domingo, 22 de outubro de 2023

VIAGEM - ESPANHA - MADRID - DIA 02

Spoiler: dia intenso. Um dos melhores da viagem! 

Acordei às 05:30hs da manhã graças ao vizinho do quarto ao lado, que roncava como uma britadeira. As paredes realmente devem ser muito finas, porque o barulho era imenso! Não consegui mais dormir depois, então, fui tratar de preparar o meu dia com antecedência.

Saí do hotel lá pelas 08:00hs e segui Gran Via abaixo, em busca de um café da manhã delícia no Tim Hortons. Mas, chegando lá, descobri que estava fechado – beeeeem bizarro -, então, segui para o Dunkin Donuts, num lugar que, pelo que parecia, estava liberando a galera da balada – nunca vi tanta gente bêbada e tantas garrafas espalhadas pela rua. Achei a região bem inóspita para a hora, mas não me senti em perigo. O café da manhã, devo dizer, foi caro e meia boca.

De lá, já com o estômago cheio, segui para a Plaza del Sol, um dos cartões postais de Madri. Mas também não tive sorte, achei que o lugar estava parecendo o Páteo do Colégio: sujo, mal cuidado e repleto de mendigos. E, ainda por cima, estava rolando uma reforma, então havia uma porção de tapumes e tratores trabalhando.

De acordo com a Wekipedia “A Puerta del Sol é um dos locais mais famosos e concorridos da cidade espanhola de Madrid. É neste local que se encontra desde 1950, o quilómetro zero das estradas espanholas. O edifício mais antigo da Puerta del Sol é a Real Casa de Correos e nele destaca-se o relógio da torre que foi construído e doado no séc. XIX por José Rodriguez de Losada, e que faz tradicionalmente a contagem decrescente para a entrada do novo ano todos os 31 de Dezembro, assim como o tradicional comer das passas. A famosa contagem decrescente começou a ser transmitida pela televisão no dia 31 de Dezembro de 1962, pela TVE no primeiro canal de televisão espanhol, La 1, a partir desse ano não mais deixou de ser transmitido pelos diversos canais de televisão espanhóis. A Puerta del Sol é um local de encontro, um lugar de passagem entre várias zonas de Madrid. É visita obrigatória para todos os que se deslocam à capital espanhola.

Bom, decepcionada com meu dia até então, segui à direita para a Calle Plaza de Madrid – uma rua longa, cheia de comércios muito interessantes! Infelizmente, como o comércio na Espanha tem um horário todo próprio e especial, naquela hora, as lojas ainda estavam fechadas, mas isso não foi um problema, porque eu ainda passaria muitas vezes por lá. O meu destino era a Catedral de Madrid, que fica exatamente no final da rua. Mas, pelo caminho, há muita coisa interessante a ser vista!

Uma delas é a Plaza Mayor “É uma praça retangular, rodeada de todos os lados de edifícios de três pisos, sendo a sua entrada apenas possível através dos nove pórticos. Tem 129 metros de comprimento e 94 de largura. Existem ao todo 237 varandas ao longo de toda a praça. O pórtico mais conhecido é o Arco de Cuchilleros, na esquina sudoeste da praça. Ao centro, no lado norte, ergue-se a Casa de la Panadería e à sua frente, no lado sul, a 'Casa de la Carnicería. Debaixo dos pórticos, nas suas arcadas, estão estabelecidas lojas tradicionais, constituindo um dos pontos turísticos de maior relevo na cidade.

O lugar é lindíssimo. Naquele momento, ainda estava meio vazio, mas eu passei por lá em outros dias e vi dançarinas, restaurantes bombando e até uma feirinha de antiguidades que me rendeu boas compras. Bem ao lado, estava o Mercado de San Miguel - Mercado coberto construído por volta de 1916 com culinária local, iguarias e eventos em um ambiente elegante. Recomendo enormemente explorar as delícias de lá. mas daqui a pouco falamos sobre.

O Mercado, a Catedral e o Palácio Real estavam fechados. Fiquei apenas admirando a paisagem – a região é lindíssima – e tirando muitas fotos. Passei pelo Jardins de Sabatini, ao lado do palácio, que são lindos e renderam um momento de tranquilidade. Então, ao invés de ficar parada esperando as coisas abrirem, segui para o Museu Cerralbo, que fica a 1km mais ou menos de onde eu estava.

“O Museu Cerralbo  abriga uma antiga coleção particular de arte, artefatos arqueológicos e outras antiguidades recolhidas por Enrique de Aguilera e Gamboa, XVII Marquês de Cerralbo. Ele exerceu atividade política, mas é mais lembrado como um historiador e promotor de escavações arqueológicas, além de prolífico colecionador de artefatos com grande interesse para as belas artes. O edifício foi inaugurado como um museu em 1944. Em 1962 foi declarado Monumento Histórico Artístico. O palácio foi submetido a obras de modernização no verão de 2006, tendo permanecido fechado durante anos, sendo reaberto em 14 de dezembro de 2010.”

Devo dizer que o lugar é belíssimo e muito interessante. Muitos ambientes a serem visitados, tanto interno quanto externo, muita coisa para ver, mobília, coleções particulares... todos os ambientes estão apinhados de objetos e coisas lindas para serem vistas. Vale demais a visita. E claro, fotos belas e banheiro, que não podemos dispensar!

Quando saí de lá, já estava bem quente, mas como estava no meio do caminho entre a Catedral (próximo da lista) e o Tempo Debod, acabei indo naquela direção, para não perder viagem. “constitui um dos poucos testemunhos arquitectónicos núbio-egípcios completos que podem ser contemplados fora do Egito e o único destas características existente na Espanha. Construído no século IV a.C. pelo rei cuxita Adijalamani para reverenciar o deus Amom, até há apenas algumas décadas situava-se 15 km ao sul de Assuão, no Egito, muito próximo da primeira catarata do Nilo e do grande centro religioso da deusa Ísis, em Filas. Originalmente as paredes do templo eram decoradas com ilustrações mostrando o rei Adijalamani como um faraó egípcio doando oferendas aos deuses. Essas pinturas perderam muito de seu brilho natural quando o templo ficou submerso no rio de Assuão. Em 1961, devido à construção da nova represa de Assuão, as suas pedras foram desmontadas e depositadas na ilha Elefantina até o seu posterior traslado ao porto de Alexandria. Em 1968, o templo foi doado a Espanha pelo Estado egípcio em agradecimento pela ajuda prestada ao salvamento dos templos de Abul-Simbel. Uma vez transferido a Espanha, pedra por pedra, o templo foi exposto a um complicado trabalho de reconstrução e restauração. Estes trabalhos incluíram a instalação no seu interior de ar condicionado quente para criar uma atmosfera seca que se aproximasse do clima de Núbia. Para representar o rio que teve o templo nas suas proximidades, construiu-se um tanque de pouca profundidade que se estende ao longo dos três portais de acesso ao templo. Os trabalhos de reconstrução do monumento tardaram dois anos. O templo foi inaugurado a 20 de Julho de 1972.“

Confesso que fiquei bem decepcionada, porque não é nada demais e eu acho que está bem mal cuidado. Fora que fica no topo de uma montanha, você tem que subir muitas escadas e o calor estava de matar. Mas valeu a visita, eu certamente ficaria muito decepcionada se não tivesse ido dar uma olhada.

Voltei todo o caminho que havia feito e fui até a Catedral, que a essa hora já estava aberta. A entrada é gratuita e o lugar é imenso. Mas, confesso que o seu interior me decepcionou um pouco. Por fora ela é lindíssima, mas por dentro ela é bem modernosa e feia. Os vitrais parecem ter sido feitos pelo Romero Brito! Mas, numa outra entrada lateral, se chega à cripta que, aí sim fica interessante (detalhe que é gratuita e conta com banheiro). Por lá há diversas capelas e túmulos no chão – gostei bastante.

Como já era meio dia e eu estava morrendo de fome, resolvi voltar pela Calle Plaza Mayor e dar uma checada no Mercado San Miguel . No caminho, já que as lojinhas estavam abertas, fui dando uma olhada e fiz até algumas comprinhas! O mercado estava absolutamente lotado, mas tinha tanta coisa fresca e apetitosa, que eu nem liguei. A real é que eu queria experimentar tudo!!!!

Primeiro fui num wrap de salmão que era imenso e estava delicioso. Paguei 9,00 e poderia ter parado por aí, porque ele já havia me dado a sustância necessária. Mas eu realmente queria provar outras coisas. Então, fui a um outro lugar e pedi 2 tapas super diferentonas (uma de bacalhau com limão siciliano e a outra de arenque com mostarda Dijon). Completei a festa com uma cerveja Estrela super gelada e nunca me senti tão feliz!!!

Daí, eu tinha 3hs até a próxima atração: palácio Real, que ficava ali do lado e estava agendado para as 16hs. Então, acabei resolvendo explorar a região com calma. Fiz mais compras e até comprei alguns presentinhos. Às 14:15hs eu já havia andado bastante e o calor estava pesando. Acabei fazendo um tour de “pula pula” em bancos vazios, sempre que encontrava um. Tinha que fazer hora para o Palácio Real. Em determinado momento, sentei na escadaria da Catedral – em frente ao palácio – e lá fiquei até às 15:50hs, quando resolvi entrar.

Aí vem a parte piada da viagem. Eu estava sentada na escadaria pensando: nossa, como fui esperta de comprar o ticket com antecedência, porque o sol está a pino e a fila não tem sombra. Só que quando resolvi entrar, notei que tinha errado o dia e comprado ticket para o dia anterior. Ou seja, eu não só tinha ficado horas enrolando pela cidade quando não precisava, como eu teria de enfrentar uma nova fila, no sol e desembolsar uma grana. Fiquei puta comigo mesma, mas a sorte é que foram apenas 10 min de fila e o valor não foi alto.

Logo estava dentro do Palácio Real que “é a residência oficial do Rei de Espanha, situado em Madrid, a capital espanhola. Com uma área de 135 000 m² e 4318 quartos. Foi construído no mesmo local onde se encontrava um outro palácio, denominado de Real Alcázar de Madrid, destruído por um incêndio que durou três dias, no ano de 1734. As obras começaram a 6 de Abril de 1738, quando se lançou a primeira pedra. O seu arquitecto foi Giovanni Battista Sacchetti. O Palácio Real de Madrid continua a ser, oficialmente, a residência do Rei de Espanha, apesar de, na actualidade, o Rei o utilizar somente para ocasiões de gala, almoços, recepções oficiais, entregas de prémios e audiências, já que a Família Real optou por viver num palácio mais modesto, o Palácio da Zarzuela.”

Atravessei o páteo imenso e logo estava no primeiro andar. Confesso que as salas não me arrancaram suspiros num primeiro momento, mas logo elas foram ficando mais e mais interessantes. Infelizmente, como a família real ainda frequenta o local, eu não pude tirar fotos de todos os ambientes, as que estão aqui foram obtidas na clandestinidade! Fiquei por lá cerca de 40min.

Com o sol a pino, saí andando de volta à Plaza del Sol para um delicioso sorvete de pistache. Dei uma volta no entorno do hotel, que tem 1000 lojas interessantes e me recolhi.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

LE DUE MAKEUP - ALTAIR SATIN JUMBO EYE PENCIL - REVIEW

Lápis de olhos xing ling passando na sua time line! Esses dois custaram €1,00 cada e eu juro que a qualidade é boa! Eles ficavam numa parte de promoção de uma loja de maquiagens lá na Espanha e estavam lacrados, então, não pude nem testar. Mas, pelo preço, achei que valia a compra no escuro.

Eu adquiri o bonito em dois tons: Lavender, que é um roxo bem escuro e Golden Dust, um dourado bem bonito. O primeiro adquirido foi o dourado e o roxo eu acabei comprando em outra visita, depois de apurar que o lápis é bom mesmo! São bem pigmentados, macios e não borram! Mesmo com o calorão que estava fazendo na Espanha, eles ficam o dia todo firmes e fortes.

Juro que se tivesse de outras cores por lá, teria comprado mais. Me parece que estão disponíveis em 6 cores e podem ser usados tanto como delineador quanto como0 sombra – fiz o teste com a dourada e deu super certo.

sábado, 7 de outubro de 2023

LEFTIES EYE SHADOW CRAYON - REVIEW

 

Mais uma compra de lápis de olhos na viagem. Essa dupla foi adquirida na Lefties, que é uma marca de roupas baratex que tem na Europa, bem estilo Forever 21. Roupas feias e má qualidade, rs! O fato é que por lá você também encontra maquiagens. Não sei dizer sobre os produtos de uma forma geral, mas achei esses lápis bem dignos!

Eles são tipo jumbo, que são os meus favoritos e podem ser usados como delineador ou sombra – usei das duas formas e ambas estão aprovadas. Uma vantagem ótima é que eles são daquele tipo retrátil, ou seja, não precisam de apontador. Custaram €4,99 cada e contam com 3g de produto.

A parte engraçada é que as cores não têm nome! Mas, como eu já tenho lápis de praticamente todas as cores do planeta, decidi pelas mais diferentes, que são dois tons de verde, um mais puxado pro cáqui e outro escuro. A qualidade desses lápis me surpreendeu bastante, porque são muito pigmentados, macios, fáceis de espalhar e duram o dia todo! Mesmo no calorão que estava fazendo na Espanha.

Me parece que são 8 cores ao todo. Aprovado!

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

VIAGEM - ESPANHA - MADRID - DIA 01

Acordei às 7hs e, para a minha grata surpresa, meus olhos estavam ótimos. Até arrisquei sair de maquiagem!! Tomei um banho, arrumei tudo com calma e às 08:30hs saí do hotel. Peguei um táxi na Praça Sta Maria de La Blanca em direção à Estação de Trem e descobri que havia sido praticamente assaltada pelo taxista da ida porque, dessa vez, para fazer o mesmo percurso, o valor da corrida havia saído pela metade do preço.

Na Estação de Santa Justa, com 1 hora de antecedência, tomei meu café da manhã com calma: café com leite e um croissant de amêndoas que estava simplesmente divino! O trem com destino à Madrid partiu às 09:55hs, sentei no assento 8B, coche 06 e devo dizer que a viagem foi um pouco cansativa, porque foram 3hs. Sim, mesmo tempo da ida, dois dias antes, mas por alguma razão, me pareceu mais longa. O trem estava meio lento, parou algumas vezes, estava também um pouco quente e, para completar, não consegui dormir ou ler meu livro porque uma menininha ficou o tempo todo tagarelando.

Às 12:30 em ponto cheguei ao meu destino. Como estava faminta, comprei um sanduiche de Brie com frango na própria estação e peguei um táxi para o hotel. Sim, dá para ir ao hotel a pé – fiz isso mais pra frente – e, sim, dá pra pegar metrô. Mas cansada e com malas, eu peguei um táxi que estava custando cerca de €7,00. No caminho, já fiquei muito impressionada com a cidade: grande, avenidas largas e muito bonita. Muitos prédios antigos, bem conservados ... me remeteu a uma mistura de Paris com Buenos Aires, mas mais bem conservada.

O hotel ficava numa travessa da Av. Gran Via e não poderia ser mais bem localizado. Com muitas lojas e restaurantes nas proximidades, possibilidade de andar à pé para vários pontos turísticos, metrô... enfim, perfeito! Fiquei no Hotel Negresco, que era meio escondido e estreito, mas o quarto era imenso e a janela dava para a rua. Não dava para ser melhor!

Espalhei minhas coisas pelo quarto, almocei e, como já estava tarde, saí em direção ao Parque do Retiro. “Foi criado entre 1630 e 1640 e tem uma área de 118 hectares. Foram classificados, junto com o Paseo del Prado, como Património Mundial da UNESCO em 2021. Por lá, há várias coisas interessantes a serem vistas, como o Passeo de las Estatuas, Porta de Espanha, Monumento a Afonso XII, Palácio de Cristal, dentre outros.

Passeo de las Estatuas

Monumento a Afonso XII

Para chegar até lá, desci a Gran Via e simplesmente andei numa linha reta. No caminho, fui olhando as lojinhas e admirando a arquitetura maravilhosa do local. Passei pela Fonte de Cibeles, que é maravilhosa, e pelo Portal de Alcalá, que infelizmente estava reformando e trazia um tapume que o cobria por inteiro.

Portal de Alcalá

Vou confessar que esse tour foi maravilhoso, mas muito prejudicado pelo calor intenso e sol ardido do momento. Andar por um parque aberto no pico do sol não é exatamente uma boa idéia. O problema é que eu não teria outro dia/momento para visitar o Parque do Retiro... no final das contas, acabei tomando uma quantidade insana de água durante a 1 hora que permaneci por lá e dando check nos pontos mais importantes com certa pressa, porque realmente estava beirando o impossível e eu estava com muito medo de começar a passar mal.

Palácio de Cristal 

Saí, então, com destino ao Museu Arqueológico, que não é exatamente próximo do parque, mas o lugar fica naquela direção. O Google Maps me trolou e eu andei muito tempo debaixo daquele calorão sem encontrar o museu. E o pior ainda estava por vir: quando cheguei, estava fechado! E o prognóstico não era bom, porque parecia que o museu só abria pela manhã, o que era um grande problema para o meu roteiro – depois vi que não.

Como não queria perder o dia, e ainda tinha bastante tempo, desci a avenida, andei um bocado, e fui parara no Museu Thyssen-Bornemisza. De acordo com a Wikipedia: “Foi organizado quando da aquisição, pelo governo da Espanha, em outubro de 1992, da maior parte (a mais abundante e valiosa) da coleção de arte da família Thyssen-Bornemisza. Está situado no Palácio de Villahermosa, que foi construído entre o final do século XVIII e o início do século XIX em estilo neoclássico. O museu de Madrid mostra as coleções cronologicamente, começando no Renascimento e terminando no século XX.

Estão expostas no terceiro andar obras de mestres italianos, alemães e holandeses do século XVI como Jan Van EyckRobert CampinHans MemlingDuccioPaolo UccelloDomenico GhirlandaioFra BartolommeoVittore CarpaccioAlberto Durero e Hans Holbein. Existe ainda uma galería dedicada a TizianoTintorettoBassanoSebastiano del PiomboBronzinoEl GrecoBernini e Caravaggio, entre outros.

No segundo andar está a coleção de pintura holandesa, desde Frans Hals e Rembrandt, do século XVII, a Max Beckmann, do século XX. Conta ainda com algumas obras do RealismoRococóNeoclassicismoRomantismo e ImpressionismoGiambattista TiepoloGiambattista PittoniCanalettoFragonardFrançois BoucherThomas GainsboroughFrancisco de GoyaGustave CourbetRenoirVan GoghPaul GauguinCézanne...

O primeiro andar reúne obras do século XX, desde o cubismo e as primeiras vanguardas, até a Pop Art. Destacam-se algumas obras primas contemporâneas de KandinskyPicassoGeorges BraquePiet MondrianMarc ChagallEdward HopperSalvador DalíJackson Pollock, entre outros.”

Considerando que não estava nos planos visita-lo nesse dia, eu não havia estudado muito e não sabia o que encontrar. Acabei me deparando com um museu lindo, imenso, super organizado e com quadros de pintores incríveis, de todas as épocas. Por lá, havia uma exposição provisória e também a permanente, que me rendeu horas de maravilhamento!

Quando saí do museu, exausta, porque museus nos deixam mentalmente cansados com o excesso de informação, já passava das 18hs. Fui fazendo o caminho de volta ao hotel, seguindo a Gran Via, mas com calma. Entrei em algumas lojinhas, fiz algumas compras e fui a El Corte Inglês em busca do jantar. Comprei uma salada interessante e a incrementei com presunto ibérico e burrata. Comprei também um chá gelado, palmier e fui jantar no hotel.