terça-feira, 20 de junho de 2017
segunda-feira, 19 de junho de 2017
LIVRO - A MÁGICA DA ARRUMAÇÃO
Marie Kondo, para quem
não conhece, é uma japonesinha - fofura demais - que, desde pequena, se
descobriu como uma organizadora exime. Filha do meio, ela achava que deveria se
virar sozinha, enquanto seus pais se preocupavam com os irmãos mais novo e mais
velho, que exigiam mais de sua atenção. Por isso, ela passava a maior parte do
tempo sozinha e, nesse período, saia pela casa organizando tudo e jogando fora
aquilo que achava que não precisava mais.
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Quando ela cresceu, fez
desse dom um ofício e hoje dá palestras no mundo todo sobre técnicas infalíveis
de arrumação, daquelas que mudam a vida da pessoa. E o mais incrível é que ela
jura que nunca houve um caso de efeito rebote. Pois bem, li um de seus livros
numa única tarde e vou dizer que o achei bem interessante. É claro que, pelo
menos no meu caso, não deu para aplicar tudo o que estava disposto por ali, mas
ele me ajudou horrores e eu vou dizer que em dois dias, arrumei meu quarto
inteiro e me desapeguei de vários sacos de tranqueiras que já não me eram
úteis.
É incrível
como vamos juntando tralhas ao longo da vida e como isso vai enchendo nossos
armários. A proposta da Marie Kondo é justamente desapegarmos desses objetos
que já não nos são mais úteis. Ela fala uma coisa que eu acho muito curiosa,
que é: se você pegou aquele objeto e ele não te trouxe nenhum carinho, nenhuma
emoção, é porque você não vai sofrer em desapegá-lo. E ela tem toda razão.
Abaixo, eu trouxe alguns trechos do livro que achei bem interessantes:
“o
ritmo em que eu diminuía a quantidade de itens não acompanhava o ritmo em que
eu adquiria coisas novas. Assim, tive que encarar o fato desanimador de que meu
quarto continuava uma bagunça.”
“Tirar
as coisas do campo de visão cria a ilusão de que a bagunça foi eliminada, mas
logo logo os compartimentos voltam a ficar cheios e o quarto fica desorganizado
novamente. É por isso que a organização deve ser iniciada pelo descarte.
Precisamos exercitar o autocontrole e resistir à tentação de guardar objetos
até que tenhamos identificado aqueles de que realmente necessitamos.”
“Uma
das principais causas da desorganização é ter coisas demais, e o motivo desse
excesso é justamente ignorar a quantidade de itens repetidos que temos.”
“desfazer
de coisas que deixaram de ser úteis, como algo que quebra e não tem mais
conserto, ou uma aparelho com uma peça importante faltando. Outro é descartar
coisas desatualizadas, como roupas fora de moda e itens relacionados a épocas
passadas. A melhor maneira de fazer a triagem do que fica e do que sai é
segurar cada item e indagar: “isso me traz alegria?” Se a reposta for
afirmativa, guarde-o. Caso contrário, jogue-o fora. Este não é só o critério
mais simples, como também o mais preciso.”
“Quando
você se deparar com algo que não consegue desapegar, pense bem no real
propósito desse objeto na sua vida. Você vai se surpreender ao constatar
quantos de seus pertences já cumpriram sua função. Ao reconhecer sua
contribuição ao abrir mão deles com um sentimento de gratidão, você conseguirá
colocar sua casa e sua vida em ordem. No final do processo, restarão apenas as
coisas que são valiosas para você.”
“O
princípio básico da organização é exatamente este: defina um lugar específico
para cada coisa uma vez e coloque em seu devido lugar assim que terminar de
usá-la. Experimente. Você vai parar de comprar coisas desnecessárias , não irá
acumular objetos inúteis, manterá a casa em ordem e só terá à sua volta aquilo
que lhe dá prazer.”
“desapegar
é mais importante do que acrescentar”.
sábado, 17 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
VICHY IDEAL BODY - PESCOÇO, COLO E MÃOS - REVIEW
As fotos desse post não estão maravilhosas porque, confesso, não estou com muito tempo para me dedicar ao blog, o que é uma pena. A minha rotina de trabalho até tarde, aliada ao trânsito nosso de cada dia e ainda as aulas de inglês de terça e quinta e a Festa de S. Vito aos finais de semana não me deixam muito espaço para investir aqui. No mais, hoje vou mostrar um produto que foi indicado pela minha dermato e que estou amando.
Como todos os outros que ela me recomendou, esse também chegou até mim sob a forma de amostrinhas e algumas delas estão na minha necessaire de viagem de Paris. Ele é da Vichy, o que significa que você vai gastar em torno de R$ 89,00/R$ 90,00 com o produto, mas a boa notícia é que ele conta com 100g, que é bastantão, porque ele rende bem. Como vocês podem ver pela leitura da embalagem, trata-se de um creme hidratante super suave e cheirosinho para ser aplicado no pescoço, colo e mãos, diariamente. Com essa prática, a idéia é que seja postergado o envelhecimento da pele na região.
Acho uma idéia ótima, porque essa região é mais sensível, é bastante aparente e quando envelhecemos, é onde a pele tende a ficar mais enrugada, dando à pessoa um aspecto de envelhecimento precoce. Em outras palavras, de nada adianta passar trocentos produtos no rosto e esquecer dessa região, é como passar base na cútis e não espalhá-la pelo pescoço. Ele tem FPSS 20, promete além de reduzir as linhas finas, clarear a pele da região, conta em sua composição com ácido hialurônico e vitaminas e o vencimento é apenas em 2020!
quinta-feira, 15 de junho de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
PRÓXIMO DESTINO - MÊS A MÊS - A SAGA DOS TRENS
Está
chegando! Eu estou parecendo criança! Está batendo uma mega ansiedade para a
viagem e, ao mesmo tempo, aquela pressão de providenciar o que ainda falta e
deixar tudo redondinho. Como disse no post do mês passado, eu estou com
praticamente tudo acertado: passagens, hospedagem, passeios, mas ainda faltam
algumas coisas.
Apenas
atualizando os acontecimentos, no mês passado consegui renovar meu passaporte
que havia vencido em fevereiro e foi tudo incrivelmente rápido, resolvido em
apenas uma semana. Os passeios estão todos devidamente comprados e agendados,
não falta mais nada e isso me deixa extremamente feliz!
Com
relação ao roteiro, por incrível que pareça, ainda não consegui finalizar.
Digamos que ele está praticamente pronto, eu já sei para onde ir em cada um dos
dias, mas ainda faltam resolver detalhes, chegar distâncias, logística, etc.
Como os dias serão muito intensos, e eu já passei por esse tipo de experiência,
não quero ter o trabalho de chegar no hotel a noite, após um dia intenso, e
pesquisar o transporte que terei de pegar no dia seguinte... Isso pode muito
bem ser resolvido antes da viagem, me livrando de mais um trabalho.
E existe
uma situação que é muito chata para quem pretende se locomover de trem em paris, já vou avisando! Quando viajei à Alemanha, também me utilizei bastante
do transporte ferroviário, que é muito bom e eficiente. E, da mesma forma,
comprei todas as passagens pelo Brasil, imprimi em casa e não precisei
trocá-las nas estações ou nada do tipo. E eu me lembro que no site da empresa
alemã havia uma infinidade de horários para determinadas cidades num único dia,
com muita opção para escolha. E o mais legal era que cada dia era um preço
diferente, eu pesquisava bastante e, por fim, sempre conseguia uma barganha.
Com a
empresa francesa a coisa é um pouco diferente. Aliás, beeem diferente. A
primeira questão é que para ir/voltar de uma cidade, são pouquíssimas opções de
horário disponíveis ao consumidor. Geralmente, um horário bem cedo, outro mais
para perto do almoço e outro no final da tarde. Isso significa que, para que eu
consiga aproveitar meu dia numa determinada cidade, tenho que acordar
praticamente de madrugada e pegar um trem muito cedo, geralmente em torno de
6hs da manhã. Isso é horrível, porque significa que eu chegarei em Rouen às
7:50 da manhã e em Giverny às 7:00!!!! Sendo que meu horário para entrar na
Casa do Monet é só às 9:30 hs!!
E com
Giverny a coisa fica ainda pior porque me falaram que é legal ver a casa e os
jardins com calma, depois sair, dar uma volta na cidadezinha que é um charme,
comer alguma coisa e voltar para Paris. Ou seja, eu havia imaginado que
voltaria num trem das 14hs, por exemplo, e que conseguiria fazer algo em Paris
à tarde. Mas, a verdade é que eu só consegui comprar uma passagem para as
16:53hs, com chegada em Paris às 17:40hs... Muito p. da vida com isso. Estragou
o meu dia, praticamente.
Por fim, e
diferentemente do que acontecia com a Alemanha, na França não existe barganha,
compra de passagens antecipadas nem nada do tipo. O preço é fixo, o horário é
fixo e mesmo que você faça como eu, de comprar a passagem com muuuuita
antecedência, não haverá qualquer diferença no seu bolso no final das contas. E
não, as passagens não são muito baratas. Giverny, por exemplo, que fica a menos
de 1hora de Paris, me custou 30,00 Euros ida e volta. Ou seja, R$ 100,00!
terça-feira, 13 de junho de 2017
LIVRO - ANGÉLICA - A MARQUESA DOS ANJOS
Mais
um livro lido e mais um livro maravilhoso e super recomendado para quem gosta
de história, de romance e de personagens incríveis. Angélica – A Marquesa dos
Anjos é o primeiro volume de uma série de 13 livros escritos por Anne e Serge
Golon. Eu já havia lido esse primeiro volume há muitos anos atrás,
provavelmente quando era adolescente, e agora estou disposta a ler todos e
terminar essa coleção maravilhosa. Não estou certa de que esses livros ainda
sejam publicados, não encontrei em livrarias, mas apenas em sebos.
Muito
bem. A história se passa na França, no início do reinado do Rei Sol, Luís XIV.
No início, Angélica é uma mocinha nobre que vive com seus numerosos irmãos,
pais e criados queridos em um castelo no interior da França, numa vida bem
rural, feliz e livre. Como a maioria dos nobres da época, possuíam um título,
mas estavam endividados, não tinham classe alguma e eram até mesmo ajudados por
seus vassalos, que com o comércio, mostravam-se mais ricos e em melhores
condições do que seus amos. O cenário também nos traz a perseguição e
isolamento dos huguenotes e o poderio da Igreja Católica que, junto com o Monarca,
ditavam o poder na França.
Angélica
cresce, se transforma numa moça lindíssima, educada e muito inteligente.
Interessada nos negócios do pai, ela aceita casar-se com Jofrey de Peyrac, um
conde riquíssimo, mas que é coxo e desfigurado. Sua fama não é boa, dizem que
enriqueceu fazendo feitiçaria, que é um amante inveterado e que tem um pacto
com o Diabo. Só que com a leitura, Angélica e o próprio leitor vão se
apaixonando por esse homem incrível, que nada mais é do que um amante das
ciências, do desconhecido e quer o melhor para si e sua família, a quem ama e
cuida.
Não
preciso dizer que no meio de tanta inveja, cobiça e vaidade, esse homem irá
incomodar muita gente, e gente muito poderosa. As pessoas não se conformam que
aquele conde tão feio possa estar casado com uma moça bonita, que o casal se
ama, que prospera junto e que vive em harmonia, paz e o mais importante: sem
depender da Igreja e do Rei. E isso vai trazer consequências terríveis que eu
não vou contar para não estragar a história. Mas eu garanto que a sofrência da
parte final do livro é muito terrível e que Angélica – A Marquesa dos Anjos,
termina com um gancho para Angélica – A Caminho de Versalhes.
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