terça-feira, 16 de novembro de 2021

GRANADO - MANTEIGA EMOLIENTE - REVIEW

Post mais colorido ever!

Mais uma marca que eu amo de paixão: Granado. Gosto de todas as linhas, fico encantada com o ar retrô e a beleza de todas as embalagens e das lojas... tenho vontade de levar tudo! Mas de todas as linhas, sem dúvida a que eu mais uso é a Pink. Amo o cheirinho e gosto muito da sensação dos seus produtos.

A cerinha de cutícula, sem dúvida já está em sua embalagem de número 100 ou próximo disso por aqui. Não vivo sem e até hoje não encontrei nada melhor e nem melhor custo x benefício. Eu também gostava muito da Lemony Flutter da Lush, mas infelizmente não temos mais como encontra-la por aqui. E A Manteiga Emoliente é uma espécie de cerinha versão gigante e com uma consistência de hidratante.

A embalagem é igualzinha, mas conta com 60g. o cheirinho delícia é exatamente o mesmo também. Eu gosto de usar esse produto nas mãos e amo o efeito, porque ele deixa a pele gostosa, hidratada, mas sem ressecar como os produtos da L´Occitane ou deixar muito melequento. Acho que o efeito acontece na medida e é disso que eu gosto. Fora que rende muito, porque basta uma quantidade pequena para dar resultado.

Custa R$ 42,50 e, de acordo com a marca, a manteiga promete “Hidratação intensa e regeneração da pele. Formulada com 3 manteigas: murumuru, cupuaçu e karité. Enriquecida com óleo de castanha do Brasil e vitamina E. Proporciona sensação aveludada. Livre de parabenos, corantes, óleo mineral e ingredientes de origem animal.”. A Granado ainda recomenda sua aplicação nas mãos, pés, cotovelos e joelhos. Versátil, não?

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

VIAGEM - RECIFE E SALVADOR - DIA 02

No segundo dia todo mundo acordou moído porque o ar condicionado do quarto era sinistro. Ou ficava supergelado ou super quente. Resultado: todos passaram frio a noite e não dormiram direito. Mas tudo bem, o importante é que estávamos em férias e o café da manhã nos esperava. A variedade de comidas não estava ruim, tinha muita coisa disponível, como pãezinhos diversos, frios, bolos, ovo, iogurte, café, leite, cereais, dentre outros. O problema é que é muita gente junta, muita muvuca e aquilo que já tinha dito... o hotel era meio sujinho. Quero destacar o bolo de tapioca e o bolo de milho (parecia uma pamonha) que estavam muito gostosos!!

Muito bem, o destino da quarta-feira era o centro da cidade a tarde e praia pela manhã. Pegamos um Uber em direção a Itapuã que, não sabíamos que ficava tão longe! Foi um caminho de, mais ou menos, 1 hora. Mas o motorista era bem simpático, bem falante e acabamos percorrendo toda a orla e vendo todas as praias da cidade. Aliás, simpatia é uma característica comum aos baianos.

A praia de Itapuã em si não era exatamente incrível. Uma faixa de areia bem larga, estilo Santos, um mar nada incrível, muitas pedras e muuuuuuuuitas algas. Inclusive muitas delas já apodrecidas estavam deixando a praia com um cheiro complicado. Pegamos uma “barraca” com o Smith. Demos uma caminhada, um mergulhinho, mas ainda estávamos tímidos para ficar por lá. Ficamos curtindo até umas 10 e pouco, tomamos água de coco, comemos acarajé e pegamos um solzinho.

Novamente pegamos um Uber e voltamos para o hotel para um merecido banho. Nos arrumamos e seguimos pela Avenida sete de setembro direto ao Pelourinho. Passamos pela Praça 2 de Outubro e chegamos no centrão. Fiquei encantada com as paisagens, com as construções e com as semelhanças com o centro de Santos. Ainda não havíamos visitado aquela região e eu amei. Muitos casarões, ladeiras, lojinhas de souvenires, paralelepípedos e gente tocando música.

A energia por lá é bem boa! Entramos direto no Senac para o almoço. O restaurante fica num casarão antigo no Pelourinho e ao lado da Igreja Nossa senhora do Rosário dos Pretos. Por lá, se come a vontade por R$ 54,00, incluindo sobremesa. E nossa..... que comida maravilhosa! Muitos frutos do mar e temperos diferentes. Estava tudo delicioso! De barriga beeeeem cheia, fomos explorar a região.

A Igreja Nossa senhora do Rosário dos Pretos foi o primeiro destino pela proximidade. Construída no século XVIII, com decoração atual executada entre as décadas de 1870 e 1890. E que graça! Super simples, mas bem conservada! E a simpatia dos baianos só melhorou o passeio. Um senhor estava preparando a igreja para a festa da Santa que aconteceria no dia seguinte e nos contou um pouco sobre a história do local. No fundo, tem um pequeno cemitério – pequeno porque só tem mini locais com indicação de ossários, lembrando que os escravos não era enterrados. E há também um altar para a Escrava Anastácia - cultuada informalmente pela realização de supostos milagres.



De lá, fomos subindo as ladeiras e chegamos na Praça terreiro de jesus, que conta com várias igrejas lindas. Fomos parar na Igreja de S. Pedro dos Clérigos que também é bem antiga e simples. Vale lembrar que todas as edificações são cobradas – preços variam de R$ 3,00 a R$ 5,00 – e todas estão conservadas e contam até com banheiros limpos, o que é ótimo. Aliás, não tivemos em nenhum momento problema com banheiros durante a viagem. é uma igreja católica romana do século XVIII localizada em SalvadorBahiaBrasil. O templo atual foi construído pela Irmandade de São Pedro entre 1802 e a década de 1890.[1] A igreja foi listada como um bem histórico pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN) em 1938 e faz parte do Centro Histórico de SalvadorPatrimônio Mundial da UNESCO.

A próxima foi a minha favorita: a Catedral. Não só é uma das igrejas mais lindas que já vi, como a mais imponente também. Todas elas contam com um teto de madeira lindo e todinho trabalhado. Ela tem um pé direito bem alto e é cheia de detalhes. Conseguimos entrar na sacristia que é maravilhosa e também seguir para outros setores do prédio.

Terminamos o passeio na Igreja de S. Francisco, que é bem simples por fora, mas ornada por outros na parte interna. s estruturas foram erguidas entre os século XVII e XVIII e são consideradas uma das mais singulares e ricas expressões do Barroco brasileiro, apresentando, em especial a igreja, uma faustosa decoração interior. Foram tombadas pelo Iphan, classificadas como uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo, e fazem parte do Centro Histórico de Salvador, que hoje é Patrimônio da Humanidade.

Tomamos uma água de coro para descanar e espantar um pouco o calorão. Fomos até a Sé e terminamos na Praça Tomé de Souza na frente do Elevador Lacerda, o qual visitaríamos noutro dia. pegamos um Uber de volta para o hotel e aproveitamos o final do dia na piscina – a qual foi muito aproveitada durante nossa estadia, porque era super quentinha!

O dia terminou no Boteco do França, onde jantamos petisco de peixe e tomamos uma cervejinha para coroar o dia delicioso.

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

SALLVE - LEITE MICELAR - RESENHA

Na prática, eu sou aquela pessoa que testa absolutamente qualquer coisa que a Sallve lance (quase tudo). Já fui a louca que compra tudo no pré lançamento e agora estou um pouco mais contida. Mas a verdade é que eu gosto da maioria das coisas e acho os valores bem justos. Agora que os produtos estão sendo vendidos nas farmácias, ficou ainda mais fácil!

E um queridinhos vem sendo o leite micelar, que eu gosto de usar a noite após o banho, no sanduiche entre a água termal e o hidratante (também da Sallve). Aplico com as mãos mesmo, sem algodão e ele é como uma água, é rapidamente absorvido pela pele e não deixa resíduos. O valor também é bem interessante: R$ 49,90 por uma embalagem de 200ml que vai durar pra sempre.

De acordo com a marca, o produto tem “uma fórmula prática, gentil e sem enxágue para limpar a sua pele diariamente. livre de óleos, nosso Leite Micelar bifásico oferece até às peles mais sensíveis a remoção da maquiagem do dia a dia, controle da oleosidade sem ressecar e um viço incrível. sua fórmula tem Leite de Arroz na composição e tensoativos leves (moléculas de limpeza), que limpam sem deixar a pele pegajosa ou ressecada.

  • limpa e demaquila o rosto sem ressecar
  • não precisa de enxágue e não deixa a pele pegajosa
  • remove partículas de poluição
  • controla a oleosidade
  • deixa a pele hidratada e viçosa
  • reduz a aparência dos poros com uso contínuo
  • acalma a pele
  • testado especificamente em peles sensíveis

nos testes clínicos: 10 em cada 10 sentiram que promove uma limpeza eficaz; 9 em cada 10 sentiram que o produto controla a oleosidade da pele e perceberam diminuição na aparência dos poros.

ah, ele também: é hipoalergênico, testado oftalmologicamente e dermatologicamente em pele sensível, não-comedogênico; sem crueldade e sem ingredientes de origem animal (vegano); tem embalagem 100% reciclável; nem fragrância.”

Com relação à remoção da maquiagem, honestamente acho fail! Eu só sinto que a minha make foi completamente removida após o uso de um demaquilante(no caso em óleo), lavagem do rosto com um sabonete (Normaderm da Vichy) e, por fim, o uso de uma água micelar para ver se não ficou nada pra trás.

Com relação ao restante, não sei se devido ao uso do produto, mas a oleosidade da minha pele está super controlada, meus poros são praticamente invisíveis, acho sim que minha pele está hidratada e viçosa e bastante calma. Por isso, e porque não me dá trabalho algum usar esse produto, pretendo continuar usando e repor o estoque quando esse acabar. 

domingo, 31 de outubro de 2021

LEITURAS SETEMBRO/OUTUBRO DE 2021

Mais dois meses de leitura encerrada. Foram muitas, como vocês podem ver, mas a maioria começada antes e terminada agora, porque o mês de outubro contou com 10 dias de viagem nos quais eu quase não li nada. Levei Nada de Novo No Front, por ser um livro bem pequeno e levinho. Mas a real é que só consegui ler dois capítulos por lá. No mais, excelente leitura, uma das melhores dessa pilha.

Bom também foi No Zênite, livro meio diferentão, vietnamita, ué conta um pouco do pós guerra de Ho Chi Min. Como estive por lá e até vi o presunto com meus próprios olhos, achei a leitura bastante interessante, apesar de um pouco enfadonha. A mesma descrição, talvez, eu poderia dar a Um Diário do Ano da Peste, que é beeeem interessante, principalmente porque guarda uma imensidão de semelhanças com o que estamos vivendo hoje na Pandemia.

A Irmã Desaparecida é a última obra de Lucinda antes de morrer e não só não decepcionou, como na minha opinião é um dos melhores de sua autoria. Li rapidinho porque é viciante e uma delícia! O Juramento do Rei também é prazer garantido, a exemplo dos outros livros da série. Esse já é o volume 9, o que significa que estou terminando a saga.

Leitura esquisitíssima é muito chata foi A Mão do Amo... se-nhor!!! Definitivamente um daqueles livros que a gente termina por uma questão de honra e até dá um alívio quando acaba. A Peste Escarlate foi semelhante. Apesar de menos estranha e menos chata, ainda assim é um livro cansativo e essa coisa de mundo pós apocalipse não me agrada.

Devo dizer que ultimamente a Tag anda enviando uns livros beeeeeem meia boca. Tenho achado as leituras meio enfadonhas desinteressantes e faz tempo que não chega algo realmente bom. A Trégua é até gostosinho de ler e rápido porque foi escrito sob a forma de diário, mas é bem deprê. Em Fogo Lento é da mesma escritora de A Garota no Trem, que é beeeem melhor. Achei a história previsível e os personagens chatos e rasos.

Por fim, temos o clássico é maravilhoso Germinal, que além de ser uma leitura delícia e interessantíssima, ainda me ensinou um pouco de história de um período que ainda não conhecia. E adorei conhecer Zola!

sábado, 30 de outubro de 2021

DIÁRIO DE VIAGEM - BAHIA E RECIFE - DIA 01 - SALVADOR

E depois de mais de dois anos sem planejar uma viagem, finalmente chegou o dia de fazer as malas, planejamentos e pegar um avião. Infelizmente não rolou uma trip internacional, tanto em razão da pandemia, quanto do próprio valor do Dólar e Euro, mas eu estava animada por finalmente conhecer o Nordeste brasileiro, região que sempre me causou curiosidade, principalmente em razão das praias.

E assim foi. O destino primário seria Salvador e o final, Recife. O primeiro e o último trecho foram gratuitos, porque eu fiz uso das minhas milhas, e acabei arcando só com o valor da passagem entre Salvador e Recife, trecho menor, apenas 1 horinha de viagem. A trip seria feita com meu irmão e minha cunhada, mas, como sempre, não conseguimos entrar no mesmo avião e teríamos de nos encontrar no aeroporto de Salvador.


Saí de casa antes das 09:00hs, porque o avião sairia de Guarulhos, era uma terça-feira (05/10) e o tempo estava bem feio. Sem trânsito, antes das 10hs eu já estava dentro do aeroporto. Como o voo só sairia 12:55hs, deu tempo de dar um giro pelo aeroporto, lugar que não frequentava há tempos. Muita coisa havia mudado, lojas novas, partes reformadas e o setor da Latam bem cheio! Acabei despachando minha mala em cortesia porque a promessa era de um voo cheio e a dificuldade de colocá-la no bagageiro de bordo.

Lá pelas 10:30hs fui ao Starbucks forrar o estômago porque não iriam servir nada no voo e eu chegaria em Salvador apenas às 15hs. Claro que ainda era muito cedo, por isso só consegui ingerir um croissant e um chai late. Pouco tempo depois, entrei no portal de embarque destinado aos voos domésticos que estava bem cheio. Não tive problemas em passar pelo raio x, a não ser o fato de eu estar cheia de pulseiras e ter que tirar uma a uma... coisas que a gente esse esquece depois de dois anos de viagem.

Fiquei bem impressionada com a imensidão do setor de embarque nacional, com a beleza e com a quantidade de lojas e restaurantes. Já identificado o portão de embarque, me arranjei num canto e comecei a ler Nada de Novo no Front. Embarquei às 12:35hs, fiz parte do penúltimo grupo e o voo realmente estava bem cheio, foi bem bom que eu tenha despachado a mala, porque não tinha espaço e muita gente acabou tendo que fazê-lo de dentro do voo, o que atrapalhou bastante.

Não sei se fazia muito tempo que não viajava, mas eu estava bem incomodada dentro do avião, sentindo muito calor, meio sufocada (a máscara não ajuda), e com uma certa claustrofobia. Antes do voo levantar, começou a me dar um mini ataque de pânico. Foi uma sensação bem ruim e que não tinha há bastante tempo, mas passou rápido. Tentei me distrair com as séries que baixei e deu certo. Ao meu lado estava um casal (ele de MG e ela de PE) e ele estava com tanto medo de voar que eu acabei me preocupando mais em acalmá-lo e acabei me esquecendo do meu desconforto.

O avião lentou voo ás 12:50hs, o ar condicionado passou a funcionar melhor, deixando a temperatura interna beeeeem mais agradável, mas um barulho bem alto passou a me incomodar. Isso é o que acontece quando a gente acaba se desacostumando com as coisas e 2 anos enfurnada dentro de casa não ajudou em nada. A verdade é que fazia tanto tempo que não voava que nem sabia mais o que era normal e o que não era.

Bem, cheguei no aeroporto às 14:50hs e o fato de a saída do avião ter sido escalonada foi uma idéia maravilhosa que me livrou de um dos meus maiores pânicos a bordo, que é quando todo mundo fica em pé, pegando suas malas e a porta ainda está fechada. Com essa nova idéia, a saída ficou super tranquila e eu infinitamente mais feliz. Logo encontrei meu irmão e minha cunhada e saímos a caça de um Uber. Logo descobrimos (e isso seria confirmado ao longo da viagem) que é beeeeem difícil pegar um Uber em Salvador.

Mas deu tudo certo, pegamos um motorista-piloto (os baianos correm demais), e como são 60km entre o aeroporto e o Hotel (na Barra), conseguimos ter um vislumbre da cidade, inclusive passamos na frente do Estádio Fonte Nova. Achamos a cidade de um modo geral bem parecida com São Paulo, além de limpa, com asfalto decente e bonita.

O hotel ficava na Barra, bem na viradinha já indo para a Sete de Setembro, subidona que nos leva ao centro da cidade. Rede Andrade Barra - R$ 1.937,00 – 6 noites o quarto para 3. O hotel em si era muito bom, muito bem localizado, com café da manhã, piscina, uma linda vista para o mar e boa acomodações de uma forma geral. Mas pecava na manutenção, na limpeza, havia apenas 1 elevador funcionando para muuuuuuuitos hospedes e limite de gente dentro deles, etc. O quarto era grande, mas apenas ok.

Acomodados, saímos para um giro pela região e fomos direto caminhar pela orla no final do dia. acabamos nos deparando com uma praia bem lotada, calçadão bem cheio, coco a R$ 2,50 e um lindo pôr do sol com o Farol da Barra ao fundo. Aliás, fiquei muito impressionada com a beleza do mar e do Farol da Barra a noite, todo majestoso e iluminado. Minha primeira impressão do lugar foi a melhor possível.

Jantamos camarão no Boteco do Caranguejo (um erro porque a porção era pequena e o valor foi bem alto comparado com nossas refeições seguintes). Mas estava gostoso e comer um peixinho com cerveja era tudo o que precisávamos depois de 2 anos inteiros de aflições dentro de casa. Lá pelas 21hs voltamos para o hotel e fomos descansar para estarmos preparados para o dia seguinte.