segunda-feira, 28 de agosto de 2017

AGATHA CHRISTIE - LIVRO - ASSASSINATO NO BECO

Nossa, como amo os livros dessa mulher! Essa leitura foi online e concluída em apenas dois dias, porque é fluida, gostosinha e porque queremos logo resolver os mistérios. Eu vou começar a deixar por aqui a lista dos livros já lidos e dos que ainda faltam, para que a gente consiga controlar melhor, ok?

Quatro estranhos casos desafiam a inteligência de Hercule Poirot. No primeiro, que dá título ao livro, o detetive belga investiga a morte de uma mulher. Todas as pistas indicam que se trata de um suicídio, mas Poirot desconfia de assassinato. Em O Roubo Inacreditável, Hercule Poirot é contratado para desvendar o desaparecimento de documentos secretos do governo inglês. Em O Espelho do Morto, ele se depara, mais uma vez, com um estranho suicídio. Agora, a vítima é um excêntrico aristocrata, encontrado morto dentro do próprio quarto com todas as portas trancadas pelo lado de dentro. O último caso é Triângulo de Rodes. Um assassinato brutal é cometido, e um inocente está prestes a ir para a cadeia. Hercule Poirot põe suas “pequenas células cinzentas” para funcionar até descobrir a verdadeira identidade do culpado.
TÍTULO
PUBLICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
PERSONAGENS
1920
* * * *
Poirot, Hastings & Japp
1922
* * *
Tommy & Tuppence Beresford
1923
* * * * *
Hercule Poirot & Hastings
1924
* * *
Coronel Johnny Race
1924
* * * *
Hercule Poirot
1925
* * * *
Battle
1926
* * * * *
Hercule Poirot
1927
* * * *
Poirot, Hastings & Japp
1928
* * * *
Hercule Poirot
1929
* * * *
Battle
1929
* * *
Tommy & Tuppence Beresford
1930
* * * *
Miss Marple
1930
* * * *
Harley Quin & Satterthwaite
1931
* * * *
1932
* * * *
Poirot, Hastings & Japp
1932
* * * *
Miss Marple
1933
* * * *
Poirot, Hastings & Japp
1934
* * * * *
Bobby Jones & Frances Derwent
1934
* * * *
Hercule Poirot
1934
* * * *
Parker Pyne
1935
* * * *
Hercule Poirot & Satterthwaite
1935
* * * *
Hercule Poirot & Japp
1936
* * * * *
Poirot, Hastings & Japp
1936
* * * *
Hercule Poirot
1936
* * * *
Poirot, Battle, Ariadne Oliver & Johnny Race
1937
* * * *
Hercule Poirot
1937
* * * *
Hercule Poirot & Johnny Race
1937
* * * *
Hercule Poirot
1938
* * * *
Hercule Poirot
1938
* * * * *
Hercule Poirot
1939
* * * *
Battle
1939
* * * * *
1939
* * * *
Poirot, Miss Marple & Parker Pyne
1940
* * * * *
Hercule Poirot
1940
* * * *
Hercule Poirot
1941
* * * *
Hercule Poirot
1941
* * * *
Tommy & Tuppence Beresford
1942
* * * *
Miss Marple
1942
* * * *
Miss Marple
1943
* * * * *
Hercule Poirot
1944
* * * *
Battle
1945
1945
* * * *
Johnny Race
1946
* * *
Hercule Poirot
1947
* * * *
Hercule Poirot
1948
* * * *
Hercule Poirot
1949
* * * * *
1949
* * * *
Hercule Poirot, Miss Marple
1950
* * * *
Miss Marple & Craddock
1951
* *
1952
* * * *
Hercule Poirot & Ariadne Oliver
1952
* * * *
Miss Marple
1953
* * * *
Miss Marple
1953
* * * *
Hercule Poirot
1954
* * *
1955
* * * *
Hercule Poirot & Felicity Lemon
1956
* * * * *
Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver
1957
* * * *
Miss Marple & Craddock
1958
* * * *
Arthur Calgary
1959
* * * *
Hercule Poirot
1960
* * * *
Hercule Poirot, Miss Marple
1961
* * * *
Ariadne Oliver
1962
* * * * *
Miss Marple & Craddock
1963
* *
Hercule Poirot
1964
* * * *
Miss Marple
1965
* * * *
Miss Marple
1966
* * * *
Hercule Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver
1967
* * *
1968
* * * *
Tommy & Tuppence Beresford
1969
* * * *
Hercule Poirot & Ariadne Oliver
1970
* *
1971
* * * *
Miss Marple
1972
* * * *
Hercule Poirot, Felicity Lemon & Ariadne Oliver
1973
* * *
Tommy & Tuppence Beresford
1974
* * * *
Hercule Poirot
1975
* * * * *
Hercule Poirot & Hastings
1976
* * * *
Miss Marple
Outros livros de Agatha Christie da coleção Record/Altaya
TÍTULO
PUBLICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
INFORMAÇÃO
1931
Livro escrito com outros autores
1954/1944
* * * * *
Livro escrito em forma de peça de teatro
1945/1952
* * * *
Livro escrito em forma de peça de teatro
1954/1944
* * * * *
Livro escrito em forma de peça de teatro
1946
Escrito sob o nome de Agatha Christie Mallowan
1958/1960
* * * *
Livro escrito em forma de peça de teatro
1971
* * *
Coleção de pequenas histórias
1975
* * *
Biografia por Jeffrey Feinmann
1977
1983
* * *
Casos escritos com outros autores

Na verdade, da lista acima, há mais alguns livros que já li, mas não grifei porque não fiz resenha aqui no blog e também porque já faz algum tempo. Portanto, ficarão em stand by.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

LIVRO - D. LEOPOLDINA

Demorei mais de um mês para ler esse calhamaço incrível, porque estava sem tempo e também porque queria saborear cada página. Eu devo dizer, antes de mais nada, que apesar de ter estudado anos a histórica do Brasil, de ter visitado inúmeras vezes o Museu do Ipiranga, o Mausoléu dos Andradas e de ter lido bastante sobre o assunto, eu me senti absolutamente ignorante sobre a história do meu país durante a leitura desse livro.

A gente estuda na escola a vinda de D. João VI para cá, as guerras que se deram dentro do Brasil, temos conhecimento da existência da Marquesa de Santos e da sua condição de amante, mas fora isso, eu juro que não sabia muita coisa. Lembro-me na Alemanha de ter visto retratos de d. Leopoldina em alguns lugares e de tê-la achado plácida, muito bonita e com uma expressão doce e através desse livro, eu quase alcei a sua condição à de uma santa.
Pois bem, vamos lá. D. Leopoldina era austríaca, da casa dos Habsburgo, que era praticamente uma fábrica de reis e rainhas da época (Mª Antonieta era tia-avó de d. Leopoldina). A família real austríaca era famosa também pela educação despendida aos seus descendentes, que desde pequenos eram preparados para serem soberanos, de modo que desde sempre, d. Leopoldina sabia que teria de casar-se com quem seu pai determinasse, teria de ser boa e benevolente para com seu povo, muito culta e ainda obedecer ao seu esposo. E assim ela o fez, obediente que era.
Quando restou acertado o seu casamento com d. Pedro II e o seu consequente envio para o Brasil – aquela terra desconhecida e exótica -, ela prometeu amá-lo e servir-lhe como esposa, além de governar o seu novo povo. E juro por Deus, essa mulher foi quase uma beata! Aturou a sogra horrorosa, o clima e a comida que eram absolutamente diferentes daqueles que estava acostumada, uma vida inteira de privações financeiras e de podas por parte do próprio marido. Pedro a amava, não se pode dizer que não, mas nunca lhe dava liberdades ou deixava que ela se esquecesse que era ele quem mandava.
Passou a vida praticando a religião, ajudando os mais pobres, parindo muitos filhos e fazendo seu papel de mãe e esposa. Mas também, tendo a preparação e a cultura que haviam sido impostas ainda na casa dos Habsburgo, d. Leopoldina participou ativamente da vida política do Brasil, inclusive teve papel fundamental como conselheira de seu esposo e na própria independência do país. Ela foi uma p. mulher!
Uma influência que Maria Teresa incutiu nos filhos foi a falta de preconceito social. Num dos divertimentos que preparou num  dos aniversários de  Francisco  II, por exemplo, a filha mais velha, a arquiduquesa Maria Luísa, divertiu-se dançando com o filho do cozinheiro. Certos tipos de preconceito são adquiridos na infância, no seio familiar, e o de se achar superior a pessoas de classe, cor e posição social diferentes das suas não foi passado a Leopoldina por sua família. Esse fato iria fazer uma grande diferença no modo como o povo brasileiro veria, anos depois, aquela princesa loura e de pele bem clara sempre disposta a parar para conversar com os  necessitados, independentemente  de  suas  condições sociais ou da cor da pele.
Ocorre que d. Pedro tinha uma amante, Domitila de Castro – Marquesa de Santos – a quem nunca escondeu não só de sua esposa mas também de todo o reino e da Europa, inclusive. Ainda que tal união não fosse aceita, ele elevou a amante quase que ao mesmo patamar da imperatriz sua esposa, apresentando-a em cerimônias públicas, reconhecendo seus filhos, lhe concedendo benefícios, dinheiro e títulos. D. Leopoldina, como a santa que era, ainda que não aceitasse tal situação, nunca se manifestou a respeito, escolhendo sofrer em silêncio. E foi isso que causou a sua morte prematura, após o aborto do que seria o terceiro filho varão. Ela não aguentou as humilhações impostas e a saudade que sentia de sua terra natal e de sua família e morreu quase que de depressão. 
Com a leitura desse livro, eu basicamente coloquei d. Leopoldina num pedestal e tive vontade de exumar o corpo de d. Pedro II só para ter o prazer de mata-lo novamente. Que tipozinho esse nosso imperador!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

VIAGEM FRANÇA - NECESSAIRE DE MAQUIAGEM

Essa nécessaire foi a mais fácil e também a mais difícil de fazer, rs! Eu busquei, assim como faço em todas as viagens, fazer uma versão editada daquilo que eu tenho o hábito de usar todos os dias. Por exemplo, qual a necessidade de levar duas máscaras??? Nenhuma! A gente tem que ter em mente que a mala tem que estar leve e compacta, que vamos acabar comprando uma make ou outra por lá e, principalmente, que não vamos ter tempo/disposição de ficar nos maquiando por horas a fio antes de sair do hotel. Vão ter dias que eu vou ter que estar na estação de trem antes da 6hs da manhã... já pensou que horas eu terei de acordar????

Pois bem, com isso em mente, fiz uma nécessaire de produtos que são essenciais no meu dia a dia, mas que eu sei que funcionam e que vão me proporcionar aquele aspecto apresentável para o dia em férias.
Rosto: BB Cream L´Oreal  e Protetor com cor Vichy (gosto de misturar os dois), Pó compacto La Roche Posay, blush em creme Vult - post aqui. Não vou levar bronzer porque não vejo necessidade. Para a parte das olheiras, um BB Cream/corretivo da L´Oreal, da mesma linha do produto de pele. 

Olhos: máscara de cílios Colosal Maybelline, lápis taupe da Sephora, lápis marrom Maybelline - vai ter resenha em breve - , sombra em creme Shiseido H8, Paint Pot MAC Groundwork, paletinha xing ling que amo demais e tem cores super curingas - post aqui - e sombra unitária Alice Salazar para quando eu estiver com vontade de um sombreado mais quente - post aqui

Pincéis/ferramentas: essa é a pior parte porque pincéis ocupam espaço e eu tenho poucas miniaturas. Para o rosto, levarei pincel duo fibber para o blush, pincel para pó, pincel escovinha para base e pincel de corretivo. Para os olhos, um pincel duo que dá para esfumar delineador e também a sombra e mais dois pinceis para esfumar o delineado. Curvex porque meus cílios são insuportáveis, apontador e uma escovinha para pentear as sobrancelhas. Ah, vou levar uma pinça também. Juro que é só isso!!!

Viram só que nécessaire mais compacta? A idéia é que eu faça a make em 10 minutos, daquelas que a gente consegue fazer de olhos fechados. Praticidade é tudo numa viagem, principalmente quando temos que acordar cedo para pegar metrô, trem, etc. Eu pretendo deixar a roupa do dia devidamente separada, incluindo acessórios, tomar um banho rápido e sair em 30 minutos após ter acordado. Vai ter que dar certo!!!