralda salva o Corcunda da forca que, por
sua vez, se torna eternamente grato à moça e aos seus encantos. E Frollo se
apaixona por ela.
Só que essa paixão
de Frollo por Esmeralda, que obviamente não é correspondida, trará muitos
problemas à moça, porque o arquidiácono se mostrará uma pessoa absolutamente má
quando alguém não se dobra aos seus pés. Ele não está acostumado a dizer não e
isso trará o tom da trama. Livro espetacular!
segunda-feira, 9 de julho de 2018
NYX JUMBO FRENCH FRIES FRITES - 609 - REVIEW
Quando comecei a assistir
a tutoriais no Youtube ou mesmo quando ainda lia blogs, principalmente gringos,
ficava obcecada pelos lápis jumbo da NYX. Naquela época, estravam muito em voga
o Black e o Milk, que eram usados pelas blogueiras como potencializadores de
sombra. E eu achava muito incrível e queria muito um lápis desses para
mim.
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Daí, começou a
febre das compras em lojas gringas pela internet. Havia a Cherry Culture que
entregava no Brasil e vendia marcas ótimas, como NYX e Milani. Me lembro que
comprei muitas coisas dessas marcas, inclusive lápis jumbo, mas depois, meio
que acabei deixando a marca de lado. E isso aconteceu até a abertura da
loja aqui no Brasil. Foi curioso porque, quando entrei, sabia que queria
comprar alguma coisa (no caso, foram "algumas"), mas a certeza era de
que uma delas seria o lápis jumbo, que é algo que eu uso muito no meu dia a
dia.
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A cor
escolhida foi o French Fries Frites que é um cobre muito bonito. O que eu gosto
nesses lápis, é que eles são super pigmentados e têm uma durabilidade incrível!
A cor é muito bonita e até mesmo meio cintilante, do jeito que eu gosto. Mas,
curiosamente, ele fica meio apagado nos olhos. O swatch nas mãos é muito mais
forte e aparecido do que quando aplicado o produto nos olhos. No mais, não me
arrependo de tê-lo comprado, principalmente porque o preço estava bastante honesto,
e eu estou bem feliz com a minha aquisição.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
PRODUTOS NYX ADQUIRIDOS - UMA INTRODUÇÃO
Fui conhecer a NYX do Shopping Paulista, que é a primeira loja
brasileira da marca, afora os quiosques que havia em alguns locais. Eles resolveram
investir pesado e inaugurar lojas com uma diversidade bem maior de produtos. E foi
muito legal, porque há algumas coisas icônicas da marca que eu já uso há anos e
também há novidades muito boas. Eles têm os famosos lápis jumbo, os primers e
sombras que são muito bons e o que eu achei mais legal foram os preços.
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Ao contrário da Kiko, por exemplo, que é barata lá fora mas por aqui
chegou com preços um pouco mais salgados, a NYX meio que manteve os preços
praticados na gringa, mesmo com a alta do dólar e tudo o mais. Por exemplo,
máscaras de cílios a R$ 29,90, lápis jumbo a R$ 25,00 e o lápis normal a 22,00,
sombras unitárias por R$ 25,00, batons entre R$ 23-30,00, etc. As únicas makes
um pouco mais caras são as paletas, mas elas são lindas, enormes e vêm muito
produto. Eu fiquei muito apaixonada. O que eu notei – vale a observação, é que havia
alguns produtos em falta.
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Eu queria comprar 1000 coisas, mas me contive e levei apenas aquelas que
sei que vou usar horrores: um lápis jumbo na cor French Fries, um lápis slim na
cor Bronze Shimmer e uma sombra líquida matte muito incrível, a Lingerie Eye
Tint cor Lidli. O total da minha compra ficou em R$ 82,00 e eu vou fazer posts
individuais ao longo do mês para mostrar cada um desses produtos.
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