quinta-feira, 30 de junho de 2022
sábado, 25 de junho de 2022
DIÁRIO DE VIAGEM - RECIFE E SALVADOR - DIA 11
Eu já estou quase embarcando para o próximo destino e ainda não consegui terminar os diários da viagem feita em outubro do ano passado. Que vergonha! Bem, esse 11º dia de viagem, já no finalzinho, foi um mix de emoções. Eu diria que foi uma das melhores manhãs que tivemos e uma das piores tardes.
O
destino era a Ilha de Itamaracá, super recomendada pela minha mãe e por todos
os blogs de viagem. Estávamos de carro. Encaramos uma das “ótimas” estradas
de Pernambuco com destino ao litoral e pegamos um baita trânsito. O grande
problema é que essas estradas passam por dentro das cidades, então, a
velocidade acaba ficando bastante reduzida.
Chegando
no local, de cara notamos que a ilha é BEM pobre e com recursos parcos.
Seguimos em direção ao destino: Forte Orange. Fica em uma das pontas da ilha e
a idéia era ficar por lá, visitar o forte e curtir a praia.
Primeiro,
preciso falar da praia: paradisíaca. Uma das mais lindas que vi na vida. O mar
é super calminho, quase uma piscina e a cor da água é um turquesa clarinho. Uma
perfeição! A vista da praia é de tirar o fôlego e eu confesso que me vi no
paraíso. A faixa de areia é bem estreita e a maré sobe bem rápido, à exemplo de
outras praias em que havíamos estado no litoral nordestino. Mas pegamos uma
mesa em uma barraca (super simples de moradores locais) e ficamos por lá.
Primeiro,
e já que estávamos secos, fomos visitar o forte, cuja entrada é de graça e me
surpreendeu demais! O nome oficial é Fortaleza de Santa Cruz de Itamaracá. é o
maior forte em pedra do nordeste do país e começou a ser construído em 1631
como uma fortificação de campanha por forças holandesas. O local está super bem
conservado, é muito bonito e ainda traz uma vista linda do litoral da ilha.
De
lá, seguimos para a nossa mesinha à beira mar, onde enquanto curtíamos aquela
vista e a água delícia, aguardávamos o almoço: anchova na brasa com camarão,
arroz, batata frita, macaxeira e tudo o mais! Estava delicioso!! E
foi aí que terminou a parte boa do dia.
Lá
pela 13:30hs resolvemos explorar outra parte da ilha: a Vila Velha, ponto mais
alto da ilha e datado de 1535, local super histórico e cheio de pontos a serem
vistos, como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, considerada uma das mais
antigas do Brasil, um antigo cemitério e as ruínas da Igreja de Nossa Senhora
do Rosário dos Homens Pretos, dentre outros. Claro que a expectativa era alta!
O caminho até lá é incrível: mata atlântica perfeita! Muitas árvores nativas, vegetação e duas surpresas: uma preguiça e um sagui em seus habitats naturais! Mas ao chegar na vila, a decepção. Primeiro, o lugar não é pobre, mas miserável. Crianças e cães subnutridos, esgoto a céu aberto... uma situação realmente desesperadora. Depois, os tais monumentos não só eram inacessíveis, como acompanhavam a situação da vila.
A
Igreja de Nossa Senhora da Conceição não só não tem nada demais, como está
literalmente caindo! Rachaduras imensas acometem o local de lado a lado e eu
não conto muito anos para esse monumento histórico ruir. Muita falta de atenção
não só para a nossa população, mas também para a nossa história. Saí de lá
muito triste e os três voltaram para a estrada em pouco tempo e em silêncio.
Era a realidade brasileira dando um tapa nas nossas caras!
Mais algumas horas na estrada, num trânsito verdadeiramente infernal, e estávamos novamente em Recife. Arrumamos as malas e saímos para jantar num repeteco no Prarraxaxá!
segunda-feira, 20 de junho de 2022
BATONS MAC - RUSSIAN RED E WHRIL - REVIEW
Eu nem sei o
porquê estou fazendo post sobre batons. É curioso porque esse costumava ser um
dos meus itens favoritos de maquiagem. Era aquele “mimo” que eu me dava de
presente quando ia a uma farmácia. Mas a verdade é que, desde o início da
pandemia, por conta do uso de máscara, os meus batons ficaram de lado e eu
tenho certeza que muitos deles já nem estão mais em condições de uso.
Isso, na
verdade, é assunto para um outro post, mas a real oficial é que eu deixei de
ser uma pessoa ligada em maquiagem com o advento da pandemia, simplesmente
porque nem estou quase usando as minhas coisas. A rotina mudou e eu ando
fazendo makes mais simples nas poucas vezes em que saio.
Enfim, numa
ida ao Outlet de Jundiaí, acabei trazendo comigo alguns refis que, provavelmente,
já apareceram por aqui, e esses dois batons mini da MAC. Vieram na sacola
porque os preços estavam bons (nem me lembro agora – já faz tanto tempo...) e
porque eu precisava “completar” um certo montante para conseguir parcelar o
total da compra.
E o que dizer?
Esses coitados foram pouquíssimos usados desde então, mas a qualidade e a
beleza das cores entregam!! O Russian Red é uma versão mais aberta e mais
confortável do Ruby Woo. Eu amei! É o tipo de vermelho que eu gosto. O Whirl
não é a cor que eu costumo escolher, porque ele é muito marrom. Mas confesso
que gostei do resultado nos meus lábios e meio que me deu uma nostalgia da
adolescência, porque eu amava esses tons.
Enfim, devo
dizer que eu gostei muito dos tamanhos desses batons, acho mais práticos, mais
em conta e têm menos chance de estragar. Infelizmente, eles permanecem no
organizador esperando por uma chance!
quarta-feira, 15 de junho de 2022
THE BODY SHOP BODY BUTTER - FUJI GREEN TEA E SHEA - REVIEW
Olhando esse
blog desde os seus primórdios, vamos ver que esse produto é uma constante. A
diferença é que lá no início, ele vinha comigo de viagens aos EUA, porque The
Body Shop só era encontrada por lá. Desde que a loja abriu por aqui, venho
comprando essas manteigas quando surgem as promoções, porque o valor fica
bastante bom!
Bem, não tenho
muito o que falar desses produtos, porque amo, mas apenas deixar o registro.
Esses potes – que depois viram ótimos porta-trecos – têm 200ml de produto que
rendem bastante. Cada fragrância tem uma textura diferente. Vocês podem observar
que o de Green Tea é mais emoliente e o de Shea Butter mais durinho. Na prática,
muda só o jeito de espalhar o produto, nada mais.
Eles são super cheirosos e hidratantes. Amo! Cada um desses potes custa em torno de R$ 70,00 e poucos, mas nas promos os preços caem para R$ 40,00 e poucos, o que é ótimo!
quarta-feira, 8 de junho de 2022
segunda-feira, 30 de maio de 2022
DIÁRIO DE VIAGEM - BRASÍLIA - DIA 03
Meu terceiro e
último dia em Brasília foi uma segunda-feira e logo no início da manhã, eu
teria de enfrentar o real motivo de eu estar em Brasília: ir ao CASV para
renovar o visto americano. A entrevista (que não era entrevista, mas apenas
apresentação de documentos e fotografia) estava agendada para as 8:30hs e o
local era bem perto do hotel. Na verdade, esse foi um dos motivos de eu estar
hospedada por lá!
Por isso, acordei cedo e fui tomar café da
manhã com calma. Na verdade, eu tinha dormido meio mal a noite porque eu estava
com muitas queimaduras pelo corpo e com muita dor. E também estava um pouco
preocupada com o trajeto porque, apesar de ser próximo, meus joelhos estavam
muito doloridos. A roupa escolhida também era importante, porque precisava se
destacar no fundo branco e, ao mesmo tempo, cobrir meus ombros
machucados.
No final das contas, resolvi sair o hotel bem
mais cedo do que o planejado e ir andando com calma em direção ao local. O CASV
fica dentro de um shopping a 1 quadra do hotel e é muito tranquilo. Acabei
chegando no local às 8hs e sendo atendida. Não havia fila nenhuma e o processo
todo não levou mais do que 10min!!! Eles retiveram os dois passaportes e me
explicaram que seriam enviados ao CASV de São Paulo (de fato deu tudo certo e
já estou com o visto renovado!).
A questão é que eram 8:30hs da manhã e meu
voo sairia apenas depois das 18hs. Ou seja, eu tinha um dia inteiro para
matar!!! Resolvi voltar para o hotel, arrumar minhas coisas, fazer check out
(deixei a mala por lá) e ir explorar a Quadra 308 de Brasília, que é a quadra
modelo. Peguei um Uber e dentro de poucos instantes estava por lá. Logo de
cara, já me deparei com a Igrejinha fofa e super turística idealizada por Sarah
Kubitscheck para cumprir uma promessa. Ela é projeto de Oscar
Niemeyer e conta com os lindos azulejos de Athos Bulcão em sua parte
externa. Ela tem o formato de um chapéu de freira e me lembrou um pouco a
Igreja de Joana D´Arc em Rouen. Uma gracinha e rende muitas fotos!
De lá, fui passear pelas quadras e a conclusão é: muito gostosinho, arborizado,
muito bonito... mas é só. Não tem nada demais. Realmente estava lá porque não
tinha mais nada para fazer. Como meus joelhos estavam me castigando, resolvi
pegar um Uber e ir até o shopping próximo do hotel para um último rolê e também
para almoçar. Acabei comendo um risoto na Vivenda do Camarão, bem devagar, sem
pressa.
De lá, ainda segui para uma volta pelo comércio no entorno do hotel. Um grande erro, porque parece o Brás, é feio, não tem nada para ser visto e os meus joelhos estavam cada vez piores. Terminei no hotel por volta das 14hs, peguei minha bagagem e segui para o aeroporto. Eu sabia que o local era bem tranquilo e cheio de opções de lojinhas e alimentação, então fiquei por lá até o horário do voo.






