terça-feira, 23 de novembro de 2021
terça-feira, 16 de novembro de 2021
GRANADO - MANTEIGA EMOLIENTE - REVIEW
Post
mais colorido ever!
Mais
uma marca que eu amo de paixão: Granado. Gosto de todas as linhas, fico
encantada com o ar retrô e a beleza de todas as embalagens e das lojas... tenho
vontade de levar tudo! Mas de todas as linhas, sem dúvida a que eu mais uso é a
Pink. Amo o cheirinho e gosto muito da sensação dos seus produtos.
A
cerinha de cutícula, sem dúvida já está em sua embalagem de número 100 ou
próximo disso por aqui. Não vivo sem e até hoje não encontrei nada melhor e nem
melhor custo x benefício. Eu também gostava muito da Lemony Flutter da Lush,
mas infelizmente não temos mais como encontra-la por aqui. E A Manteiga
Emoliente é uma espécie de cerinha versão gigante e com uma consistência de
hidratante.
A
embalagem é igualzinha, mas conta com 60g. o cheirinho delícia é exatamente o
mesmo também. Eu gosto de usar esse produto nas mãos e amo o efeito, porque ele
deixa a pele gostosa, hidratada, mas sem ressecar como os produtos da
L´Occitane ou deixar muito melequento. Acho que o efeito acontece na medida e é
disso que eu gosto. Fora que rende muito, porque basta uma quantidade pequena
para dar resultado.
Custa R$ 42,50 e, de acordo com a marca, a manteiga promete “Hidratação intensa e regeneração da pele. Formulada com 3 manteigas: murumuru, cupuaçu e karité. Enriquecida com óleo de castanha do Brasil e vitamina E. Proporciona sensação aveludada. Livre de parabenos, corantes, óleo mineral e ingredientes de origem animal.”. A Granado ainda recomenda sua aplicação nas mãos, pés, cotovelos e joelhos. Versátil, não?
quarta-feira, 10 de novembro de 2021
VIAGEM - RECIFE E SALVADOR - DIA 02
No segundo dia todo mundo
acordou moído porque o ar condicionado do quarto era sinistro. Ou ficava
supergelado ou super quente. Resultado: todos passaram frio a noite e não
dormiram direito. Mas tudo bem, o importante é que estávamos em férias e o café
da manhã nos esperava. A variedade de comidas não estava ruim, tinha muita
coisa disponível, como pãezinhos diversos, frios, bolos, ovo, iogurte, café,
leite, cereais, dentre outros. O problema é que é muita gente junta, muita
muvuca e aquilo que já tinha dito... o hotel era meio sujinho. Quero destacar o
bolo de tapioca e o bolo de milho (parecia uma pamonha) que estavam muito
gostosos!!
Muito bem, o destino da quarta-feira
era o centro da cidade a tarde e praia pela manhã. Pegamos um Uber em direção a
Itapuã que, não sabíamos que ficava tão longe! Foi um caminho de, mais ou
menos, 1 hora. Mas o motorista era bem simpático, bem falante e acabamos
percorrendo toda a orla e vendo todas as praias da cidade. Aliás, simpatia é uma
característica comum aos baianos.
A praia de Itapuã em si não era
exatamente incrível. Uma faixa de areia bem larga, estilo Santos, um mar nada
incrível, muitas pedras e muuuuuuuuitas algas. Inclusive muitas delas já
apodrecidas estavam deixando a praia com um cheiro complicado. Pegamos uma
“barraca” com o Smith. Demos uma caminhada, um mergulhinho, mas ainda estávamos
tímidos para ficar por lá. Ficamos curtindo até umas 10 e pouco, tomamos água
de coco, comemos acarajé e pegamos um solzinho.
Novamente pegamos um Uber e voltamos
para o hotel para um merecido banho. Nos arrumamos e seguimos pela Avenida sete
de setembro direto ao Pelourinho. Passamos pela Praça 2 de Outubro e chegamos
no centrão. Fiquei encantada com as paisagens, com as construções e com as semelhanças
com o centro de Santos. Ainda não havíamos visitado aquela região e eu amei.
Muitos casarões, ladeiras, lojinhas de souvenires, paralelepípedos e gente
tocando música.
A energia por lá é bem boa! Entramos
direto no Senac para o almoço. O restaurante fica num casarão antigo no
Pelourinho e ao lado da Igreja Nossa senhora do Rosário dos Pretos. Por lá, se
come a vontade por R$ 54,00, incluindo sobremesa. E nossa..... que comida
maravilhosa! Muitos frutos do mar e temperos diferentes. Estava tudo delicioso!
De barriga beeeeem cheia, fomos explorar a região.
A Igreja Nossa senhora do Rosário dos
Pretos foi o primeiro destino pela proximidade. Construída no século XVIII, com
decoração atual executada entre as décadas de 1870 e 1890. E que graça! Super
simples, mas bem conservada! E a simpatia dos baianos só melhorou o passeio. Um
senhor estava preparando a igreja para a festa da Santa que aconteceria no dia
seguinte e nos contou um pouco sobre a história do local. No fundo, tem um
pequeno cemitério – pequeno porque só tem mini locais com indicação de
ossários, lembrando que os escravos não era enterrados. E há também um altar
para a Escrava Anastácia - cultuada informalmente pela realização de supostos
milagres.
De lá, fomos subindo as ladeiras e
chegamos na Praça terreiro de jesus, que conta com várias igrejas lindas. Fomos
parar na Igreja de S. Pedro dos Clérigos que também é bem antiga e simples.
Vale lembrar que todas as edificações são cobradas – preços variam de R$ 3,00 a
R$ 5,00 – e todas estão conservadas e contam até com banheiros limpos, o que é
ótimo. Aliás, não tivemos em nenhum momento problema com banheiros durante a
viagem. é uma igreja católica romana do século
XVIII localizada em Salvador, Bahia, Brasil. O templo atual foi construído pela
Irmandade de São Pedro entre 1802 e a década de 1890.[1] A igreja foi listada como um bem histórico
pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN)
em 1938 e faz parte do Centro Histórico
de Salvador, Patrimônio Mundial da UNESCO.
A próxima foi a minha favorita: a
Catedral. Não só é uma das igrejas mais lindas que já vi, como a mais imponente
também. Todas elas contam com um teto de madeira lindo e todinho trabalhado.
Ela tem um pé direito bem alto e é cheia de detalhes. Conseguimos entrar na
sacristia que é maravilhosa e também seguir para outros setores do prédio.
Terminamos o passeio na Igreja de S.
Francisco, que é bem simples por fora, mas ornada por outros na parte interna.
s estruturas foram erguidas entre os século XVII e XVIII e são consideradas uma
das mais singulares e ricas expressões do Barroco brasileiro,
apresentando, em especial a igreja, uma faustosa decoração interior. Foram tombadas
pelo Iphan, classificadas como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, e
fazem parte do Centro Histórico
de Salvador, que hoje é Patrimônio da
Humanidade.
Tomamos uma água de coro para descanar
e espantar um pouco o calorão. Fomos até a Sé e terminamos na Praça Tomé de
Souza na frente do Elevador Lacerda, o qual visitaríamos noutro dia. pegamos um
Uber de volta para o hotel e aproveitamos o final do dia na piscina – a qual
foi muito aproveitada durante nossa estadia, porque era super quentinha!
O dia terminou no Boteco do França,
onde jantamos petisco de peixe e tomamos uma cervejinha para coroar o dia
delicioso.
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
SALLVE - LEITE MICELAR - RESENHA
Na
prática, eu sou aquela pessoa que testa absolutamente qualquer coisa que a
Sallve lance (quase tudo). Já fui a louca que compra tudo no pré lançamento e
agora estou um pouco mais contida. Mas a verdade é que eu gosto da maioria das
coisas e acho os valores bem justos. Agora que os produtos estão sendo vendidos
nas farmácias, ficou ainda mais fácil!
E
um queridinhos vem sendo o leite micelar, que eu gosto de usar a noite após o
banho, no sanduiche entre a água termal e o hidratante (também da Sallve).
Aplico com as mãos mesmo, sem algodão e ele é como uma água, é rapidamente
absorvido pela pele e não deixa resíduos. O valor também é bem interessante: R$
49,90 por uma embalagem de 200ml que vai durar pra sempre.
De
acordo com a marca, o produto tem “uma fórmula prática, gentil e sem enxágue
para limpar a sua pele diariamente. livre de óleos, nosso Leite Micelar
bifásico oferece até às peles mais sensíveis a remoção da maquiagem do dia a
dia, controle da oleosidade sem ressecar e um viço incrível. sua fórmula tem
Leite de Arroz na composição e tensoativos leves (moléculas de limpeza), que
limpam sem deixar a pele pegajosa ou ressecada.
- limpa e
demaquila o rosto sem ressecar
- não
precisa de enxágue e não deixa a pele pegajosa
- remove
partículas de poluição
- controla
a oleosidade
- deixa a
pele hidratada e viçosa
- reduz a
aparência dos poros com uso contínuo
- acalma
a pele
- testado
especificamente em peles sensíveis
nos testes clínicos: 10 em cada 10
sentiram que promove uma limpeza eficaz; 9 em cada 10 sentiram que o produto
controla a oleosidade da pele e perceberam diminuição na aparência dos poros.
ah, ele também: é hipoalergênico,
testado oftalmologicamente e dermatologicamente em pele sensível,
não-comedogênico; sem crueldade e sem ingredientes de origem animal (vegano);
tem embalagem 100% reciclável; nem fragrância.”
Com relação à remoção da maquiagem, honestamente
acho fail! Eu só sinto que a minha make foi completamente removida após o uso
de um demaquilante(no caso em óleo), lavagem do rosto com um sabonete
(Normaderm da Vichy) e, por fim, o uso de uma água micelar para ver se não
ficou nada pra trás.
Com relação ao restante, não sei se devido ao uso do produto, mas a oleosidade da minha pele está super controlada, meus poros são praticamente invisíveis, acho sim que minha pele está hidratada e viçosa e bastante calma. Por isso, e porque não me dá trabalho algum usar esse produto, pretendo continuar usando e repor o estoque quando esse acabar.
domingo, 31 de outubro de 2021
LEITURAS SETEMBRO/OUTUBRO DE 2021
Mais dois meses de
leitura encerrada. Foram muitas, como vocês podem ver, mas a maioria começada
antes e terminada agora, porque o mês de outubro contou com 10 dias de viagem
nos quais eu quase não li nada. Levei Nada de Novo No Front, por ser um livro bem
pequeno e levinho. Mas a real é que só consegui ler dois capítulos por lá. No
mais, excelente leitura, uma das melhores dessa pilha.
Bom também foi No Zênite, livro meio diferentão,
vietnamita, ué conta um pouco do pós guerra de Ho Chi Min. Como estive por lá e
até vi o presunto com meus próprios olhos, achei a leitura bastante
interessante, apesar de um pouco enfadonha. A mesma descrição, talvez, eu
poderia dar a Um Diário do Ano da Peste, que é beeeem interessante,
principalmente porque guarda uma imensidão de semelhanças com o que estamos
vivendo hoje na Pandemia.
A Irmã Desaparecida é a última obra de Lucinda
antes de morrer e não só não decepcionou, como na minha opinião é um dos
melhores de sua autoria. Li rapidinho porque é viciante e uma delícia! O
Juramento do Rei também é prazer garantido, a exemplo dos outros livros da
série. Esse já é o volume 9, o que significa que estou terminando a saga.
Leitura esquisitíssima é muito chata foi A Mão
do Amo... se-nhor!!! Definitivamente um daqueles livros que a gente termina por
uma questão de honra e até dá um alívio quando acaba. A Peste Escarlate foi
semelhante. Apesar de menos estranha e menos chata, ainda assim é um livro
cansativo e essa coisa de mundo pós apocalipse não me agrada.
Devo dizer que ultimamente a Tag anda enviando
uns livros beeeeeem meia boca. Tenho achado as leituras meio enfadonhas
desinteressantes e faz tempo que não chega algo realmente bom. A Trégua é até
gostosinho de ler e rápido porque foi escrito sob a forma de diário, mas é bem
deprê. Em Fogo Lento é da mesma escritora de A Garota no Trem, que é beeeem
melhor. Achei a história previsível e os personagens chatos e rasos.
Por fim, temos o clássico é maravilhoso
Germinal, que além de ser uma leitura delícia e interessantíssima, ainda me
ensinou um pouco de história de um período que ainda não conhecia. E adorei
conhecer Zola!
sábado, 30 de outubro de 2021
DIÁRIO DE VIAGEM - BAHIA E RECIFE - DIA 01 - SALVADOR
E depois de mais de
dois anos sem planejar uma viagem, finalmente chegou o dia de fazer as malas,
planejamentos e pegar um avião. Infelizmente não rolou uma trip internacional,
tanto em razão da pandemia, quanto do próprio valor do Dólar e Euro, mas eu estava
animada por finalmente conhecer o Nordeste brasileiro, região que sempre me
causou curiosidade, principalmente em razão das praias.
E assim foi. O destino primário seria Salvador e o final, Recife. O primeiro e o último trecho foram gratuitos, porque eu fiz uso das minhas milhas, e acabei arcando só com o valor da passagem entre Salvador e Recife, trecho menor, apenas 1 horinha de viagem. A trip seria feita com meu irmão e minha cunhada, mas, como sempre, não conseguimos entrar no mesmo avião e teríamos de nos encontrar no aeroporto de Salvador.
Saí
de casa antes das 09:00hs, porque o avião sairia de Guarulhos, era uma
terça-feira (05/10) e o tempo estava bem feio. Sem trânsito, antes das 10hs eu
já estava dentro do aeroporto. Como o voo só sairia 12:55hs, deu tempo de dar
um giro pelo aeroporto, lugar que não frequentava há tempos. Muita coisa havia
mudado, lojas novas, partes reformadas e o setor da Latam bem cheio! Acabei
despachando minha mala em cortesia porque a promessa era de um voo cheio e a dificuldade
de colocá-la no bagageiro de bordo.
Lá
pelas 10:30hs fui ao Starbucks forrar o estômago porque não iriam servir nada
no voo e eu chegaria em Salvador apenas às 15hs. Claro que ainda era muito
cedo, por isso só consegui ingerir um croissant e um chai late. Pouco tempo
depois, entrei no portal de embarque destinado aos voos domésticos que estava
bem cheio. Não tive problemas em passar pelo raio x, a não ser o fato de eu
estar cheia de pulseiras e ter que tirar uma a uma... coisas que a gente esse esquece
depois de dois anos de viagem.
Fiquei
bem impressionada com a imensidão do setor de embarque nacional, com a beleza e
com a quantidade de lojas e restaurantes. Já identificado o portão de embarque,
me arranjei num canto e comecei a ler Nada de Novo no Front. Embarquei às
12:35hs, fiz parte do penúltimo grupo e o voo realmente estava bem cheio, foi
bem bom que eu tenha despachado a mala, porque não tinha espaço e muita gente
acabou tendo que fazê-lo de dentro do voo, o que atrapalhou bastante.
Não
sei se fazia muito tempo que não viajava, mas eu estava bem incomodada dentro
do avião, sentindo muito calor, meio sufocada (a máscara não ajuda), e com uma
certa claustrofobia. Antes do voo levantar, começou a me dar um mini ataque de
pânico. Foi uma sensação bem ruim e que não tinha há bastante tempo, mas passou
rápido. Tentei me distrair com as séries que baixei e deu certo. Ao meu lado
estava um casal (ele de MG e ela de PE) e ele estava com tanto medo de voar que
eu acabei me preocupando mais em acalmá-lo e acabei me esquecendo do meu
desconforto.
O
avião lentou voo ás 12:50hs, o ar condicionado passou a funcionar melhor,
deixando a temperatura interna beeeeem mais agradável, mas um barulho bem alto
passou a me incomodar. Isso é o que acontece quando a gente acaba se
desacostumando com as coisas e 2 anos enfurnada dentro de casa não ajudou em
nada. A verdade é que fazia tanto tempo que não voava que nem sabia mais o que
era normal e o que não era.
Bem,
cheguei no aeroporto às 14:50hs e o fato de a saída do avião ter sido
escalonada foi uma idéia maravilhosa que me livrou de um dos meus maiores
pânicos a bordo, que é quando todo mundo fica em pé, pegando suas malas e a
porta ainda está fechada. Com essa nova idéia, a saída ficou super tranquila e
eu infinitamente mais feliz. Logo encontrei meu irmão e minha cunhada e saímos
a caça de um Uber. Logo descobrimos (e isso seria confirmado ao longo da
viagem) que é beeeeem difícil pegar um Uber em Salvador.
Mas
deu tudo certo, pegamos um motorista-piloto (os baianos correm demais), e como
são 60km entre o aeroporto e o Hotel (na Barra), conseguimos ter um vislumbre
da cidade, inclusive passamos na frente do Estádio Fonte Nova. Achamos a cidade
de um modo geral bem parecida com São Paulo, além de limpa, com asfalto decente
e bonita.
O
hotel ficava na Barra, bem na viradinha já indo para a Sete de Setembro,
subidona que nos leva ao centro da cidade. Rede Andrade Barra - R$ 1.937,00 – 6
noites o quarto para 3. O hotel em si era muito bom, muito bem localizado, com
café da manhã, piscina, uma linda vista para o mar e boa acomodações de uma
forma geral. Mas pecava na manutenção, na limpeza, havia apenas 1 elevador
funcionando para muuuuuuuitos hospedes e limite de gente dentro deles, etc. O
quarto era grande, mas apenas ok.
Acomodados,
saímos para um giro pela região e fomos direto caminhar pela orla no final do
dia. acabamos nos deparando com uma praia bem lotada, calçadão bem cheio, coco
a R$ 2,50 e um lindo pôr do sol com o Farol da Barra ao fundo. Aliás, fiquei
muito impressionada com a beleza do mar e do Farol da Barra a noite, todo
majestoso e iluminado. Minha primeira impressão do lugar foi a melhor possível.
Jantamos camarão no Boteco do Caranguejo (um erro porque a porção era pequena e o valor foi bem alto comparado com nossas refeições seguintes). Mas estava gostoso e comer um peixinho com cerveja era tudo o que precisávamos depois de 2 anos inteiros de aflições dentro de casa. Lá pelas 21hs voltamos para o hotel e fomos descansar para estarmos preparados para o dia seguinte.







