sexta-feira, 21 de março de 2025

VIAGEM - MÉXICO - DIA 12 - MERIDA

Último dia na Península de Yucatan, a idéia era passar o dia todo em Mérida, cidade em que ficamos hospedados, amamos, fizemos algumas andanças noturnas, mas ainda não tínhamos tido a oportunidade de explorar. Acordamos mais tarde, já que não teríamos que pagar estrada – o que já era um alívio – tomamos o café da manhã com calma e seguimos a pé em direção ao centro. 

Por lá, primeiro visitamos a Universidade, que fica numa esquina e tem um edifício bem lindo que nos chamava sempre a atenção. Não é possível entrar em todas as dependências, mas conseguimos boas fotos.

Depois, seguimos para o palácio do Governo, um prédio verde, bem em estilo espanhol. Ele foi construído no mesmo local onde ficavam as antigas "Casas Reais" durante a época colonial, que abrigavam os governantes de Yucatán, bem como vários de seus principais colaboradores. Sua localização fica no cruzamento de duas das ruas mais movimentadas de Mérida. O projeto do Palácio, como o vemos hoje, foi realizado em 1879. Sua fachada apresenta uma réplica do sino da igreja da cidade de Dolores, que o padre Miguel Hidalgo y Costilla utilizou para mobilizar o povo em uma luta que culminou na independência do país. Lá dentro, há diversas pinturas bonitas e dá para ter uma idéia de como era no passado.

Não saberia dizer o nome de todos os lugares por onde passamos, mas toda vez que avistávamos um prédio bonito e ele estava aberto, a gente dava uma chegadinha. Num deles, que mais parece uma repartição pública, usamos o banheiro e o Arthur aproveitou para correr um pouco e gastar energia. Claro que em determinado momento ele caiu, abriu um berreiro e foi o caos!

Ah, entramos também nas duas principais igrejas da cidade. A primeira delas, mais próxima do nosso hotel, era menorzinha, mas bem bonitinha, The Rectory Jesus (Third Order)- claro que deve ter o nome em espanhol, mas não encontrei. Ela é barroca e por dentro, uma das mais lindas que a gente viu no México, o que não chega a ser um elogio, porque as igrejas lá são horrorosas.

A segunda, foi as Catedral de Yucatán, imensa e localizada bem na praça central de Mérida. O problema foi entrar nela, porque parece que metade do tempo ela fica fechada e na outra metade tem missa, quando não rola de fotografar. E ficam uns olheiros lá dentro que não te deixam nem sacar o celular na clandestinidade!! Ela é de meados de 1600.

Almoçamos num restaurante cubano nas redondezas, com comida bem boa. Pedi um penne com frango porque eu sou a pessoa que precisa de macarrão pra sobreviver e eu já estava há uns 15 dias na seca. Como estava um calor dos infernos nessa altura, resolvemos voltar ao hotel, que ficava por ali, para descansar um pouco.

E como depois de um tempo o calor seguia infernal e a gente queria aproveitar o último dia, pegamos o carro e seguimos para a Av. Passeo Monejo, que é bem larga e tem lindos casarões. Infelizmente, nesse exato momento começou a chover demais e a nossa idéia de dar um rolê por lá a pé miou. Acabamos entrando num Starbucks, para ver se a chuva acalmava, e foi até que legal porque ele também, ficava numa casa bem bonita.

Spoiler: nesse curto trecho entre o carro e o Starbucks, que durou cerca de 10 segundos, eu fiquei levemente molhada e a blusa que eu estava usando desbotou e manchou minha calça – que merda!

Depois de um pumpking late com leite de soja, seguimos novamente de carro até o centro de Mérida, já perto do hotel, onde pegamos nossas roupas da lavanderia e voltamos para o quarto para arrumar as malas e ver se o temporal diminuía. Terminamos a noite num bar bem delicia na Praça Sta Lucia – que estava levemente alagada – onde comemos fritas com carne e tomamos uma brejota. Estava uma delícia!!

domingo, 16 de março de 2025

THE JOY LAB - POWER BHRIGHT STICK - REVIEW

Esse produto, ao contrário de outros, eu não comprei no lançamento, porque não estava convencida de que precisava. De acordo com  a marca, ele tem os seguintes benefícios:

  • Clareamento gradual de hiperpigmentações solares ou pós-acne, uniformizando a tonalidade da pele.
  • Rugas, poros e olheiras por hiperpigmentação são suavizadas.
  • Combate os efeitos nocivos da poluição na pele, como oxidação, ativação de enzimas que destroem colágeno e irritações.
  • Elimina pontos de ressecamento.
  • Fortalece a pele contra danos.
  • Prático e fácil de usar mesmo em dias em que há cansaço para aplicar cremes e outros produtos na pele.
  • Não descama a pele, seguro mesmo para peles sensíveis.

Daí,  quando fala que clareia, eu sempre me animo e pela praticidade e vontade de experimentar um produto em bastão, acabei comprando. Ele tem 5,5g, é em stick, não testado em animais e custa R$ 139,00.

Eu não posso falar com relação às manchas, porque logo depois que comecei a testar o produto, fui para a Ilha de Páscoa, de onde voltei torrada e parecendo uma onça pintada de tantos melasmas. Mas, uma coisa que me chamou a atenção logo no começo, com pouco tempo de uso, foi com relação às linhas ao redor dos olhos. Confesso que não tenho muitas e não é algo que me incomoda, mas senti uma melhora grande nesse aspecto!

E é isso. Vou comprar novamente quando acabar? Acho que sim. Eu curti a praticidade. 

segunda-feira, 10 de março de 2025

CHILE - SANTIAGO - DIA 01

Minha viagem já começou com muita emoção. No dia anterior, quando já estava indo dormir, fiquei sabendo que havia tido um apagão geral no Chile e que, por conta disso, todos os voos haviam sido cancelados e não havia previsão de restabelecimento. Isso significa que eu fui dormir sem saber se iria ou não viajar! A noite foi péssima, claro, mas às 3:15hs, quando acordei, descobri que já estava quase tudo normalizado e, pelo menos até aquele momento, meu voo estava confirmado. Ufa!

Às 4:40hs, com tudo pronto, segui para o aeroporto e, com trânsito bom, às 05:15hs já estava por lá. Como já havia feito o check in previamente, apenas imprimi o cartão de embarque e segui para o controle de bagagem e de passaporte, que foram igualmente tranquilos.

Pouco depois das 7:40hs, entrei pelo portão 313 e, quando chamaram o grupo 3, segui para o ônibus da companhia – por incrível que pareça, fui uma das primeiras a entrar e, por isso, não tive problema nenhum em acomodar minha mala no compartimento de cima ao assento 12C.

Como não tinha entretenimento algum disponível naquele voo, assisti a 2 capítulos da Terceira Temporada de White Lotus que havia baixado. Às 10:10hs serviram um sanduiche de peito de peru com queijo, bolo de laranja, frutas e suco. Estava bem gostoso! O voo foi bem tranquilo, zero turbulência, e chegamos com 42min de antecedência em Santiago.

Chegando no aeroporto, o segundo perrengue do dia: meu chip não estava funcionando. Coloquei e tirei trocentas vezes e... nada! A sorte é que, em algum momento, o wifi do aeroporto pegou e eu consegui avisar a família. O desembarque e a passagem pela imigração foram super rápidos e às 13hs em ponto, eu já estava entrando no transfer da empresa contratada, a Transvip.

Depois de uma volta imensa por Santiago para deixar um casal num lugar horroroso e o fato de que o motorista se negou a usar o cinto e o carro ficou o tempo inteiro apitando, chegamos ao Hotel Brasília, hiper bem localizado. Mas, nesse momento, o terceiro perrengue da viagem se manifestou: meu cartão de crédito não estava funcionando! E esse hotel era para pagamento na localidade! Consegui colocar dinheiro no Nomad, o que foi providencial para depois, mas o débito foi feito pelo aplicativo do Booking. O fato é que eu estava com dois pepinos para resolver naquele momento: o chip e o cartão.

Já instalada no quarto 420, felizmente, e rapidamente, consegui resolver os dois problemas. O quarto era antigo, mas com um bom tamanho e o conforto necessário. Como já passava das 14hs e eu estava faminta, saí para almoçar. Descobri que a rua do hotel, numa reta só, dava até a catedral, nuns 30 min de caminhada. E na mesma rua, estava o Pátio Comida, uma galeria que havia recém selecionado para almoçar, porque serve menus executivos.

E foi por lá que eu escolhi comer uma chorrillana, que é basicamente batata frita com carne, linguiça, cebola e um ovo frito por cima. Imenso e com mais proteína do que precisava, mas encheu o bucho!!

De lá, parti para flanar pelo centrão, velho conhecido. Dei uma chegada na Plaza de Armas, entrei em várias galerias, na belíssima catedral e fui até o Museu Histórico Nacional, que ainda não conhecia e é grátis. Os salões do museu, que têm exibições permanentes e temporárias, abordam temas como a chegada de espanhóis ao país, a conquista chilena, a sociedade e participação da igreja nos séculos passados, o colapso do império e outras mudanças que a população viveu ao longo dos anos. Bem interessante.

E foi assim que passei o dia: andando muito!! Lá pelas 18hs, comecei o caminho de volta para o hotel, passando por lojinhas (e comprinhas), supermercado, e terminei o dia com um sorvete delícia e dormindo cedo, não só pelo cansaço, mas também porque o dia seguinte começaria super cedo!

sábado, 8 de março de 2025

VIAGEM - MÉXICO - DIA 11 - VALLADOLID E CENOTE ZACI

Mais um dia daqueles que o Thiago e a Ana amaram (sqn), em uma cidade colonial que prometia tudo e não entregava nada!! Acordamos bem cedo porque o destino era Valladolid, uma cidade bem antiga que ficava a 2 horas de Mérida. Depois daquele café da manhã super incrível (risos), às 8hs da manhã já estávamos dentro do carro pegando a estrada. No caminho, pegamos pedágio – que foi pago porque o negócio “sem parar” que compramos não funcionava (risos de novo) e até paramos num posto para usar os banheiros.

Às 10:15hs estávamos em Valladolid e naquele horário, o calor já estava batendo 250º na sombra. Super agradável (risos novamente). Paramos o carro perto do Convento de San Bernardino de Siena que, aparentemente, era a atração mais famosa da cidade. Por fora, ele não impressiona como o de Izamal, vale dizer. Mas, por dentro, eu achei bem mais interessante. Ele foi construído entre os anos de 1552  e 1560 por monges franciscanos e acho que não é reformado desde então!

A igreja em si não tem nada de especial, é até meio feia – e é gratuita. Para visitar o convento, tem que pagar $40,00. O espaço não é muito grande e o curioso é que ele fica em cima de um cenote!  Tem até uma parte do lado de fora que é possível ver um fosso e até fotos de como é lá embaixo. A parte de dentro é charmosa e rendeu muitas fotos, uma ida ao banheiro e um papo sem fim com uma senhora local que nos deu várias dicas!

Saímos de lá e fomos dar um giro pela cidade – sempre pegando o carro porque, apesar de a cidade ser minúscula, estava fervendo e não tinha nenhuma condição de andar a pé. Passamos pela praça central, onde tinha iguanas gigantes dando um rolê (me senti naqueles filmes de fim de mundo) e depois fomos até a igreja matriz. Ela estava toda enfeitada e lá pelas 12:30hs, chegou uma procissão de romeiros com banda.

Depois disso, a gente até podia ter explorado um pouco mais da cidade que não era tão ruim quanto Izamal e tinha até um comércio interessante e casinhas fofas. Mas aquele foi, provavelmente, o dia mais quente da viagem, então, fizemos um tour rápido de carro no ar condicionado,  pela Calzada de los Frailes, por casinhas coloridas e todos os pontos turísticos em geral.

Depois, e seguindo as dicas da senhora lá do convento, fomos para o cenote Zaci, que fica no centrão da cidade. Valladolid é uma das regiões que mais tem cenotes, por isso foi legal receber essa dica. Almoçamos por lá, o que foi maravilhoso, porque a comidas estava ótima e a vista era incrível, porque o restaurante ficava bem em cima do cenote.

O cenote em si, devo dizer que dos 3 que fomos na viagem foi o que menos agradou a todos. E eu acho que o problema era o fato de estar mais cheio e de ser mais aberto. A água era mais clara do que o último em que estivemos, provavelmente porque mais raso, tinha uma porção de peixinhos e muitos turistas. Mas estava uma delícia, principalmente porque estávamos em contato com água super gelada, esfriando o corpo do calor terrível que fazia lá fora. Ficamos por lá por cerca de meia hora apenas, o Arthur quis ir embora porque estava com frio e nós acatamos ao pedido! Ah, por lá também não tinha uma estrutura super boa e tivemos de levar nossas coisas junto para a parte de água e meio que “ficar de olho”.

De lá, seguimos para Uayma, uma cidadezica próxima, porque eu queria ver a igreja. Antes de mais nada, vale dizer que no caminho, passamos por vilarejos indígenas muito pobres e isso aconteceu em vários percursos durante a viagem. E quando chegamos na cidade,  tivemos um pequeno de já vu de Itamaracá! MUITO pobre, cabras soltas na rua, cães muito magros, crianças correndo pra todos os cantos... difícil! Mas a igreja central é realmente belíssima e rendeu muitas fotos.

Lá pelas 16hs e pouco começamos o caminho de volta para Mérida. Demos mais um rolê pela cidade, que é uma graça, deixamos nossas roupas na lavanderia, porque a essas alturas ninguém tinha mais o que vestir, e depois o Tico, a Ana e o Arthur jantaram no BK – e todos passaram mal!