terça-feira, 14 de julho de 2020

LIVRO - O SOL MAIS BRILHANTE

Uma coisa curiosa a dizer é que, em absolutamente todas as vezes em que me dispus a ler um livro sobre a África ou escrita por africanos, terminei a leitura extasiada. São sempre histórias de dor, reflexão, de chuva de cultura e que tocam demais o leitor. E com essa não foi diferente.

De acordo com o próprio livro, “Leona, uma antropóloga americana, dá à luz em um remoto vilarejo massai no interior do Quênia e precisa decidir se quer ou não ser mãe. Jane, a solitária esposa de um funcionário da embaixada dos EUA, segue seu marido para os trópicos e vê como a vida pode ser frágil no continente africano. Simi, uma mulher massai estéril, precisa confrontar sua infertilidade em uma sociedade em que as mulheres são valorizadas apenas pelo seu papel como reprodutoras. Em uma obra singular, essas três mulheres tão diferentes entre si enfrentam a maternidade, encaram tragédias e amadurecem diante das dificuldades não somente do cenário subsaariano, mas da existência humana.”

Na verdade, essas três mulheres, além da maternidade que é vista por cada uma de forma diferente (para Simi é esperança, para Jane um recomeço e para Leona, pelo menos a princípio, um fardo), também têm em comum um passado bastante conturbado com suas famílias e o fato de terem de lidar com uma cultura diferente daquela onde foram criadas. E as três vão se encontrar e suas vidas se entrelaçar não com base nesses elementos em comum, mas através de suas filhas.

E a criação das meninas e a lida com as adversidades do continente africano, moldarão essas mulheres. Aliás, outro elemento forte no livro é a liberdade que se tem no Quênia selvagem x a necessidade de se proporcionar às filhas uma educação apropriada. Pois resta claro que é através desse elemento que se tem maiores chances de êxito na vida.

Portanto, não se trata apenas de um livro sobre maternidade, apesar desse ser o pano de fundo e o mote principal da história, mas também de superação, de futuro x passado, de relacionamentos, de lidar com os próprios medos, dentre tantas outras questões. O livro é belíssimo!!

terça-feira, 7 de julho de 2020

EUDORA - PALETTE DE SOMBRAS GLAM LE BLANC - REVIEW

Compra realizada durante a minha quarentena, lá em abril. Faz tempo! Tive a oportunidade de usá-la desde então? Claro que não, mas sigo animada!!
foto de internet
Eu tenho paletas demais? Claro. Precisava de mais uma? Lógico que não. Mas a verdade é que, em tempos de isolamento, não nos resta muito a não ser ficar zapeando na internet, situação que acaba nos levando a compras por impulso. Além de ter achado simplesmente lindíssima, essa paleta da Eudora estava sendo vendida por R$ 109,00, R$ 30,00 a menos do que o preço usual. 

Como vocês podem ver, ela conta com uma embalagem bem luxuosa e 18 cores de sombra. O que mais me encantou foram exatamente os tons, que são bem a minha cara, bem nude, só que em tons mais quentes e com acabamentos diferenciados: mate, cintilante e super brilho. E também traz alguns tons mais diferentes, como esse azul petróleo incrível.

Segundo a marca, trata-se de “uma linha luxuosa e exclusiva em uma edição especial. Esta elegante palette conta com uma ampla gama de tons e acabamentos que possibilitam criar diversos looks, desde o mais básico até o mais moderno e sofisticado. A Palette Le Blanc tem 18 cores de sombras, com acabamento mate, cintilante e super brilho, alta pigmentação, longa duração, textura aveludada, macia e confortável.

Eu devo dizer que fiquei enlouquecida quando vi a paleta na internet, mas quando ela chegou em casa, para a minha surpresa, ao vivo ela era ainda mais incrível. Há tempos não via um produto de make tão luxuoso, com cara de "caro", de "qualidade". A parte de fora é diferente de tudo on que eu tenho e a parte interna lembrou bastante as paletas da Tarte - fiz um comparativo abaixo. As sombras têm um tamanho excelente, todas têm nome e a paleta ainda conta com um espelhão. 


E ao contrário do que geralmente acontece com paletas, eu não consegui identificar nenhuma sombra que tivesse uma cor estranha, feia ou que eu achasse que não ia usar muito. São todas muito lindas e extremamente pigmentadas! Elas quase não esfarelam e o efeito que elas deixam é lindíssimo. Algumas parecem sombras em creme quando aplicadas e outras contam com micro glitters. Enfim, acho que foi o dinheito mais bem empregado dos últimos tempos. Abaixo, eu fiz alguns swatches comparativos e, como vocês podem ver, essas sonmbras Eudora são superiores até mesmo às sombras da Nars, marca muito mais inacessível. 
A da Eudora é prata, mas bem lilás. Eu acho que as duas se assemelham e podem ficar ótimas juntas

a da Eudora é mais salmão, mas ainda assim elas são parecidas
todas são muito parecidas!!