quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
VIAGEM - PRÓXIMO DESTINO - MÊS A MÊS
Eu nem sei em que mês eu parei de falar sobre a minha próxima viagem. Faz um tempão que não falo dela por aqui e por isso, resolvi pular a questão do mês. A verdade é que eu vou realmente começar a pisar fundo e avançar na minha viagem agora em 2017, quando as coisas começam a acalmar e a trip a se aproximar. Tenho pouco mais de 7 meses pela frente e eu estou tentando fazer um calendário de "providências a serem tomadas em cada mês". Não sei se vou conseguir, mas pelo menos será um norte pra mim.
Nesse mês de janeiro o que eu pretendo fazer - se der certo - é renovar meu passaporte que vencerá agora em fevereiro. O procedimento não é rápido nem barato, mas acho que vou dar cabo. Enquanto isso, que eu tenho feito com afinco é mergulhado no meu roteiro. Vou dizer que o meu projeto está bem avançado e eu acho que o que vou ter de fazer daqui para frente é apenas aprimorá-lo. Pretendo fixar base em Paris e de lá, explorar a cidade e os arredores. Serão várias cidades próximas que serão visitadas de trem, num bate e volta diário. Algumas delas, pelo que já andei me informando, terão de ser feitas num esquema meio que "excursão", numa vibe parecida com a que eu fiz em Füssen - post aqui.
Esses passeios contratados - a Viator é bem boa nisso - têm uns pacotes que consistem em te levar de buso até algum lugar - com guia que vai explicando o local e fazendo interrupções durante o caminho - e lá, você tem X horas para explorar e depois voltar. Eles te compram o ticket do castelo, por exemplo, evitando esse perrengue e o risco de não ter mais vaga e você fica tranquila por lá. Então é uma excursão que te facilita a locomoção, mas a verdade é que você fica bem livre no local, sem amarras. Não aconselho isso para todos os passeios, mas para aqueles que têm "transporte-perrengue". E de quebra, você acaba conhecendo pessoas e conversando com alguém, o que é sempre bem-vindo quando você viaja sozinho. A princípio, farei isso quando for ao Vale do Loire e ao Mont Saint-Michel.
Então, por enquanto eu estou nessa de roteiro e pesquisa de lugares a serem visitados. Mês que vem pretendo já reservar o hotel. Vamos conversando.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
LIVRO - HIROSHIMA
Eu não se quanto a vocês, mas eu considero o
ataque da bomba atômica às cidades de Hiroshima e Nagasaki um dos mais atrozes,
mais terríveis atos que temos conhecimento. Todo tipo de assassinato, com ou sem
contexto, estando os países em guerra ou não são, claro, terríveis e eu tenho
todo o repúdio por eles.
Mas acho que o fato de civis terem sido
assaltados por uma situação jamais vista, jamais imaginada e cujas
consequências eram, até então, desconhecidas, me causa uma repugnância muito
grande. E não me venha com essa de “está na chuva é para se molhar”, porque
essas pessoas comuns, esses trabalhadores só queriam viver suas vidas, que lhes
foram brutalmente tiradas depois daquele fatídico dia.
Bem, como sabemos, após as bombas, o Japão se rendeu e a guerra por lá
acabou. Também, pudera!! Enquanto isso, do outro lado do Pacífico, americanos
comemoravam a rendição e a vitória. Mas, será que eles tinham conhecimento
sobre o que realmente havia acontecido naquelas cidades e a que custo a batalha
havia sido vencida?
Claro que não! As informações não eram claras, não havia muita ciência acerca daquele material que havia sido jogado e, principalmente, do sofrimento daquelas pessoas. E foi nesse contexto que o jornalista John Hersey, um americano, resolveu entrevistar alguns sobreviventes da bomba de Hiroshima e trazer à tona suas histórias.
Claro que não! As informações não eram claras, não havia muita ciência acerca daquele material que havia sido jogado e, principalmente, do sofrimento daquelas pessoas. E foi nesse contexto que o jornalista John Hersey, um americano, resolveu entrevistar alguns sobreviventes da bomba de Hiroshima e trazer à tona suas histórias.
"Sim, o povo de Hiroshima morreu bravamente no bombardeio atômico, acreditando que morria pelo imperador."
"Como cristão, compadecia-se daqueles que estavam soterrados; como japonês, não suportava a vergonha de ter sido poupado."
O intuito era mostrar aos americanos que aquelas pessoas que estavam lá
em Hiroshima e foram atingidas, eram seres humanos, trabalhadores de todos os
tipos, idades e classes sociais tais como os americanos. Não eram monstros como
pintado pelos políticos, pelos militares. Eram pessoas! E essas pessoas penaram
muito após o advento da bomba, viram coisas horríveis, perderam amigos,
parentes, suas casas, suas vidas.
Ao todo, o autor entrevistou 6 pessoas logo após a bomba e traçou um
paralelo entre a vida que levavam e como estavam lidando com a situação,
incluindo o aparecimento de sintomas absolutamente desconhecidos pelos médicos,
que depois souberam ser oriundos da exposição à radiação.
Os depoimentos são tocantes e quase vivemos o momento através de
suas visões, de suas histórias terríveis sobre aquele terror único. A sensação
de impotência, as perguntas não respondidas e o questionamento do porquê aquilo
estava acontecendo. É lindo, é tocante, é tudo!!!! E na segunda parte do livro,
John Hersey volta ao Japão 40 anos após a queda da bomba e entrevista essas
mesmas pessoas, nos trazendo um panorama de como ficaram suas vidas, de como
elas se viraram após aquele fatídico dia.
Olha, que livro!!!! A primeira parte foi um artigo publicado
numa revista norte americana e o autor ganhou um Pullitzer por ele.
“Ainda que a Collier's Weekly havia previamente publicado um
relato do bombardeio, os editores da The New Yorker reconheceram o
impacto que o artigo teria por oferecer uma face humana para as vítimas, e
reservaram uma edição inteira de Agosto para a publicação, apesar de as quatro
partes terem sido pensadas para serem publicadas em edições separadas. Não
houve nenhum outros artigos e nenhum dos característicos cartuns típicos da
revista. Os leitores, que nunca haviam sido expostos aos horrores da guerra
nuclear através da perspectica daqueles que teriam vivido isto, foram rápidos
em adquirir cópias da revista, e a edição esgotou-se em apenas poucas horas. O
artigo foi narrado por completo através de rádio, e discutido por jornais. Logo
após sua publicação, o Clube do Livro americano
imprimiu uma edição como livro e o distribuiu gratuitamente para seus membros. “(Wikipedia)
domingo, 15 de janeiro de 2017
sábado, 14 de janeiro de 2017
BASE REVLON COLORSTAY - COMBINATION/OILY SKIN - REVIEW
Na minha última viagem, à Argentina, saí do Brasil decidida a consumir uma base no Duty Free. Eu não sou uma pessoa de base, vocês sabem, prefiro um BB Cream ou algo mais leve - apesar dos meus melasmas - mas eu achava que estava precisando ter uma base no meu organizador para eventos noturnos ou mais festivos.
Daí, resolvi que precisava ser algo leve, mas com boa cobertura e que não contribuisse ainda mais com a oleosidade natural da minha pele. E a ideia era comprar uma base Bourjois, da linha Healthy Mix, porque já havia experimentado e lembro de ter gostado bastante.
Daí, resolvi que precisava ser algo leve, mas com boa cobertura e que não contribuisse ainda mais com a oleosidade natural da minha pele. E a ideia era comprar uma base Bourjois, da linha Healthy Mix, porque já havia experimentado e lembro de ter gostado bastante.
Só que no Duty Free, tanto no da ida aqui no Brasil, quanto o de Ezeiza da volta - que é espetacular - todas as bases da Bourjois estavam abertas e danificadas. Sabe quando o povo ignora que existe uma que é tester e resolve abrir todas? Pois é. E para completar, não tinha da minha cor. Daí eu desisti. Só que ainda queria uma base e foi quando me deparei com o stand da Revlon e com a palavra "Combination/Oily" (tá, são duas palavras!!!!) E quando experimentei na pele, a sensação foi boa. Depois de hesitar, resolvi levar e não me arrependi!!!
A base é tão ótima que eu tenho usado diariamente desde então. Ela tem uma textura muito boa, que não pesa e realmente é ótima para quem tem pele oleosa. Não sinto o meu rosto empapado no meio do dia e ela dá um viço bonito, sabe? Não é daquelas bases que deixam a pela super matificada, a cobertura é bem natural, do jeito que eu gosto. E ela tem esse sistema de pump que é bem bom para controlar a saída do produto.
De acordo com a marca, ela conta ainda com FPS 15, 30 ml de produto e dura até 24hs. A minha cor é a Fresh Beige, mas ela também está disponível em outras duas cores, uma mais clara e outra mais escura. Eu notei que os nomes das cores aqui no Brasil são diferentes. O preço é bem bom também, pague algo em torno de $20,00 e aqui no Brasil você encontra nas farmácias por R$ 89 -R$ 100,00.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
AGATHA CHRISTIE – LIVRO – UM CORPO NA BIBLIOTECA
Outro
livro de Agatha Christie e esse eu não havia lido. Ele é de 1942 e a detetive
envolvida, ainda que apenas nas entrelinhas, é a querida Miss Marple. Li online
e em apenas 2 dias. Trata-se de uma história bem curta, sem muitos floreios,
super envolvente e, como sempre, o assassino nunca é quem imaginamos!!!! E sigo
no desafio dos livros da Miss Christie!!! Vejamos a sinopse que traz o próprio
livro:
“Membros respeitáveis da comunidade de Saint Mary Mead, o Coronel Bantry e a mulher descobrem certa manhã, na biblioteca de casa, o corpo de uma jovem, morta por estrangulamento. A polícia é chamada, mas quem se dedica a descobrir a identidade da desconhecida e identificar o criminoso é a simpática vizinha dos Bantry, a solteirona Miss Marple. Detetive amadora com um faro apurado para mistérios, ela segue a pista do estrangulador, que depois de assassinar outra mulher, é atraído para uma armadilha ousada e extremamente arriscada.”
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
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